Trabalhos dos alunos 2019/2020

No âmbito do Projeto Etwinning...

surgiu o desafio - Das imagens nascem estórias

Numa perfeita articulação de docentes de várias áreas do saber, num abraço do Português com a Matemática, a Geografia... aconteceu a escrita!

Uma viagem à volta de Portugal

Capítulo I

            Certa manhã, quatro amigas, Maria, Martina, Sofia e Nádia, decidiram que queriam ir fazer uma viagem à volta de Portugal, de norte a sul, de este a oeste. No dia seguinte, estiveram a escolher os locais que iriam visitar e rapidamente o conseguiram. Os locais escolhidos foram então a Torre de Belém, o Palácio da Pena, as famosas praias do Algarve, a Praça do Comércio, a Ponte D. Luis, o Castelo e Paço dos Duques de Guimarães, o Santuário de Fátima, o Bom Jesus e o Santuário da Santa Lúzia.

            Na semana seguinte, partiram para a sua longa e divertida viagem de comboio. Começaram por ir visitar o Santuário da Santa Luzia, em Viana do Castelo. Este monumento foi contruído entre 1904 e 1959 com projeto de Ventura Terra e direção de António Adelino de Magalhães Moutinho, um arquiteto municipal. Espantadas com o santuário, as quatro amigas falavam entre si:

              - Este edifício é mesmo giro! - exclamou Martina.

              - É mesmo, nunca vi nada assim! - continuou Sofia.

              - Têm razão! O que acham de descermos até á cidade, para ver o rio, comer um gelado e visitarmos um pouco a cidade? – perguntou Maria.

   - Acho uma ótima ideia! – exclamaram todas muito entusiasmadas.

Depois do passeio, voltaram para a estação de comboios para irem para o seu próximo destino, Braga.

              Chegando a Braga, foram diretas para o Bom Jesus. Subiram o escadório e chegaram ao topo. O monumento começou a ser construído em 1722, sob o patrocínio do Arcebispo de Braga, Rodrigo de Moura Telles. Observaram bem as rochas das quais o monumento é feito e viram que duas  delas eram o calcário e o mármore.

             - Lembram-se de ver estas rochas nas aulas de Ciências com o professor José Igrejas? Interrogou a Nádia.

                - Ah,  pois é! Eu lembro-me perfeitamenete bem! Eu adoro as aulas do professor!- continuou Sofia.

 De volta à estação de Braga, foram diretas para Guimrães.

Deslumbradas com a beleza da cidade, quiseram logo saber tudo sobre ela. Viram a cidade toda até que chegaram ao Castelo e Paços dos Duques de Bragança de Guimarães. Sem acreditarem que estavam a ver a residência do primeiro Rei de Portugal, ficaram cheias de vontade de o visitar por dentro. Andaram por dentro das muralhas e conseguiram ver grande parte da cidade. Saíram para ir visitar o Paço dos Duques de Bragança.

              Logo de seguida, retomaram a viagem com destino ao Porto. Chegaram lá já de noite. Foram diretas à Ribeira, onde avistaram a belissíma Ponte de D. Luís. Cansadas, mas animadas, já com alguma preocupação, deram conta do adiantado da horapassaram a noite num hotel.

 

Capítulo II

             Já no hotel, Martina, Maria, Sofia e Nádia, estiveram a ver todas as fotografias que tinham tirado nas visitas aos monumentos. Tinham tirado muitas, muitas fotos. Estiveram também a fazer as contas a quantos quilómetros tinham feito até ao momento e contabilizaram 203 km ( 63+ 59+24+57). Divertiram-se a noite inteira, fazendo jogos, contando anedotas,  riram-se muito e também conversaram sobre coisas aleatórias. Já a meio da noite, Sofia teve a ideia de ver o filme proposto pela professora Conceição Alves de história.

              - O que acham?- perguntou Sofia.

              - Boa ideia! Mas alguém sabe como se chama?- perguntou Martina.

               -  Eu sei! – respondeu Maria.

   - Robbin dos Bosques! Deve ser muito interessante!

