Trabalhos dos alunos

Esta página destina-se a colocar e a disponibilizar os trabalhos que os alunos do Agrupamento de Escolas Virgínia Moura vão realizando em torno das suas leituras, em contexto de sala de aula, sob orientação dos docentes, bem como aqueles que são o produto de concursos/desafios promovidos pela Biblioteca Escolar Ana Saldanha, PNL (Plano Nacional de Leitura), RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) ou, por livre iniciativa dos referidos alunos.
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Celebrando o Ambiente



Florbela Castro, a autora da obra Árvore Mãe,  voltou ao nosso agrupamento!

Voltou para celebrar o Dia Mundial do Ambiente - 5 de junho, na EB1/JI Monte - Guardizela!



Este foi um dos presentes dos alunos para Flor!




A Flor é um presente para o Meio Ambiente!


ÁRVORE MÃE

Aquela que força me dá
Recebe as minhas dores
Vela por meu viver
Orienta-me no caminho!
Recebe-me com um abraço
Envolvente e com carinho!
Minha pedra preciosa
Amiga ímpar
És tu… maravilhosa!

Turma D

EB1/JI Monte-Guardizela






Os alunos responderam ao repto de falar sobre a BE a Biblioteca Escolar para se juntarem à festa dos: 20 anos RBE – Testemunhos escritos na primeira pessoa. 

Valeu a pena!



“A Biblioteca é um lugar de lazer.” (João 5º B)

“A Biblioteca é um lugar de conhecimento.” (Inês 5ºB)


“A Biblioteca é um mundo de conhecimento.” (Rodrigo 5ºC)

“A Biblioteca é um lugar de descoberta.” (Luana 8ºD)


“A Biblioteca é um lugar de imaginação.” (Ana 5ºC)


“A Biblioteca é um sítio onde podemos aprender mais sobre o mundo que nos rodeia.” (Catarina 7ºC)


“A Biblioteca é um mundo de aprendizagem.” (Catarina 9ºD)


“A Biblioteca é um lugar de aprendizagem.” (Francisca 8ºA)


“Com a biblioteca ganhamos sabedoria.” (Maria 7ºB)

“A Biblioteca Escolar é um lugar de silêncio e conhecimento.” (Mafalda 7ºB)


“A BE é uma descoberta” (Maria 5º C)


“A BE é uma diversão” (Ana 5º C)


“A BE é fixe.” (Filipe Ferreira – 7º E)


“A BE é uma leitura.” (Vera 5º B)


“A BE é a minha fonte de inspiração.” (Joana 5º C)


“A Biblioteca faz pensar.” (Vânia)


“Com a Biblioteca ganhamos sabedoria.” (Maria 7º B)


“A biblioteca é um lugar de conhecimento.” (Carlos 5º B)

“A BE é um lugar de aprendizagem e de enriquecimento.” (Gaby Oliveira 7º B)


“ A biblioteca é a minha segunda família.” (Rúben 5º C)

“A BE é um lugar onde gosto de estar.” (Ana 8º D)

BIBLIOTECA

"És o mar
De letras
Onde eu navego
Como o meu navio
Repleto de sabedoria.
Biblioteca
És um mundo
De fantasia.”
(Fátima 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


“Biblioteca é uma estrela que nos guia até ao futuro.
Biblioteca é um mar feito de letras e palavras.
Biblioteca é uma fonte de sabedoria.”
(Bárbara 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


“Biblioteca, és um lugar de sossego, mágico, onde tudo é possível e onde a imaginação se liberta das nossas mentes e voa, passeia, faz tudo o que quer.”
(Leonor 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


 “Para mim a Biblioteca é um mundo de livros belos que transmitem mensagens para tornarmos o mundo melhor. É um lugar cheio de mistérios.”
(Vasco 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


“A Biblioteca Escolar
É um mundo que transborda sabedoria,
Que nos dá a conhecer
Lugares escondidos!
A Biblioteca Escolar
É a luz
Mais radiosa
Do nosso pensamento
E todo o conhecimento que nela habita
É o nosso…
Bem mais precioso!”
(Joana Ferreira 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


“A Biblioteca - fonte do conhecimento e do saber!
A Biblioteca – mundo dos livros, de leitura e da sabedoria!”
(Nuno 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)


“A Biblioteca é a árvore da leitura, é mergulhar no sonho.
A Biblioteca é a flor do crescimento.
A Biblioteca é o mar das letras, o mar das mil aventuras.”
(Margarida 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)   


“A Biblioteca é um lugar onde a imaginação não tem limites e é onde os sonhos voam até ao infinito!”
(Mariana Matos Machado 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)   

 
“A Biblioteca Escolar
É uma mão nuvem fofa
Onde se guardam os sonhos,
Sorrisos e até as lágrimas!”

"A Biblioteca Escolar
É uma mão
Que dá a mão
À imaginação”
(Lia 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)    


“Para mim a Biblioteca é uma fonte de imaginação onde podemos embarcar para o mar das letras.
É a gruta secreta onde se podem descobrir novos seres e mundos.”
(Maria Luís 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)  


“A Biblioteca Escolar é uma floresta de sabedoria.
A Biblioteca Escolar é um riacho azul que me dá imaginação”
(Maria Vitória 3º ano da EB1/JI Aula-Conde) 


“A Biblioteca Escolar é mágica!”
(Pedro 3º ano da EB1/JI Aula-Conde) 


“A Biblioteca é uma porta de felicidade porque nos dá sabedoria”
(Inês 3º ano da EB1/JI Aula-Conde) 


“A Biblioteca Escolar é o sítio onde tem pó de magia da leitura, imaginação, cultura e aprendizagem.”
(Marcelo Henrique 3º ano da EB1/JI Aula-Conde) 


“A Biblioteca Escolar é um local agradável onde toda a gente pode descansar cheio de imaginação!
(Matilde da Cunha Ferreira 3º ano da EB1/JI Aula-Conde) 



 

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Maio é mês da Mãe
Maio cantado em verso.

Os petizes do Pré-escolar da EB1/JI Monte-Guardizela


Seguiram um dos desafios lançados pela BE Ana Saldanha para cantarem a sua mãe! 


Criaram um poema respeitando um outro dado como modelo que deveriam respeitar.



Ser mãe é…

Ser mãe é…
Ser a luz
Que guia os meus passos.

Ser mãe é…
Ser a brisa
Que embala os meus sonhos!

Ser mãe é…
Ser o ar
Que purifica meus pensamentos!

Ser mãe é…
Ser o mar
Que me leva a novas descobertas!

Ser mãe é…
Ser a nuvem
Que rega minha alma sedenta!

Ser mãe é…
Ser a bússola
Que orienta meu caminhar!

Ser mãe é…
Ser a mão
Que indica o meu andar!

Ser mãe é…
Ser o livro
Que me ensina a viajar!

Ana Carneiro



O "produto" foi este! 


Ser mãe é… (alunos)

Ser mãe é…
Ser o meu sol
Que me aquece com o seu brilho!

Ser mãe é…
Ser a flor
Que perfuma o meu dia!

Ser mãe é…
Ser uma rosa
Que se a cheirar me faz sorrir!

Ser mãe é…
Ser a árvore
Que me abraça com carinho!

Ser mãe é…
Ser o arco-íris
Que dá cor á minha vida!

Ser mãe é…
Ser o sol
Que me aquece o coração!

Ser mãe é…
Ser a árvore
Que alimenta a minha natureza!

Ser mãe é…
Ser a princesa
Que me leva ao castelo encantado!

Ser mãe é…
Ser a rosa
Que me embala e perfuma!

Ser mãe é…
Ser um palácio
Que me guarda dia e noite!

Ser mãe é…
Ser o desenho
Que está encantado por mim!

Ser mãe é…
Ser a nuvem
Que envolve com fofura!

Ser mãe é…
Ser a árvore
Que me abraça com sombrinha!

Ser mãe é…
Ser o galho
Que dá colo e abraça!


Ser mãe é…
Ser a folha
Que me passeia no ar!

Ser mãe é…
Ser o sol
Que passeia com os filhos!