Estiveram a ver o filme, no entanto, quando acabou já era muito tarde, por isso foram dormir para repor energias para as viagens do dia seguinte.

             Nove da manhã, o alarme do despertador tocou e Nádia e as suas amigas quiseram ir tomar o pequeno almoço à ribeira. Foram a uma pastelaria e compraram quatro sumos naturais de laranja, dois croissants e dois pães com manteiga. Os pães com manteiga custavam 1 euro, os croissants o dobro dos pães com manteiga, os sumos custavam o triplo do pão. Quanto pagaram elas pelo pequeno-almoço? Puseram em prática os conhecimentos que tinham adquirido na aula de matemática da professora Sónia Ribeiro.

              - Ainda se lembram de como fazemos esta conta?- perguntou Nádia.

  - Não me lembro. - disse Sofia.

  - Temos de fazer x que é o preço dos pães, 2x que é o preço dos croissants e 3x que é o preço dos sumos.

              - Ah! Já me lembro!- exclamou Martina.

             -Temos de pagar 6 euros. – reagiu Maria.

Sentaram-se na margem do Rio Douro a saborear a primeira refeição da manhã, ao mesmo tempo que aproveitaram para tirar umas fotos todas juntas.

 

Capítulo III

              Desta vez de autocarro, foram até Fátima, a cidade sagrada de Portugal. Dirigiram-se ao Santuário e observaram  todas as pessoas que lá estavam a fazer as suas promessas de joelhos, a acender as suas velas e a assistirem à eucaristia.

             O Santuário de Fátima foi construído ao longo do tempo na área da Cova da Iria ou nas proximidades, onde as três crianças testemunharam as aparições marianas de Nossa Senhora do Rosário.  O recinto inclui vários edifícios e monumentos dedicados a causas religiosas, políticas e sociais, dispersos por um complexo de panoramas abertos e vistas dominadas pela Basílica de Nossa Senhora do Rosário e pela Basilíca da Santissíma Trindade . 

             No centro do complexo, está a pequena Capela das Aparições e seu abrigo, onde a lenda refere que muitos dos eventos das aparições ocorreram e onde os primeiros peregrinos veneraram as aparições marianas. Terminada esta visita, as quatro amigas  foram até à central de autocarros mais próxima para apanhar o transporte para Lisboa.

             Chegando a Lisboa, encaminharam-se para a Praça do Comércio, onde se acumulava uma multidão. A praça localiza-se à beira do rio Tejo e recebeu esse  nome de por indicar a sua nova função na economia de Lisboa. 

  Os prédios simétricos da praça estão cheios de agências governamentais que regulam as atividades alfandegárias e portuárias. A peça central do conjunto é a estátua equestre do rei José I, inaugurada em 1775. Esta estátua de bronze, a primeira estátua monumental dedicada a um rei em Lisboa, foi desenhada por Joaquim Machado de Castro , o principal escultor de Portugal. 

              - Esta praça é mesmo grande! Está aqui tanta gente!- ficou espantada Nádia.

            - É mesmo! E também é muito antiga!- continuou Maria.

  - Vamos agora à Torre de Belém?- perguntou Martina.

  - Vamosss!- responderam todas super excitadas.

Fizeram metade do caminho até à Torre de elétrico e a outra metade a pé. Já cansadas, finalmente chegaram à  famosa Torre de Belém.

Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de  São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo. Esta fortificação constituía o plano defensivo da barra do rio Tejo projetado à época de D. João II (1481-95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica.

             De Lisboa, seguiram para a famosa cidade de Sintra, onde se encontra o magnífico Palácio da Pena.

             - Oh, meu Deus! Este palácio é mesmo giro, tem muitas cores! – comentou Sofia espantada.

             - Estas cores são mesmo giras e ficam mesmo bem lá no palácio! – continuou Nádia.

              O Palácio Nacional da Pena, mais conhecido como Palácio da Pena, localiza-se na Vila de Sintra, na freguesia São Pedro de Penafrim. Representa uma das principais expressões do romantismo arquitetónico do século XIX no mundo, constituindo-se o primeiro palácio nesse estilo na Europa. Em 7 de julho de 2007, foi eleito como uma das Sete Maravilhas de Portugal.

              A este destino seguiu-se o Algarve, o maior destino turístico de Portugal. O Algarve é a região que muita gente escolhe, quer de Portugal, quer de outros países para passar as suas férias de verão.

  Elas foram conhecer cinco das muitas praias que o Algarve tem -  a praia de Odeceixe, a praia da Rocha, a praia da Marinha, a praia da Coelha e a praia de São Rafael. Tomaram banhos de sol e mergulharam em todos os mares.

              - E, assim, chegou ao fim a nossa incrível viagem! - suspirou Martina.

              - Foi incrível! - concordou Maria.

  - E então, meninas, é melhor irmos senão vamos perder o comboio até ao Porto.- lembrou Nádia, embora cheia de vontade de lá continuar.

 

Capítulo IV

               Já em casa, estiveram a calcular quantos quilómetros tinham percorrido e viram que tinham feito 767 km ( 63+ 59+24+57+192+109+28+235). Contas feitas, cada uma foi para sua casa contar todos os detalhes da viagem.

FIM

As disciplinas que usámos foram geografia, história, ciências e matemática.

Os monumentos foram Santa Lúzia, Bom Jesus, Castelo de Guimarães, Paços dos Duques de Bragança, Ponte D.Luis, Santuário de Fátima, Praça do Comércio, Torre de belém, Palácio da Pena e as praias do Algarve.

O trabalho foi feito por: Martina, Maria, Sofia e Nádia 7D

 

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Uma aventura na Citânia de Briteiros

 

Olá, eu sou a Carolina! Eu e os meus amigos, que irão conhecer ao longo da história, fomos visitar a Citânia de Briteiros, um dos monumentos mais fantásticos de Guimarães. Porém, o que ia ser uma visita tornou- se numa verdadeira aventura.

Tudo começou numa bela manhã de um sábado, estava eu, a minha melhor amiga, a Matilde, a Laura e os rapazes, o João, o Rui e o Luís, a entrarmos na velha Van do meu avô para irmos para a Citânia.

Estava tudo a correr bem, nós dentro da Van, uns a cantar, outros a jogar e, claro, outros a dormir. De repente, ouvimos um barulho esquisito e a Van parou de andar. O meu avô saiu do seu interior para ver o que se passava. O motor tinha avariado.

Depois de tentar mil e uma vezes arranjá-lo, disse - nos que teríamos de ir a pé e nós não nos importámos, pois parecia ser pouca a distância, o que, passado alguns minutos, nos arrependemos de ter pensado.

Andámos, andámos até que a Laura viu uma placa onde estava escrito “Citânia de Briteiros a 6 Km” e então, para o caminho até lá não parecer tão chato e cansativo, como nós também éramos 6, cada um, na sua vez, conforme nós percorríamos o caminho, tinha que gritar, por exemplo, “Só faltam 5 km!”. E assim foi até chegarmos lá.

 

Quando chegámos, entrámos por uma porta e encontrámos a bilheteira para adquirir o ingresso para entrar num mini snack-bar e, enquanto nós, as raparigas, estávamos a comprar os bilhetes para a visita, os rapazes foram até o snack-bar comprar guloseimas.

Eles viram chupa – chupas! Um chupa custava 5 cêntimos. Cada um dos três tinha 40 cêntimos e eles teriam de comprar a mesma quantidade de chupas para cada um dos 6.

Pensaram que, no total, tinham 1 euro e 20 cêntimos. Assim sendo, 1,20 a dividir pelos 6 dava dois chupa-chupas para cada um. Decidiram comprar. Antes de entrar, foram buscar um mapa da Citânia para não se perderem, uma vez que o espaço era muito grande. De seguida, observámos o mapa. A Citânia de Briteiros estava assinalada no centro e os outros monumentos de Guimarães à volta como, por exemplo, o Bom Jesus, que fica a cerca de 16 minutos, equivalente a 10,7 km de distância; o Castelo de Guimarães e os Paços dos Duques. Todos tinham no seu topo uma seta que apontava para um local exato da Citânia. Conseguimos calcular o sítio exato para onde as setas apontavam e era uma casa da Citânia que ficava a aproximadamente 3,5 quilómetros e eu e os meus amigos fomos até lá. Quando chegámos lá, foi muito divertido, apesar de estarmos muito cansados, porque andámos 3,5 quilómetros.