Nome: Coletivo
Escola: EB1/JI de Monte-Guardizela
Ano/Turma: Pré-Escolar 3A
Mãe cantada em verso continuando palavras poéticas do poema A Mãe de Luísa Ducla Soares in Poemas da Mentira e da Verdade.




A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.


- Lê, sente, pensa na tua mãe, compara-a às coisas mais belas e mais importantes do mundo e escreve tu continuando o poema.
O poeta, ou a poetisa agora és tu!

- Este foi o desafio lançado aos alunos pela BE. 

E a obra nasceu:

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É uma abelhinha
E eu o seu mel.

A mãe
É um arco-íris
E eu as suas cores.

A mãe
É um rio de água limpa
E eu o seu mergulhador.

A mãe
É um teste
E eu as suas respostas.

A mãe
É a pele
E eu o seu perfume.

A mãe
É um tesouro
E eu sou a sua riqueza.

EB1 de Outeirinho-Turma 7B- 4º ano

Os alunos do 4º ano da EB1/JI Aula Conde assim cantaram a sua mãe assim:

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É uma estrela
E eu o brilho que irradia em si.

A mãe
É um sorriso
E eu a felicidade que habita nela.

A mãe
É um lápis que me explica a vida
E eu a guerreira que enfrenta os medos.

A mãe
É o meu espelho da verdade
E eu a rosa do caminho da sua vida!

A mãe
É o olhar que transborda sabedoria
E eu a raiz do meu próprio futuro.

Joana Pedrosa Ferreira

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É a lua
E eu a pequena estrela desorientada.

A mãe
É a luz que me deu vida
E eu a sua razão de viver.

A mãe
É a palavra da vida
E eu pretendo perceber o que significa.

A mãe
É a guerreira
E eu a pequena menina protegida por ela.

A mãe
É a minha heroína
E eu o seu orgulho!

Luana Peixoto

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o luar
E eu o brilho do sol

A mãe
É a raiz
E eu sou a semente

A mãe
É o Universo
E eu o Mundo

A mãe
É o passarinho
E eu o seu piar

A mãe
É o olhar meigo
E eu o seu sorriso.

Maria Luís Fernandes Gonçalves

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o sonho
E eu a imaginação.

A mãe
É a claridade da manhã
E eu as nuvens.

A mãe
É um pássaro ternurento
E eu a semente do crescimento.

A mãe
É a asa da felicidade
E eu o livro mágico.

A mãe
É o beijo que acaricia
E eu a lágrima da criatividade.

Margarida Sousa Freitas

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É uma gota
E eu a planta sedenta que a quer beber

A mãe
É a lua que ilumina a noite
E eu sou as estrelas pequeninas esvoaçando pelo céu

A mãe
É a estrada onde eu caminho
E eu com orgulho gosto de com ela aprender

A mãe
É a minha rosa
E eu sou as delicadas pétalas finíssimas

A mãe
É tudo para mim
E eu sou a menina com sorte de a ter.

Ana Maria Duarte Faria

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o sol reluzente e brilhante
E eu o luar cintilante.

A mãe
É um pássaro que voa em liberdade
E eu sou as suas asas.

A mãe
É um sonho de criança
E eu a imaginação.

A mãe
É o sorriso do mundo
E eu a sua magia.

A mãe
É uma nuvem de carinho
E eu sou o seu algodão macio.

Sara Maria Caetano Moreira

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É a luz
E eu sou o sol.

A mãe
É o tesouro
E eu sou o seu ouro.

A mãe
É a vida
E eu o mundo.

A mãe
É o pássaro
E eu o seu belo canto.

A mãe
É o livro
E eu sou as letras.

Vasco Filipe Martins Machado

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o farol
E eu os barcos.

A mãe
É a noite
E eu as ternurentas estrelas.

A mãe
É uma flor
E eu as suas pétalas.

A mãe
É o sol
E eu o brilhante raio.

A mãe
É o mundo de sabedoria
E eu a fantasia.

Ana Sofia Alves Sousa

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É uma estrela cadente
E eu o sol que a acompanha.

A mãe
É um lápis imaginativo
E eu um caderno sorridente.

A mãe
É um dicionário do saber
E eu uma mão curiosa.

A mãe
É um vento suave
E eu um rosto enfeitiçado.

A mãe
É um olhar terno e meigo
E eu os lábios que beijam a lua.

Leonor Costa Oliveira

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o céu azul
E eu as nuvens

A mãe
É o sol brilhante
E eu o caminho que ele ilumina

A mãe
É um baú repleto de sabedoria
E eu um dos tesouros que lá existe

A mãe
É um pincel
E eu a aguarela do quadro

A mãe
É o mar
E eu as ondas maravilhosas.

Mariana Matos Machado

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.


A mãe
É a mão que para a guerra
E eu o beijo que acaricia o mundo.

A mãe
É a areia
E eu a onda que rebenta nela.

A mãe
É a nuvem
E eu a vitória vencida.

A mãe
É o sonho
E eu o sorriso que liberta magia.

A mãe
É o luar que se deita na noite
E eu o sol que levanta o dia!

Mariana Gonçalves Ferreira


A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É uma árvore
E eu sou as folhas.
A mãe
É uma flor
E eu sou as pétalas

A mãe
É o mar
E eu sou a areia

A mãe
É o céu
E eu as nuvens

A mãe
É o sol
E eu o planeta Terra

Nuno André Pereira Machado

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o universo
E eu o mundo

A mãe
É a fonte
E eu a sua água

A mãe
É o vento
E eu a folha

A mãe
É o sol
E eu a lua

A mãe
É o mar
E eu um continente

João Pedro Silva Castro Ribeiro

A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.

A mãe
É o céu azul e brilhante
E eu sou as nuvens brancas e fofas.

A mãe
É o sol que brilha
E eu sou os seus raios.

A mãe
É o vento que sopra com força
E eu sou uma folha suave.

A mãe
É pérola que ilumina o meu coração
E eu sou o seu espelho.

A mãe
É o farol que me guia
E eu sou a sua luz que brilha

Patrícia Lopes Martins 





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23 de abril/25 de abril

23 de abril – Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

25 de abril – Dia da Liberdade

Para assinalar estas datas os alunos deixaram que as suas almas poética pintassem em palavras o seu sentir, sonhar e saber!

Como flores campestres que vão salpicando e pintando LIVRES os livres campos de cor e beleza, na primavera, assim os poemas dos alunos da EB Virgínia Moura coloriram os expositores da BE! 

Essas cores são estas:

No Livro a Liberdade
A liberdade é um livro,
Onde imaginar e voar,
Sou livre!
A liberdade
É uma fonte de sabedoria,
Onde correm as palavras,
Os pássaros voam!

Jacinta Correia da Silva 5.ºc n.º13

No livro a Liberdade
Quando leio um livro
Sinto liberdade
De poder dizer o que sinto
Em poucas páginas
De poder sonhar
Sem estar a dormir
De poder imaginar
Nas aventuras que se passam
De página para página.
Quando leio um livro
Sinto felicidade
Sinto paixão
Isto sim, é liberdade!

Raquel Carneiro Oliveira
Nº22
5ºC

No livro a Liberdade
Quero ser livre como um livro!
Quero ser como um livro,
Quero flutuar de mente em mente
E germinar a semente
Do sonho e da liberdade.
Quero ser como um livro
Quero ser capaz de transportar a magia
Que tenho dentro de mim
E dá- la às pessoas
Para que todas elas vivam
Como um livro,
Vivam LIVRES!
Com um livro podemos
Sentir o sopro
Leve e harmonioso
Do vento a deitar
As folhas de mil cores ao chão
Formando um manto de aguarelas.
Podemos sentir o poder
De uma única e excecional palavra,
A liberdade!
Podemos sentir o balançar das folhas
Que se embalam nos ramos rugosos
Das árvores esbeltas.
O livro é a liberdade!

Bruna Filipa Ferreira Ribeiro, 6ºA; nº3


Livre com um Livro
Nos livros
Livre me sinto
Vivo sem preocupação
Do que de mim pensarão.
Deixo o pensamento fluir
Para nesse mundo fantástico
Me poder divertir.
Sinto-me livre
Sem sair do lugar
Isso basta
Para conseguir sonhar!

Inês Machado Pinto
Nº11;

No livro a Liberdade
Quero ser livre como um livro!
Quero ser como um livro,
Quero flutuar de mente em mente
E germinar a semente
Do sonho e da liberdade.
Quero ser como um livro
Quero ser capaz de transportar a magia
Que tenho dentro de mim
E dá- la às pessoas
Para que todas elas vivam
Como um livro,
Vivam LIVRES!
Com um livro podemos
Sentir o sopro
Leve e harmonioso
Do vento a deitar
As folhas de mil cores ao chão
Formando um manto de aguarelas.
Podemos sentir o poder
De uma única e excecional palavra,
A liberdade!
Podemos sentir o balançar das folhas
Que se embalam nos ramos rugosos
Das árvores esbeltas.
O livro é a liberdade!

Bruna Filipa Ferreira Ribeiro, 6ºA; nº3

Livro
O livro é um mundo
Mundo onde reina a fantasia
Fantasia que nos alberga e deleita
Deleita para um reino onde habita o amor.
Amor que se sente em cada estrofe
Estrofe que nos embala a cada momento
Momento em que se sonha,
Sonha como uma criança.
Criança que pula e ri
Ri da felicidade das palavras
Palavras que encantam
Encantam como a alegria
Alegria de ler!

                                         Carolina, 6º A , nº5                                                                        


O Livro
Um livro
É uma fonte de deleite.
Um livro
É um mar imenso
Onde mergulhamos
Em profunda fantasia.
Dentro do livro,
As palavras
Saltitam de alegria.
Dentro delas existe magia,
Que faz com que
As pessoas
Se sintam em harmonia.
Um livro
É um sonho profundo
Onde tudo é perfeito
Onde tudo brilha
Como a pedra mais preciosa.
Num livro
Existe realidade.
Um livro
É uma vida!

Bruna Filipa Ferreira Ribeiro
6º A; nº3


O LIVRO
O livro é importante
Alimenta a nossa imaginação
Melhorando a leitura
Adquirimos muita informação!

É um passatempo
Fonte de inspiração
Enriquece o nosso vocabulário
E acalma o nosso coração!

No livro há aventuras
Interessantes ou não
Ler é importante porque
Desperta a nossa imaginação!

O livro é um presente
Uma diversão
Uma alegria e muita animação!

Sofia Raquel Magalhães Pereira 
6ºc nº18


O Livro
O livro
Verso ou prosa
É alegria do conhecimento
É magnífico!
Livros de poesia
De aventura
E até romance
Fantasia …
Quando uma folha se rasga
É como se a única flor de um jardim
Morresse!
Lemos cada página
É uma nova aprendizagem.
Aprendemos a ler e escrever
Aprendemos a viver!
Para mim os livros
São até morrer!

Filipa nº9; 6ºA

O LIVRO
O livro
Alimenta a nossa
Imaginação
Muitas pessoas
São fontes de inspiração!

O dia 23
Está quase a chegar
Então vamos todos celebrar!

Ler um livro
É um grande passatempo
E como passou rápido o tempo!

 Sempre levo
Um livro comigo
Agora vou
Partilhá-lo com um amigo!

Novas matérias
Vou conhecer
E de TI preciso
Para aprender!

Henrique João Guimarães
6ºC Nº10

O Livro
O livro é divertido
por isso partilha-o
com um amigo!

Novas matérias
Vamos conhecer
Precisamos para aprender.

O livro é diversão
Alimento da nossa imaginação
Desperta a curiosidade
Aquece o nosso coração!

Margarida Cunha Silva 
6ºC; nº15

Páginas de um Livro
Livrinho, livrete, livrão
Porque é que não
Me passas
Cartão?

O dia 23
Esta quase
A chegar
E preciso de ti para estudar!

Disciplinas têm que se farta
E preciso de ti
Para animar a malta!

Emoção, calma ou aventura
É sempre fonte de inspiração
É para isso que o livro serve
Para alimentar a nossa imaginação!

Onde há alegria
Há um livro
Ao virar da esquina
A espalhar magia

Clara Matos
6ºC;  Nº7


Liberdade do Livro

Um livro comecei a ler
Nele falava de liberdade,
Era a liberdade do meu coração
Que me dizia,
Que este livro me pertencia
E me adorava,
Por nele estar a minha história!

Alexandra Ferreira
5.ºC; N.º1


O LIVRO   
O livro
Para mim é uma mãe 
Dá-nos conselhos
Dá-nos lições de vida.
O livro
Representa algo
Que me fascina
Parece um rosto de uma criança
Pode estar feliz
Pode estar triste.
Quando leio
Um livro as
Letras escorregam-me 
Nas veias.
Quando mergulho
Num livro
As palavras entram-me
No coração
Um livro
Nunca acaba!

João Silva; Nº15, 6ºA 


O LIVRO
O livro é um bom passatempo
Com isso ocupo o meu tempo.

Para muitos o livro é fonte de inspiração.
Para outros alimenta a imaginação.

Os livros acalmam-me,
Enriquecem o meu  vocabulário,
Mas acima de tudo, divertem-me.
E ajudam-me nos momentos mais difíceis!

Diogo Machado
6ºC

O livro
O livro
É uma pérola de fantasia
Onde tudo é mágico.
Em cada pétala
Descobre-se um mundo
Repleto de alegria,
Em que cada personagem
Aquece o meu coração
Com os seus sorrisos
E eu me deleito
Com as suas palavras!
É a árvore da vida
Que me segue
E que me protege,
É o saber de uma vida,
É a liberdade para sonhar,
Para dar largas à imaginação.
O livro
É o alento de uma criança
Que está só
Sem saber o que fazer.
O livro
É a esperança do mundo!

Cátia Gonçalves, nº6, 6ºA

           
O LIVRO
O livro é bom amigo
Tem muito para nos ensinar
Gosto tanto para nos ensinar
Que muitas já sei contar.

O livro é precioso
É como um diamante
Porque em todas as histórias
Há um capítulo reluzente.

Palavras, frases, parágrafos
São pequenas partículas
Da preciosidade a que chamamos livro!

Simão Nogueira, nº 22;6º A


Os Livros
É em abril,
Que se comemora
O melhor dia do mundo!

Falo-vos do Dia Mundial do Livro
Meus senhores,
São bonitos e cheios de cores.

Dão-nos asas à imaginação e,
Abrem-nos o coração.

Quando leio relaxo.
Entro na história,
E tento imaginar que sou eu,
No lugar da personagem. 


Beatriz Fernandes Freitas
N.º 6

Quero ser um livro!
Gostava de ser um livro,
Poder desfrutar a magia das histórias
Poder sentir o carinho das pessoas que me pegam,
Ia ser fenomenal!
Poder sentir o folhear das folhas,
O vento do respirar,
Poder sentir o olhar intenso do ler,
As coisas que lhe posso ensinar!
Ensinar a viver as histórias,
Saber expressá-las,
Tanta coisa que lhes posso mostrar,
Continuar a viver a magia
De uma página branca com letras,
Algumas com imagens,
Outras com paisagens e outras… mesmo sós,
Sem nada para contar, sem nada para explicar
Simplesmente à espera de um novo dia!
Cada folha tem uma história,
Essa história é o nosso passado
Todas as palavras…
Resumem-se numa só:
Liberdade!
Vive cada história
E desfruta da sua magia!

Ana Isabel Costa Martins
6º A; Nº2

Como é ser um livro
 O livro transmite conhecimentos
Ideias e conhecimentos
Leva-nos ao mundo da fantasia
Onde tudo é diferente da realidade.
É como o vento
Leve e profundo
Como um manto cheio de pensamentos.
Ler é um passatempo que exige atenção
Compaixão e saber expressar!
É como o luar com a sua luz brilhante,
O saber explicar
Esta luz cintilante
É como uma pérola,
Rara e interessante
Porque quero continuar
A aventura de viver.
Com o livro
Tenho muito a aprender!

Ana Isabel Costa Martins  6ºA nº2


Os petizes do 1º Ciclo também fizeram chegar seus trabalhos, porque é de pequenino que se torce o pepino!