De todos nós, o Luís era o que estava mais cansado, talvez por ser mais gordinho. O seu médico disse-lhe para caminhar 7 km por dia todas as semanas e, como nós sabemos, as semanas têm 7 dias. Então, multiplicando, no fim de cada semana, ele caminhava 49 km.

Mas enfim, quando chegámos ao sítio, olhámos bem para mapa e as setas apontavam para uma velha casa semidestruída, em ruínas. Entrámos e vimos uma espécie de enigma que dizia ”Para o tesouro abrir, três chaves terão de conseguir”, e, por baixo desse enigma, havia um cofre com três aberturas para três chaves. E ainda dizia “A primeira chave está onde eu encontrei este lugar” e, nesse momento, eu informei:

- Quem descobriu este lugar foi Martins Sarmento. Por isso, foi ele que fez esta caça ao tesouro! Ah,… nós estudámos isso e eu já sei onde está a primeira chave.

Então eu levei-os até a uma pequena aldeia onde Martins Sarmento tinha descoberto a Citânia. À frente dos nossos olhos lá estava ela, a primeira chave, na parede onde estava pendurada uma foto de Martins Sarmento. À volta da moldura estava a chave, pegámos nela e uma pequena folha que caiu dizia “Muito bem, a primeira chave encontraram! A segunda está onde a luz do rubi brilhará às 17:00”.

 

Foi nesse momento que pensámos em desistir, pois não fazíamos a mínima ideia onde e que rubi seria esse. Regressámos à velha casa em ruínas já prontos a desistir até que o João olhou para o topo da casa e viu uma seta igual à que tínhamos visto anteriormente. Na sua ponta, reluzia um brilhante rubi.   

Esperámos até às 17:00 e o brilho do rubi apontou para um sítio no chão e, claro, tivemos que cavar e encontrámos uma caixa com a segunda chave e outro enigma que dizia ”A última chave está dentro da velha casa”.

Depois de termos revirado tudo, descobrimos a terceira chave e abrimos a caixa.

Ao início ficámos tristes, pois só existia um velho diário, mas, quando o abrimos, notámos que era o diário do Senhor Martins Sarmento que nos contava como tinham sido todos os dias da sua vida, como foi descobrir a Citânia entre outros acontecimentos que até nossa descoberta não eram certos. Ficámos muito contentes.

Continuámos a nossa visita, enquanto o meu avô tentava consertar a Van. Ele precisava de algumas ferramentas e pediu - me para ir a uma drogaria que havia lá perto. Precisava de duas chaves de fendas, uma de tamanho 16 e outra 18. Cada uma custava 3,50 mas ele só tinha 2,00. Então perguntou - me se eu tinha mais 1,50€. Respondi-lhe que tinha gastado nas guloseimas, no entanto, a Matilde tinha 0.50€. Juntando todo o dinheiro dava 2,50€, porém faltava mais 1€. Nessa altura, perguntámos a toda a gente se alguém tinha, mas a Laura e o Rui tinham 0,50 cêntimos cada um, totalizando 1.00€. Assim já tínhamos a quantia suficiente para comprar a ferramenta necessária.

Eu fui comprá-la, quando voltei, entreguei as chaves de fendas ao meu avô e ele rapidamente arranjou o motor. Regressámos à Van e a casa. Quando chegámos, fomos comer qualquer coisa. Quando reparámos já lá estava o Luís sentado na mesa a deliciar-se com um bolo de chocolate, uma caneca de chocolate quente, e ainda um saco de amêndoas de chocolate! AhAhAh, enfim, era o Luís… Bem, esta foi a aventura de que eu e os meus amigos gostámos imenso!