Livros
Eu gosto muito de ler
Porque me faz sonhar
Começo em minha casa
E acabo noutro lugar!
Sonho que sou um super – herói
A castigar os ladrões.
Ou então que estou a voar
Nas costas de dragões …
Os livros são importantes
E eu estou muito vaidoso,
Porque já sei ler!...

Nuno André; turma 3E – 1º ano
EB1/JI Monte-Guardizela





Um livro é um amigo!
Um livro é um amigo
Que trago na sacola…
Com ele estudo em casa
Com ele trabalho na escola!


Um livro é como um professor
Que me ajuda a aprender.
É uma fonte de informações
Que alimenta o meu saber!

Turma: 3E-1ºano
Aluna: Mariana


Escola: Eb1/JI Monte- Guardizela



Foi lendo OLusíadas do mui nobre e nosso Luís Vaz de Camões que nasceu este trabalho de uma aluna do 9º ano.

Rio Ganges

Como o “saber não ocupa lugar”, sabias que o rio Gangestambém conhecido como rio Benares, é um dos maiores rios do subcontinente Indiano?
    O Ganges é considerado um rio sagrado pela população hindu na Índia. Os hindus acreditam que a deusa Ganga desceu do céu para habitar o rio, por isso tomam banho e bebem a água do rio, acreditando que os seus pecados serão purificados. Os hindus devotos visitam o Ganges diariamente para oferecer comida e flores à deusa.
     Apesar do seu significado religioso e da sua importância para o povo da Índia, o rio Ganges é um dos mais poluídos do mundo, sobretudo pelos dejetos industriais e humanos.
E sabias que esterio é evocado por alguns dos nossos maiores escritores?
“Já a manhã clara dava nos outeiros
Por onde o Ganges murmurando soa,
Quando da celsa gávea, os marinheiros
Enxergaram terra alta pela proa.” In Os LusíadasCamões, Canto VI, estrofe 92, vv. 1-4.
“Camões, grande Camões, quão semelhante
Acho o teu fado ao meu, quando os cotejo
(…)
Como tu, junto ao Ganges sussurrante,
Da penúria cruel no horror me vejo;”in Sonetos, Bocage, estrofes 1- 2.



Trabalho Português: Raquel Silva, nº5, 9ºC
Orientação: prof. Conceição Pereira





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Entre 14 e 18 de março de 2016, o Plano Nacional de Leitura desafiou as escolas a fazerem a festa do livro e da leitura. 

A BE Ana Saldanha na 10.ª edição da Semana da Leitura entre outras atividades, conduziu os alunos do Pré-escolar e 1º CEB à Leitura de obras como A Viagem da Sementinha de Maria Isabel Loureiro (para o Pré-escolar, 1º e 2º anos do 1º CEB));

Lendas do Mar de José Jorge Letria (para o 3º ano do 1º CEB;

e O Grilo Verde de António Mota (para o 4º ano do 1º CEB).

Da Leitura à Escrita aconteceu!


Da Leitura de Lendas do Mar... a Escrita aconteceu transformando a prosa em poesia. 

Aqui fica um pequeno registo.

A ambição das luas

Do casamento do sol com a lua,
Nasceram várias luazinhas.
Certo dia, já crescidas as luas disseram:
- Mãe, velha estás a ficar!
- Já podemos ocupar o teu lugar!
 A mãe mandou-as para os oceanos e lá se puseram
e assim  as ilhas se formaram.

Cristiano, Pedro Rafael, Ana Beatriz, Miguel
3º ano 3B


O dia da sereia   
Um dia, o mar estava muito agitado
e atirou uma sereia para cima de um rochedo.
Na praia, apareceu um pescador muito pobre
que não tinha barco e pescava em cima do rochedo.
Quando a sereia o viu
ela pediu-lhe ajuda e ele ouviu.
Ela não conseguia voltar para o mar.
Então a sereia fez uma promessa e começou a falar:
se ele a devolvesse ao mar,
ela aparecia com ouro e prata para lhe dar.
Passados muitos anos o pescador envelheceu
e a sereia vaidosa sempre lhe agradeceu.
Continuou bela e metais preciosos lhe deu.
Lara Sofia, Daniel, Diogo Filipe
3º ano 3B


Embarcando nas Palavras com... Bernardete Costa fez partir à... Escrita Criativa.      

O desafio lançado foi este:                
Cria um criativo conto através da observação da capa do livro . « A luz dos animais e das coisas.» de Bernardete Costa.
            

  Havia dois meninos que viviam no meio do deserto. Certo dia decidiram ir brincar, mas ao sair de casa viram um mapa que parecia um mapa do tesouro. Então decidiram seguir as pistas, mas de repente pareceu-lhes ouvir um barulho e uns pés enormes, os meninos assustado abraçaram-se cheios de medo. O monstro disse-lhes:
- Vocês não têm de ter medo de mim eu não vos faço mal, eu sei que sou um monstro, mas sou amigo. A menina disse-lhes:
- Nós vamos seguir este mapa vamos ver se tem algum tesouro, queres vir?
- Mas eu não sei se posso ir, tenho de pedir primeiro autorização aos meus pais.
Quando o monstro foi perguntar aos pais o menino como era muito tímido perguntou à sua irmã:
- Achas que foi boa ideia lhe teres dito para vir connosco.
- Eu acho que sim, mas quantos mais melhor. Respondeu ela.
O monstro voltou muito animado e disse:
- Os meus pais deixaram-me ir com vocês.
- Boa! - disseram os dois meninos em coro.
 De repente viram um baú e todos gritaram:
- O tesouro, chegamos.
- Agora, só temos é que o abrir. - disse o  monstro.
      Mas mal disseram aquelas palavras o baú abriu-se e saiu de lá uma ovelha com a língua de fora, um lindo arco-íris abriu-se no céu, também saiu de lá um violino todo contente e com dois braços que estava a cantar:
   - Sou agora um belo sorridente violino libertado finalmente. Agora já posso brincar.
Os meninos e o monstro começaram a rir-se e assim acabaram o seu dia a ouvir aquelas suas músicas tão divertidas e olhar paro o arco-íris.


Diana Catarina da Silva Gonçalves
Turma 3D – 4º ano
EB1/JI de Monte-Guardizela
  

“A Luz dos Animais e das Coisas”

Há muito tempo, dois irmãos Albertina e Alfredo viviam à beira da praia.
Certo dia, iam lá os dois a passear pela praia até que Alfredo exclamou:
- Vamos nadar, Albertina!
- Eu estou de acordo, vamos lá! – respondeu ela.
Entretanto os dois mergulharam no mar limpo e azul como o céu! De repente Albertina vai à superfície e Alfredo também, a menina disse:
- Eu vi uma coisa a brilhar no fundo do mar, vamos lá ver?
- Sim! – respondeu Alfredo.
Os dois foram buscar os fatos de mergulho e mergulharam na água de novo.
Quando chegaram à superfície viram que aquele misterioso tesouro era apenas um inútil baú e no momento que se iam embora o baú saltou. Eles voltaram-se para trás e com toda as suas forças conseguiram abrir o baú. De dentro do baú saiu um violino a tocar sozinho, uma ovelha toda louca com a língua para fora e no final lá saiu num ápice um arco-íris brilhante e colorido.
Tudo o que saíra do baú levaram para o seu lar!   

           
Ana Sofia Ribeiro Alves
Escola EB1/ JI – Monte Guardizela
4ºAno



Continuação do poema “Naquela Manhã” de Bernardete Costa
As pessoas brilham 
como o sol.

O mar faz ondas
como a brisa.

Nado como um golfinho
ele gosta de me sentir.

Quando a brisa está calma
parece que me quer abraçar.

As estrelas são belas
como peixinhos a nadar no mar.


EB1/JI Aula Conde               
23/02/2016

Bruna Sofia Ferreira Fernandes

Ano:3º;Turma: 2D



O Plano Nacional de Leitura, PNL, e a Fundação Centro Cultural de Belém, CCB, convidaram todas as escolas do país, públicas e privadas, a concorrerem ao Concurso FAÇA LÁ UM POEMA.
O grande objetivo era e é: incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia.


Nessa linha trabalharam os nossos alunos!
Eis o  que suas almas poéticas, em palavras pintaram!

A paz
A paz é o amor …
A paz é a amizade…
A paz é o convívio,
Entre famílias e amigos!
A paz é a harmonia…
Entre todo o mundo!
A paz é o silêncio!
A paz…
É o que temos de melhor…
Na vida!
                    Rui Miguel                        
             5.º A          
    Nº 19
Noite
Noite, escura e sombria,
mil cores em ti adormecem
fechadas no mundo da solidão
onde uma lágrima
corre pelo rosto
meigo e só.
Noite,
onde a vida não tem fim,
onde tudo se torna
um sonho,
que ninguém pode mudar.
Noite,
onde uma folha cai
se deita no chão
e dorme
o seu sono
triste e
profundo.
Noite,
que esconde
o rosto
e o coração,
que cobre o mundo
com o olhar,
que adormece
a claridade,
que abre
braços à escuridão.
Noite,
mundo do silêncio,
da mágoa
do olhar sombrio
que esconde o dia
e por vezes o sonho!

Luana 2E  - VENCEDORA - 1º lugar do Concurso Faça lá um Poema/2016                   
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde


                                      Um simples olhar
Com um simples olhar
se cria a paz, se cria o silêncio,
com um simples olhar
se cria a vida, se cria o desafio!
Com um simples olhar
criei um laço para mim
e com esse laço
lancei uma paixão que voava
apaixonei-me pele vida
e pela paz
que ela me dava!
Um simples olhar
despertou em mim,
um leve silêncio
pulou dentro de mim!
Um simples olhar
me transmitiu 
o valor da paz,
me transmitiu
a magia
do sorriso
da vida!
  
Joana Ferreira
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde


Espelho
Espelho,
és como o amor
que reflete o
pôr do sol
nas suas
águas cristalinas
e salgadas,
és o guardião
dos olhares
és um portal
mágico onde
através dele
posso ver mundos
desconhecidos.
Espelho,
és sensível
como a pétala de
uma flor,
és quem reflete
o céu estrelado
na noite escura
e sombria .
Espelho,
tu és para mim
o reflexo
de um cisne,
és quem
ouve segredos
jamais
desvendados.
Espelho,
é contigo
que eu gosto
de acordar.

Leonor 4º ano; Turma:2E

EB1/JI Aula-Conde


Pintei

Pintei
o meu
medo com
uma lágrima,
o meu sonho
com um sorriso,
o meu futuro
com sentimentos,
o meu passado
com esquecimento,
o meu coração
de orgulho,
a minha vida
de uma viagem,
a escola
de aprendizagem,
o susto
de coragem,
e o mundo repleto
de felicidade.

Nuno
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde







AMIZADE
A amizade
É muito bonita
Não se vê
Mas sente-se

A amizade
É um sentimento
Que um amigo
Sente que quer
Ser um melhor
Amigo do outro

Nem todos
Sentem isso
Só sentem
Egoísmo,
Ódio,
Raiva
E racismo

A palavra racismo
Quer dizer
Que há violência,
Maltratam
E ainda por cima…
Mata!

Ana Beatriz Pereira Machado
5.º C; nº 3


A chuva
Numa noite escura
Chovia muito
E num ramo pequeno
Estava uma sombra sombria!
Os ramos agitavam-se
E as folhas caíam
Aquela noite não podia…
Ser pior!
Tudo estava estragado
Aquilo era pior
Do que um tornado!
Mas por fim tudo ficou calmo
Parecia um paraíso
Só precisava de esforço
E de trabalho
E dum bocado de riso!

Jacinta Correia da Silva
 n-13   5-C


  A morte
Quando vemos alguém partir
Uma ferida pequenina
Abre-se no nosso coração…
Se calhar têm uma vida melhor,
Sem dor, sem sofrimento…
Mas têm saudade…
De quem deixaram para trás.
Talvez um dia,
Os voltaremos a ver…
Talvez…
A morte não seja má.
Simplesmente,
A morte é uma viagem sem fim!

Mariana Machado nº22;7ºD


Os meus sentimentos
Não sei o que fazer!
Às vezes sinto-me…
Tão mal, triste e desanimada,
Com aquilo que me rodeia.

Fico a pensar nas coisas más
Que as pessoas fazem
E naquilo que elas pensam.

Sei que por vezes elas
Não fazem por mal.

Incomoda-me
Ver as pessoas a morrer à fome,
Não terem algo para comer,
Haver guerras enormes e…
Várias pessoas a morrer

Outras vezes,
Ao contrário, sinto-me 
feliz por ver as outras
pessoas também felizes!

Por vê-las com…
aquele sorriso enorme,
Como uma gigante
Nuvem no céu!

Inês Silva
6º C; nº 11

A Natureza

A nossa Natureza,
Anda tão triste…
Onde está aquela beleza
Que já não existe?
Eu sei aonde ela foi
Fugiu com medo da lixeira
Que o Homem criou!
Só lhe peço uma coisa
Não polua a Natureza,
É mesmo preciso
Para este mundo deixar de ser…
Uma tristeza!

Rodrigo Filipe Gonçalves Neto
5ºC
Nº24


O meu universo
Antigamente…
Pensava que eu era o centro,
O centro, do meu universo,
Mas era simplesmente um planeta
A girar sem parar…
Mas à volta de quê?
Isso todos querem saber
Pois bem, eu giro à volta do amor,
Carinho, paz e amizade…
Muitos pensam que é gozo
Mas é verdade…
Eu giro, à volta dos que amo!

Liliana Fernandes
 7.º B

  
O Mundo
O Mundo
São países de todos os tamanhos e formas 
confraternizando juntos,
São pássaros livres
Chilreando a sua melodia
Que nos aconchega
Todas as noites de inverno!
São borboletas voando 
Em todas as direções.
São sonhos de algodão 
Dos meninos pequeninos,
São crianças brincando
Com ursinhos de peluche!
O Mundo é grande
Até o meu sorriso desaparecer!
O Mundo é maravilhoso
E não para de girar,
Daqui  a alguns anos 
Vou querer visitá-lo!  
Inês
Turma 2D
3º ano


Amizade

A amizade é linda!
A amizade é tudo!
A amizade é a maravilha
Que transforma o mundo!
A amizade ensina-nos a saber!
A amizade é felicidade
Que não sei dizer!
A amizade é cuidar!
A amizade é ajudar!
A amizade é precisa
Para o mundo mudar!

Rui Pedro Coelho Lima
N.º 20
5ºA
                                                                Os amigos
Quando estás triste
Estou aqui para te consolar
As tuas lágrimas para enxugar,
Estou pronta para te ajudar.

Quando não sabes o que fazer
Conta comigo! Estou aqui,
Brinco contigo até te consolar
Quando estás bem, já cumpri a missão.

Os amigos são para isso mesmo
Ajudar-nos uns aos outros,
Sem nos magoar!
Ter amigos é o melhor que há!

Beatriz Alves 6º C
Nº5


O Racismo

O Racismo é
a escuridão de uma floresta sombria,
é o mundo apagado
sem nenhum sorriso,
é uma porta fechada
para aqueles que são gozados.
O Racismo é
uma lágrima
que cai todos os dias
em busca de alegria,
é um coração
que vai estalando
a cada dia que passa.
O racismo é
um jardim murcho
cheio de tristeza.
O racismo é
a vergonha de sair à rua,
é a culpa a atacar-nos
a cada instante.
É uma vida destruída.

Cátia Rafaela Faria Gonçalves      
6º A


Amor
O Amor é
Um rio que nos
Atravessa o corpo
Deixando-nos quentes de
Alegria.
Este sentimento é
O refletir de um luar
Que atravessa o silêncio
Até ao levantar
Do pôr do sol.
O Amor
Faz parte da
Minha vida desde
Que acordo até
Adormecer.
Parece uma arpa
Melódica e harmoniosa
Que nunca para de
Crescer dentro
De nós.
O amor
Mora no nosso
Coração em forma
De uma canção que…
Brilha e reluz
Ao som do bater de uma emoção!

Carla Ribeiro
Nº4; 
6ºA




O Novo Ano de 2016 despertou e fez desabrochar a imaginação! 