 

Tema(s) abordados(s)/Disciplina(s): História e Matemática.

 

Trabalho realizado pelas alunas: Beatriz Fernandes,nº3; Diana Sousa,nº7;Lara Sousa,nº10,7D.

Junho de 2020.

 Perdidos na Penha

 

     Três amigos, o Rafael, o Marcos e o João, terminando mais um ano escolar, decidiram ir acampar  acampar no Parque da Penha, situado na Cidade Berço, no norte de Portugal. Bem cedo, iniciaram a sua aventura, pondo os pés a caminho. Depois de lá chegarem, procuraram o melhor terreno para  montarem a tenda. Como o dia ia avançando, montaram a tenda e  fizeram uma fogueira.

     Na manhã seguinte, começaram a explorar o espaço,  deslocando-se para o lado da floresta que, além de não conhecerem, era proibido.  Os três jovens, sem reparar quanto mais andavam, mais se afastavam da entrada. O João olhou para trás e reparou que já se tinham afastado demais do acampamento. Pouco depois, os três entraram em pânico. Felizmente, tinham um rádio portátil consigo. Passado algum tempo conseguiram conectar o rádio à cabana do guarda- florestal que não sabia onde os eles se encontravam. Mandou-os seguir as coordenadas 41,26.

    Cansados de muito caminhar, encontraram um mapa que, seguindo as coordenadas, os levou à cabana do guarda-florestal. Bateram à porta mas não obtiveram nenhuma resposta. Esta estava destrancada. Então, entraram e, como  não estava ninguém, vasculharam em todos os compartimentos. Na cave encontraram um cofre que tinha três combinações.

     Na parede, descobriram três cálculos: o primeiro 12+6, o segundo 25x33 e o terceiro 26x72.  Combinaram que cada um iria decifrar uma combinação. O João resolveu o primeiro, obtendo 18 o Rafael o segundo,  resultando em 825 e o terceiro sobrou para o Marcos que deu 1872.  Como código do cofre atribuíram o número 188251872 que representava a junção dos resultados. Entretanto o cofre abriu-se e encontraram, no seu interior, uma bússola um mapa e uma chave.

    Os rapazes, empolgados, pegaram nos objetos do cofre, porém, ao saírem da cabana depararam-se com o guarda-florestal. Aterrorizados, sem pensarem duas vezes, fugiram e o guarda desatou a correr atrás deles, pois estavam numa zona proibida. Por um triz conseguiram escapar dele. Ofegantes de tanto correrem, seguiram o mapa e a bússola. O santuário ficava a norte de onde estavam por isso seguiram a bússola. O ponto de referência, o Santuário, ficava a norte do sítio local  onde se localizavam, por isso seguiram as direções do mapa. Chegaram a uma estrada que tinha uma tabuleta a qual indicava a direção do Espaço Sagrado. Depois de muito cansaço, chegaram ao destino. Contudo, os rapazes ainda tinham uma pergunta em mente “para que servia a chave que encontraram no cofre?”.

   Um senhor idoso lentamente, aproximou-se e disse:

- Essa chave abre uma porta em que os mais audazes e humildes entram.  Para isso têm que ir a parte de trás do Santuário, entrar no túnel e abrir a primeira porta que encontrarem.

 Os amigos, em coro, agradeceram ao senhor e foram à procura do túnel. Quando o encontraram, entraram e, logo na primeira porta avistaram  um tesouro aberto. Animados e deslumbrados levaram o tesouro para o acampamento.

                                                               

 

Disciplinas envolvidas: Geografia, Matemática

Monumentos:  Santuário da Penha

Trabalho realizado por: Afonso Lopes 7D, Bruno Gomes 7D, Marcelo Miranda 7D

20 de Junho 2020

                                                 

                    Paço dos Duques

Três rapazes, Pedro, Miguel e Rúben, certa manhã, foram visitar o Paço dos Duques, juntamente com a sua turma. Quando lá chegaram, houve um imprevisto: uma porta por onde não puderam entrar, pois o guia não deixava. Então, para grande desilusão de todos, tiveram de regressar à escola.