Assim:

Em aventuras com uma nova amiga

    O Neblina Branca estava só, sem ninguém com quem se divertir e conversar. Com tamanha tristeza começou a chorar.
    Passado algum tempo apareceu um barquinho de papel que tinha uma coisa em comum com o Neblina Branca: uma parte da folha envernizada.
    - Olá! Como te chamas? – perguntou o outro barco.
    O Neblina Branca respondeu:
    - Eu chamo-me Neblina Branca. E quem és tu?
    - Eu sou a Rosa dos Mares. Há algum tempo fui lançada numa regata, e o meu dono chamava-se Pté. E tu, como vieste aqui ter? – questionou o outro barco.
    O Neblina Branca ficou pensativo durante um tempo, pois o dono da Rosa dos Mares tinha o mesmo nome que o dono dele. Então disse-lhe:
    - Pté?! O meu dono também tem esse nome e eu fui lançado numa regata. Se calhar os nossos donos são a mesma pessoa, porque têm o mesmo nome, nós fomos lançados numa regata e temos uma parte da folha envernizada, só o Pté usa essa técnica.
    - É muito provável termos sido criados pela mesma pessoa. – afirmou a Rosa dos Mares.
    À medida que conversavam estavam a ganhar confiança um no outro. Eles estavam tão animados a conversar, que nem repararam no mini navio com mini piratas que se estava a aproximar. Foi então que ouviram os berros dos piratas e aperceberam-se do que se estava a passar.
    Esses piratas estavam a tentar embarcar neles, pois queriam barcos melhores, todos os barcos que eles construíam iam ao fundo. Como a Rosa dos Mares e o Neblina Branca queriam ser livres, a Rosa dos Mares transformou-se num dragão de papel para eles fugirem de medo e pelos vistos essa estratégia resultou.
    Quando os piratas já estavam bem longe a Rosa dos Mares tornou-se outra vez um barquinho de papel.
    - Como é que conseguiste fazer aquilo? – perguntou pasmo o Neblina Branca.
    Ela respondeu:
    - Pensei num dragão e transformei-me.
    - Isso é incrível!!! – exclamou o Neblina Branca.
    Entretanto veio uma onda que os afastou do sítio onde estavam e eles acabaram por se perder um do outro. A Rosa dos Mares foi parar a uma ilhota e o Neblina Branca estava rodeado de água. Ele navegou durante algum tempo até que viu uma ilhota e foi para lá. Era a mesma ilhota onde a Rosa dos Mares estava mas eles estavam em lados contrários.
    Como a Rosa dos Mares não sabia onde o colega estava, pôs-se a chamar por ele. Este ouviu e exclamou:
    - Estou aqui! Vou já ter contigo!
    Eles reencontraram-se. Foi então que um pequeno portal se abriu e uma voz disse-lhes.
    - Entrem neste portal e verão coisas fantásticas!
    E essa voz calou-se. Os dois barquinhos estavam com cara de caso, mas acabaram por entrar. Quando entraram o portal fechou-se e eles estavam num mundo completamente diferente.
    Nesse mundo havia cavalos alados, unicórnios, animais falantes, fadas, sereias, ogres, anões, gigantes, entre outras coisas fantásticas, mas eles ainda não tinham visto nenhuma dessas criaturas.
    Foi então que encontraram um rio e navegaram nele.
    A Rosa dos Mares viu qualquer coisa na água e disse:
    - Está ali um peixe, não, é uma menina, não, não, não, não, não, é uma sereia!!! É tão linda! Ela parece estar a dançar.
    Eles aproximaram-se e cumprimentaram-na. A sereia ficou um pouco assustada, mas quando viu as caras simpáticas daqueles barquinhos mudou logo de reação e apresentou-se:
    - Olá! Eu chamo-me Penélope. Qual é o vosso nome?
    - Eu chamo-me Rosa dos Mares e o meu colega chama-se Neblina Branca. – respondeu a Rosa dos Mares.
    - Têm uns nomes engraçados. Já agora, permitem-me fazer-vos algumas perguntas para ficar a conhecer-vos melhor. – perguntou a Penélope.
    - Claro! – respondeu o Neblina Branca.
    - Qual é o vosso maior desejo? Qual é a cor que mais gostam? Qual é o vosso tipo de música preferido? Qual o animal que mais gostam? – questionou-lhes a Penélope.
    A Rosa dos Mares respondeu:
    - Gostava muito de ser humana. A minha cor preferida é o verde-água. Gosto mais de músicas pop. O meu animal preferido é o lince-ibérico.
    - O meu maior desejo é ter toda a sabedoria do mundo. Adoro o azul. Gosto mais de músicas rock. O meu animal preferido é o colibri. – respondeu o Neblina Branca.
    Quando a Penélope ia começar a falar apareceu uma fada com o nome Íris, que tinha ouvido a conversa toda. Então disse:
    - Eu vou conceder os vossos desejos e vou mostrar-vos todas as criaturas aqui existentes, isto é, se vocês quiserem.
    - Claro que queremos! – responderam animados e em coro os dois barquinhos.
    A Íris fez magia e de repente a Rosa dos Mares transformou-se em humana, o Neblina Branca ficou muito sábio e apareceram todas as criaturas mágicas existentes naquelas redondezas. Então a Íris e a Penélope perguntaram-lhes:
    - Quereis viver aqui connosco?
    - Sim!!! – responderam os dois amigos.   
    
Inês Pinto 5º C
   
  
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Natal chegou!
 Da imagem à escrita
Observa a imagem! Deixa-te levar pela magia do espírito de Natal!
Deixa sair a alma poética que há em ti!
Cria um lindo poema de Natal!
Este foi o desafio que a Biblioteca Ana Saldanha lançou, porque as imagens falam!
E a imagem deu origem às palavras...

É noite de Natal!
O céu cheio de estrelas, faz a noite menos escura.
Na floresta os pinheirinhos pintados de branco, continuam a olhar o céu,
procuram a estrela mais brilhante.
É nessa altura que os bonecos de neve acordam e brincam.
O boneco de neve pai passeia com o filho e conta-lhe histórias sobre o Inverno.
Muito juntinhos costumam dizer ao mesmo tempo
“Inverno, gostamos muito de ti!”

Data: 14 /12/2015
Nome: JI de Agras - Gandarela
Ano: Pré escolar;       Turma: 1A
Escola: EB1/JI de Agras - Gandarela



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O Natal
O Natal é esplêndido
Há muita neve.
Quando o Pai Natal vier
Há presentes para toda a gente…
Os bonecos de neve andam contentes,
Cai um floco de neve
Eles bebem café quente.
As estrelas cadentes brilham.
Se os pinheiros têm luzes,
Brilham como o céu.
O Pai Natal é muito meu amigo!

O Natal abre-me a alma
Quando o Pai Natal vier
Vai dar-me um grande pijama.

Data: 09/12/2015
Nome: Bianka Luciana Pereira Salgado
Ano: 2.º; Turma: 5C
Escola: EB1/JI do Alto

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Natal presente

Natal feliz
Natal que eu quero
Natal eu desejo
Um presente sincero
Feio ou bonito o presente
EU quero aproveitar
Como seria bom lembrar
O Natal de antigamente
Em que os mais belos presentes
Não eram de comprar
Olho pele janela, a neve cai
Que árvores tão belas, cobertas de flocos de neve,
Tão belo o brilho das luzes e do luar
E um lindo boneco de neve
A sorrir-me e a cumprimentar
Para este Natal, deixo a minha lista
Alegremente vou dizer
Eu sou um bom rapaz
E hei-de merecer
Neste Natal quero um belo sorriso
Dos mais sinceros e perfeitos
Dois abraços demorados e entrelaçados
Mais um punhado de carinho
Que nunca possa acabar
São estes os meus sonhos de menino
Que eu quero realizar
Assim eu serei feliz
Mesmo se o mundo não me quiser deixar
Serei em tudo o presente
De um passado do que aprendi
A não deixar o futuro me acabar
E ser como o Natal
Em que o verbo mais belo é amar...