No entanto, os três amigos desconfiaram e cheios de curiosidade não sossegaram.Como viviam perto do Paço, à noite, decidiram ir investigar. Mas para entrar tiveram de fazer um cálculo:    10x20-5+3=?     

=200+3-5=

=203-5=198

Como o conseguiram resolver, abriram a porta e entraram sorrateiramente, pois havia dois seguranças a vigiar. Lá dentro havia pouca luz. A sorte deles é que o Rúben tinha uma lanterna na mochila.

Quando estavam quase a conseguir conhecer o sítio misterioso, apareceu um segurança à frente. Tentaram ir por trás, mas apareceu outro segurança. Então, tiveram que entrar na porta que estava ao lado deles.

A porta ia dar a umas escadas, que por sua vez iam dar a outra porta. Para entrarem, precisavam de resolver uma equação:

sabendo que o Paço dos Duques tem 600 anos, em que ano foi fundado?

x+600=2020

x=2020-600

x=1420 anos

No seu interior, havia algumas datas em numeração romana. Por cima de uma delas dizia: “Para o tesouro poderem conquistar a data de fundação terão de encontrar. “Como eles já sabiam a data em numeração árabe, só tinham de a traduzir para numeração romana. Então, o Miguel, como era muito bom a matemática, rapidamente deduziu que 1420 em numeração romana era MCDXX.

Os três, entusiasmados, retiraram da parede o bloco com a gravação do número 1420 e, espantados, encontraram um pergaminho que dizia:” Meia-noite de lua cheia no terraço do Paço dos Duques”. Como já passava da meia - noite, eles foram para casa silenciosamente.

No dia seguinte, os três amigos fizeram a mesma coisa, mas, em vez de entrar pela porta do dia anterior, foram para o terraço. Havia lá muitas chaminés. Quando finalmente chegou a meia-noite, a luz da lua alinhou-se perfeitamente com uma chaminé. Nesse momento, o Pedro meteu a mão dentro da chaminé e encontrou um baú não muito grande que parecia ter muito ouro. Junto dele estavam várias chaves com vários números perto da fechadura. Aí estava escrito que o número da chave era entre 1 e 5, era múltiplo de 2 e 4 mas não de 5. Os três rapidamente disseram que era 4. Então pegaram na chave número 4 e abriram o respetivo baú. Felizes e radiantes, verificaram que estavam lá dentro muitas moedas de ouro. Pegaram nelas e dividiram-nas pelos três. Contentes, foram embora, cada um para sua casa.  

Alunos: Miguel, Pedro e Rúben

7ºD

Junho 2020

 Das imagens nascem estórias


 

 

A Plataforma das Artes é um dos monumentos de Guimarães mais visitado que contém obras valiosas. Para conhecê-las, é preciso passar por uma sala de enigmas onde se encontram todas elas: “Noite Estrelada”, de Van Gogh, “Autorretrato em Esfera Espelhada”, de M.C. Escher, “O Grito”, de  Edvard Munch, “Fábrica no Horto de Ebro”, de Pablo Picasso e “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci.

Alexandre, Bruna, César, Érica e Lucas são grandes amigos, por isso, decidiram ir a este espaço de cultura, no dia 19 de julho, motivados pela ideia de desvendar as preciosidades lá guardadas.

- Olá, Bruna, César e Érica! Tudo bem? – Perguntaram Alexandre e o seu irmão Lucas.

- Sim, e convosco? – replicou Bruna, César e Érica.

- Também – confirmaram Alexandre e Lucas. 

- Então, vamos lá desvendar estas obras escondidas, pois temos muito trabalho  pela frente – afirmou o César.

       -Então…, vamos! - responderam Alexandre, Bruna, Érica e Lucas. Entraram e questionaram:

- É nesta sala que se desvendam aquelas obras de arte valiosas? – inquiriram os cinco amigos entusiasmados.

- Sim, mas só tendes cinco minutos! – informou a senhora da receção, enquanto apresentava o guia David.

- Olá, é um prazer conhecê-lo! - disseram os 5 jovens, cheios de curiosidade.

-Podemos começar?!- antecipou-se o Lucas, impaciente.

       Chegando ao local dos enigmas, o David informou:

- Agora estão por vossa conta!

Os cinco amigos entraram na sala e ficaramm admirados e estupefactos pelo seu tamanho e pela quantidade de enigmas.

- Que grande! – exclamou a Bruna.

- É mesmo, Bruna! - acrescentou a Érica. 

       Lançaram mãos à obra uma vez que sabiam que todos eles eram muito difíceis. Concordaram em distribuir os cinco enigmas por cada um deles. O primeiro, que estava no teto, foi descoberto pelo César. Consistia em calcular a idade do quadro de Mona Lisa: -4x+6x+4032=13050-3. Assim, foi superado o resultado do primeiro e vencida a primeira dificuldade.  

 O Alexandre descobriu o segundo, desenhado no tronco de uma árvore, e correspondia ao outro lado da figura. Resolveu-se, deste modo, o enigma da obra Autorretrato em Esfera Espelhada”, de M.C. Escher

 O terceiro ficou a cargo da Érica e encontrava-se numa parede. Ela tinha de confirmar se a imagem era um polígono ou não. Mais um passo em frente! Estava descoberta a “Noite Estrelada”, de Van Gogh.

       Lucas, já cansado de tanto procurar, caiu no chão, mas, de repente, descobriu o quarto enigma que consistia na resolução da seguinte equação: -3x+6x-11467=-1922-2x. Novo passo na descoberta, desta vez a “Fábrica no Horto de Ebro”, de Pablo Picasso.

       O último mistério a desvendar coube à Bruna. Estava muito bem escondido! Era preciso calcular a massa que se encontrava no gobelé, sabendo que a Cm é 0,090 e que o volume da solução final era 500 ml. “O Grito”, de  Edvard Munch, estava descodificado!

       Terminada a dura aventura, os cinco amigos saíram da sala e entregaram o resultado de cada descoberta à rececionista que ficou feliz por serem os primeiros a conseguir resolvê-los. Como recompensa, cada um recebeu o quadro respeitante ao enigma descoberto. Felicíssimos, foram festejar!!!


Trabalho realizado por: Alexandre Ferreira, nº2, 7ºD; Bruna Fernandes, nº4, 7ºD; César Martins, nº6, 7ºD.

Junho de 2020

 




                           

 

Porque a vida continuou...Porque o relógio continuou o seu implacável tic-tac...Porque os nossos alunos… continuaram no seu percurso de vida que se deseja de Crescimento Global… a BE também continuou a promover desafios.

Desta feita, para assinalar o Dia Mundial da Criança!

Aconteceu a atividade Da Leitura à Escrita.

Eis um apontamento: 

"Da Leitura à Escrita"




O tempo voou...
ABRIL chegou e aconteceu Escrita Criativa para cantar a LIBERDADE!















Após uma pausa, para o descanso merecido, eis-nos no ano letivo 2019/2020. Eis-nos numa nova página da vida de todos e cada um de nós que se deseja pintada com as mais belas cores, os mais belos sons, os mais deliciosos aromas.
A BE está cá para fazer brotar, fazer realçar, fazer crescer tudo isso!
Aqui ficarão registos de sonhos vossos, estimados (as) alunos(as)



DEZEMBRO, SINÓNIMO DE SONHOS, DE CORES, CHEIROS, SABORES, 



SENTIMENTOS e de Concurso Poético de Natal



"Esta Palavra Natal" 







Deu que pensar, sentir, e... escrever!