Data: 14/12/2015
Nome: Tiago Rafael Ferreira de Oliveira Torres
Ano:  4º ; Turma: 7B

Escola: EB1 de Outeirinho

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Natal
As árvores cobertas de neve
As crianças a saltar
As estrelas brilham no céu.
O Natal está a chegar!

Os bonecos de neve a sorrir
As estradas a esvaziar
A comida a fazer,
Com a família vamos festejar!

O Pai Natal a chegar
As crianças a esperar…
Com as prendas que vão receber
Entusiasmadas vão ficar.


João Ferreira 7º D Nº17

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

O Natal é…
O momento de amizade!
E também de alegria
Mas na verdade
É a noite de magia…
No Natal, há amor a bailar
Em todo o país,
Ele está a chegar
Para nos deixar felizes!
Com isto tudo
Posso dizer,
Que sou um sortudo
Por tanto receber!

Rodrigo Filipe Gonçalves Neto  5ºC  nº24

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

               Natal branco
Lá fora neva 
Está um frio de rachar
A noite espera
Um minuto de encantar.

Tudo brilha sem parar
Só não me posso queixar
Porque cá dentro esta quentinho
E lá fora vai nevar.

Filipa Carina Barros Fernandes
5º C  
Nº 7

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: 

A Noite de Natal
Naquela noite bela
Havia muita magia
Eu estava à janela
Com muita alegria.

 As estrelas brilham
O boneco de neve preparado
E os meus pais confiam
Que não estava acordado.

Rúben André Andrade da Cunha nº25; 5ºC

Natal...
Nossas almas tocou e eis que do coração de nossos alunos a poesia assim o cantou!

Natal
Haverá melhor época,
Haverá mais alegria
Haverá mais sentimento
Haverá fantasia!

O Natal, melhor época do ano,
Neste dia não são
Só os presentes
São as caras sorridentes!

A família, o melhor da nossa vida,
O melhor do Natal,
Pois convivemos e sorrimos,
Com ela feliz nos sentimos.

Os sinos, o Pai Natal,
Eu os tenho todos os anos
Para sorrir e cantar
Quando ele chegar!

Para terminar
Eu vou falar-vos
Do que me diz o coração
Quando sinto esta emoção!



Para mim
O Natal é o amor,
A alegria, a harmonia,
E o convívio da família!

Não há nada melhor
Do que ter a casa cheia,
E a barriga a rebentar,
Com os docinhos e bolinhos.

Mas claro, não pode faltar
O bacalhau, pois é tradição,
As luzinhas e o pinheiro
Para encher meu coração.

Pois é este o Natal,
A época de grande emoção!
E as suas músicas para agradar,
Todos, nesta época cantarão!

Feliz Natal

Beatriz Alves Fernandes
7ºD     
Nº5


Natal
As árvores cobertas de neve
As crianças a saltar
As estrelas brilham no céu.
O Natal está a chegar!

Os bonecos de neve a sorrir
As estradas a esvaziar
A comida a fazer,
Com a família vamos festejar!

O Pai Natal a chegar
As crianças a esperar…
Com as prendas que vão receber
Entusiasmadas vão ficar.

João Ferreira 7D Nº17

 O Natal
O Natal é…
Um tempo de harmonia
Um sítio de alegria
Que nos enche de magia.
No Natal há paz a voar
Nos brancos lençóis
Que nos fazem sonhar.
Em tempos de Natal
Ficamos a imaginar
Um canto do outro mundo
Que não tem como brilhar.

Raquel Carneiro Oliveira
Nº22  
5ºC

O mar... tem dado muito que falar ou... escrever! 
Nossas almas lusas parecem ter o fado de sempre o cantar!
Nossos alunos cantaram-no assim:

Um mar de histórias
Um mar de memórias 
Um mar de beleza 
Um mar sem certeza
Do amanhã
As ondas batem nas rochas 
Destruindo-as lentamente
Tal como as memórias
Que destruíram corações
E paixões
Se no mar falamos
Em terror falamos. 
Em tristeza falamos
Num mar de emoções.
O mar uma fonte de alimento 
O mar uma maneira de viver
O mar uma maneira de aprender
O mar uma maneira de morrer. 
Em amor falamos


Sofia Abreu Dias      nº18   8ºE


O mar
O mar,
A nossa fonte de vida
Casa de muitos animais
As ondas nunca param de bailar
Cobrem as areias das praias
Com água transparente
E a espuma
E com um cheirinho a sal.                         

A água azulada que á
Noite reluz com o luar
Faz uma festa com o vento
E grandes ondas começa a formar.
  
Realizado : Lúcia Silva Nª21 e Joana Monteiro Nª14 7ªD


16 de novembro de 2015 

Mundos desvendados dentro dos mundos dos alunos


DIA NACIONAL DO MAR

Mar
Tu que és
A descoberta,
Tu que és
O portal mágico
Para muitos sonhos!
És o paraíso musical,
O habitat
De alguns alimentos,
És o sorriso imaginário
Que reluz
Dentro de mim,
Mas por vezes
Podes ser medo
Que alberga
Os tesouros
Que encontras.
És a coragem,
És quem me dá
A esperança
Para continuar
O meu caminho!
És a estrada
Que conduz os barcos
Ao seu destino
Olho para ti
E tu dás-me
O teu verde,
O teu azul,
A tua alva espuma!
Olho para ti
E sinto a tua brisa
Sinto a tua maresia!
Mar,
São poucas as palavras
Do mundo
Para te descrever!    


Joana  Ferreira
4º ano
Turma 2E


O mar é
A coragem
Que tenho dentro de mim!
É uma estrada
Que me guia
Até ao futuro!
É uma aventura
Por desvendar!
O mar é
A brisa da vida!
O espelho da Lua
E do Sol!
O mar é
O marulhar
Das ondas
Que me fazem…
Adormecer
Num sono profundo
E encantador!

Bárbara Mendes
4º ano
Turma 2E


O mar canta
Para mim
Às vezes é azul
Outras vezes verde
Com alva espuma
E gaivotas
Que planam no céu azulado.
O mar é o espelho
Da Lua e do Sol!
O seu marulhar embala-me
Quando estou triste!
A sua maresia
Põe-me alegre e feliz
Para brincar!
O mar
Traz medo e coragem
O mar…
É uma grande estrada…
Sem fim!
O mar
É um sonho
Com grandes aventuras!



Maria de Fátima Peixoto Machado
4º ano; Turma 2E


Mar
Em ti, meu querido mar,
O português partiu
Em busca de novas aventuras
E o mundo se descobriu!

Na tua imensidão
Muito se pode fazer
De economia a lazer
Sem ti não se pode viver!

Ó meu mar!
Tu és tão salgado
E, por vezes, tão violento.
Em ti a vida perdura
Tu és o bom e o mau!

Henrique Pereira

nº 5 – 8º C




O Mar
Da janela do meu quarto
O mar gosto de contemplar
Ver o seu brilho azul
Que parece nunca mais acabar!
Vou para a cama
Vou me deitar
Mas não deixo de pensar
No azul do mar!
É de manhã
Vejo o Sol raiar
Sinto-me triste
Por não poder nadar!
Vou para a escola
E continuo a observar
Os peixes em liberdade
Que adoram dançar!
Quem me dera lá estar
Apanhar conchas
Pelos corais nadar
Sem me cansar!
Quem me dera lá estar
No meu mar!
Liliana Fernandes
                              Nº19                              
7ºD



O mar

O mar é…
Algo que me faz sonhar!
Algo que me acaricia
Nas praias de encantar!
O mar é…
Uma fonte de inspiração!
Algo que me alegra
Todos os dias o coração!