Veja-se:

Natal especial palavra
É a luz interna
É calor da família
Amor do presente
Presentes coloridos
É uma estrela encantada
Doce lar
Alegria sem fim
É lar encantado
Porque é Natal em Portugal
Sandra Ferreira, nº18,7ºB

Natal especial palavra
No Natal
Há luzes a brilhar
No Natal
Há prendas para abrir
No Natal
Há uma pessoa muito especial
No Natal
O Pai Natal está a chegar
No Natal
Nós estamos a festejar
Simão,7º B


Natal especial palavra
No Natal
A luz é brilhante
No Natal comemos doces
E comemos rabanadas
Fazemos a árvore de Natal
Cheia de beijinhos
Fazemos também o presépio
À volta da árvore
Colocamos as prendinhas
No Natal também
Comemoramos o nascimento
 Do Menino Jesus
Onde os reis Magos
Deram-lhe prendas
E para chegar até Ele
Foi preciso uma luz
Vasco Machado e Castro

Natal especial palavra
Vai chegar o Natal
Estou muito entusiasmado
Vou receber uma bicicleta
Porque a minha está
Com um pneu furado
Gosto muito do Natal
Porque se está com a família
Não há chatices
Pois há muita alegria
Daniel Silva Costa, nº 3, Turma 7º B

Natal especial palavra
O Natal é bonito
É cheio de alegria
Há muitas prendas
E muita harmonia
Come-se muitas rabanadas
e muita aletria
Há muita publicidade
E muita cantoria
José António da Silva Lopes

Natal especial palavra

O Natal em Família
Recheado de amor
Todos reunidos
Numa mesa repleta de saber
Os presentes na árvore
O fogo na lareira
O Pai Natal chega
De barriga cheia
A estrela a brilhar
No grande Luar
Como se fosse
Jesus a celebrar
Margarida Salgado, nº 15, 7º B

Natal especial palavra
O Natal é bonito
E cheio de amor
Meter lenha na lareira
E ficar com calor
É um dia cheio de alegria
Bom é comer aletria
Comer rabanadas
E ficar em harmonia
Carlos, nº 1, 7º C

Natal especial palavra
No Natal as luzes a dar cor
Com árvore toda enfeitada
Com a família que nos dá amor
E com a ceia abençoada
No Natal como aletria
Com lume a arder
Há muita alegria
Quando as prendas receber
Francisca, 7º B, nº 7

Natal especial palavra
É a luz brilhante
É calor no nosso peito
Amor nas nossas almas
Presentes embrulhados
É uma estrela cintilante
Doce canção
Alegria no coração das pessoas
É o lar que nos aconchega
Rita Rego Machado 6ºA

Natal especial palavra
Natal em família
Amor e Harmonia
É um grande dia
Com tanta alegria
Dia de comer e beber
O pinheiro a piscar
As crianças a brincar
E do Natal vais gostar
Diogo Manuel Faria Ferreira, nº 6 7º B




Natal especial palavra
O Natal é uma época de alegria
Onde tudo parece enfeitiçado
Tudo repleto de magia
Onde tudo se aproveita
De bom agrado
O Natal tem um conceito
Dar e receber
Nem tudo é perfeito
Mas faz-se o que se pode fazer
Embora seja uma época
 De abrir o coração
Tudo tem um fim
Então quando ela acaba
Todos enchem as mágoas
 Com bolas de Berlim
Cristiano 7º D

Natal especial palavra
O Natal traz calor
Doce e muito amor
Cá vem o Senhor Jesus
Para trazer prendas e muita luz
Vamos para o Natal
Vem aí o Pai Natal
Vai trazer chocolates
 E muita alegria!
João Pedro Ferreira, Turma:7º B, nº 9

JANEIRO TROUXE 



Esta obra de David Machado levou os alunos da Leitura à Escrita.






1 de janeiro = Dia Mundial da Paz

fez acontecer Escrita Criativa através de uma 

Nuvem de Palavras!



Sob orientação da Professora Glória alunos e alunas aderem à iniciativa com interesse!







Valeu a pena!!!

No 1º Ciclo também aconteceu... escrita criativa 
assim








PARABÉNS!

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MARÇO,

CONTIGO OUVIMOS 

O Som das Palavras

3º ano de EB1/JI Guardizela




Texto da Turma do 3º ano da EB1/JI Carreiro




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