Raquel Oliveira
Nº 22
Turma - 5º C
 O MAR É SALGADO,
É LINDO DE ENCANTAR…
NAS SUAS ONDAS VOU MERGULHAR!
O MAR É ESPERTO…
NO MAR VOU SURFAR,
COM UMA PRANCHA.
COM BARBATANAS
E UMA BOTIJA DE AR,
O FUNDO DO MAR
EU VOU ENCONTRAR!
TEM MUITAS CONCHINHAS
E OUTRAS COISAS MAIS…
QUERO IR PARA O MAR
E NELE MERGULHAR.
COM O MEU FATO DE BANHO
NADAR, NADAR…SEM AFOGAR,
TENHO DE USAR BRAÇADEIRAS
PORQUE EU QUERO BOIAR!
NO MAR EU VI
UM BARCO A AFUNDAR,
VIERAM AS ONDAS
PARA O AJUDAR.
O MAR ESTÁ BRAVO
COM O VENTO A SOPRAR,
AS PESSOAS FOGEM
PARA NÃO AFOGAR!
O MAR É AMIGO…
QUANDO EU FUI AO MAR,
VI UMA SENHORA
QUE SE ESTAVA A BANHAR,
PARA SE REFRESCAR.
UM CASTELO EU FIZ
À BEIRA DO MAR,
COM AS MÃOS DO TIO NUNO,
MAS PARA FICAR FELIZ,
ANTES EU PUS
O PROTETOR SOLAR.
O MAR É AMIGO…
TEM LÁ DENTRO PEIXES…
TEM O PEIXE GATO,
O PEIXE ESPADA,
O PEIXE TROVÃO,
GOLFINHOS E POLVOS
E O TUBARÃO.
TAMBÉM HÁ SARDINHAS,
BACALHAU E DOURADAS,
MUITOS POLVOS E RAIAS.
ROBALOS, BALEIAS,
CAVALOS MARINHOS, CARANGUEJOS,
TARTARUGAS E SEREIAS,
E ESTRELAS GRANDES E PEQUENINAS,
AREIA E BEIJOS.


COLETIVO, TURMA 3A, EB1/JI MONTE GUARDIZELA



Dia Nacional do Mar
(ACRÓSTICO)
De umas ondas gigantes
Imensos sonhos se soltam
Abraçam-se com desilusões

Nele navegam barcos, navios…
Ainda com muitas esperanças
Com muito trabalho pela frente
Indo buscar as forças
Onde parece não as haver
Não é fácil a vida do mar!
Algumas pessoas até morrem!
Lindo e rico é o fundo do mar

Dentro dele há peixes, algas, corais, estrelas-do-mar…
Onde tanta riqueza podemos encontrar?

Mar bem precioso
Anda mansinho ou revoltado
Razões tem ele em dormir ou estar acordado!

Trabalho coletivo


Turma 7B- 4ºano

PARA MIM O MAR É:
O MAR é uma riqueza.
Quando olho para o mar sinto amor e lembro-me dos melhores momentos da minha vida.
Ana Filipa

Para mim o mar é especial e divertido.
Quando olho para o mar lembro-me da alegria, do amor e das aflições que os pescadores sentem.
Ana Luísa

QUANDO OLHO PARA O MAR
Penso que o mar é um infinito
André

QUANDO EU OLHO PARA O MAR: Estou a pensar nos pescadores, A pensar naquilo que eles estão a sofrer no mar.
 Beatriz

O MAR PARA MIM É UM AMIGO EM QUE EU DESABAFO SÓ DE OLHAR PARA ELE MESMO.
Carolina

Para mim o mar é precioso.
Quando olho para ele lembro-me o que fiz de errado.
Henrique

O mar para mim é precioso.
Quando olho para o mar sinto que estou dentro dele.
João Pedro    
Quando eu olho para o mar, lembro-me dos bons bocados que passei na minha vida e dos bons bocados que irei passar no meu futuro.
Lara Cartucho

Para mim o mar é um sonho que preenche o infinito.
Lara Santos

Quando eu olho para o mar sinto amor e lembro-me que estou nas nuvens.
Lígia Maria

Para mim o mar é lindo.
Miguel

Para mim o mar é uma grande riqueza e uma grande beleza.
Quando olho para o mar sinto-me confortável.
Nelson

Quando olho para o mar penso no que os pescadores passam.
Raquel

Quando olho para o mar sinto que ele está a soltar palavras e o amor que tem dentro dele.
Sara Ferreira

Para mim o mar é lindo. O mar faz-me lembrar o amor, a paz e muito carinho pela vida.
Tiago André

Quando eu olho para o mar sinto-me sem raiva, alegre e penso que não há injustiças dentro de cada um de nós. Penso também dos risos que passei com os meus amigos de coisas tão boas que nunca mais voltam
Tiago Torres                                                                                                                                      7B 4ºano- EB1 do Outeirinho





Abriu-se a porta do novo senhor do tempo: novembro.
O dia 11 deste senhor trouxe o S. Martinho que chamou o Sol que tudo dourou, iluminou e… brilhou! Fez brilhar os petizes do Pré-escolar!


Hoje é o dia de S. Martinho,
Vamos todos celebrar!
Queremos uma fogueira
Para as castanhas assar.

Nós ouvimos com atenção
As castanhas a estalar.
Tenham cuidado, amigos,
Para ninguém se queimar.

As castanhas bem quentinhas,
Que boas que são!
Eu tenho muito cuidado,
Para não queimar a mão.

As castanhas bem quentinhas
Na mão a saltitar;
Com o olfato do meu nariz,
Eu vou-as cheirar.

As castanhas cheirosinhas
São muito boas, tu vais ver!
Com a minha boca grande,
Estou cá para as comer.

A lenda de S. Martinho
À família vou contar,
E levar no meu recipiente
As castanhas que sobrar.

Ó S. Martinho, obrigada(o)
Pelo sol tão quentinho,
Nós o temos em novembro
Por dares da capa ao pobrezinho.

Trabalho coletivo da Turma 3A


Quem lê sabe mais!
Ler faz Crescer!

A leitura alimenta e ilumina a imaginação!
DLeitura Nasce a Escrita!

A pena de ouro 
   Era uma vez uma família muito pobre. Em sua casa morava um pai, uma mãe e uma filha, essa chamava-se Maria.
   Certo dia, a Maria lembrou-se de dar uma volta pelo bosque. Andou, andou e finalmente chegou ao seu destino.
   As árvores tinham crescido muito desde a última vez que Maria tinha lá ido! As pedras estavam cobertas de musgo!
   - Isto está tão diferente!  - Exclamou a Maria.
   Caminhou durante muito tempo, e eis que viu uma coisa que nunca tinha visto na vida! Ela viu um pavão com penas douradas. Esse pavão não era um pavão qualquer, as suas penas eram de ouro.
   Maria ouviu um barulho muito forte, vindo de muito alto. Logo reparou que era um enorme pedregulho caindo de uma montanha e que ia na direção do pavão.
   Ela correu com toda a sua velocidade e afastou o pavão dali. Depois do salvamento olhou para o pavão e perguntou-lhe:
   - Está tudo bem?
   - Sim, graças a ti! E já agora, quem tu és e como te chamas?  - Perguntou-lhe o pavão.
   A Maria respondeu:
   - Eu sou a Maria e venho de uma família muito pobre.
   - Já que me salvaste, vou retribuir-te o favor! Sabes o que é ouro? Disseste-me que eras pobre, não disseste?- perguntou o pavão.
   - Não sei o que é ouro, e sim, sou pobre. - Respondeu a Maria.
   - As minhas penas são de ouro! O ouro é uma espécie de metal muito valioso! E por tu me teres salvado vou dar-te uma das minhas penas.
   - Não sei o que te dizer! Muito obrigada! - Exclamou a Maria.
   - Não tens que agradecer! Tu salvaste-me, eu é que tenho que te agradecer! Agora vai para casa, porque os teus pais devem estar preocupados! - Exclamou o pavão.
   - Adeus pavão! Gostei muito de te conhecer! - Despediu-se a Maria.
   - Adeus Maria! Também gostei de te conhecer! Vou ter saudades tuas!  - Despediu-se o pavão.
   Lá foi a Maria. Quando chegou a casa disse:
   - Eu conheci um pavão que me deu esta pena de ouro, porque eu salvei-o. Agora já não somos pobres!
   - Como tu és corajosa minha filha! És o nosso orgulho, mas sabes uma coisa? Tu és muito mais valiosa do que essa pena de ouro! Depois de nos contares melhor essa história de um pavão ter-te dado essa pena, vamos vendê-la à ourivesaria. - Declarou a mãe da Maria.
   Depois daquilo, aquela família não teve mais problemas financeiros e foram felizes para toda a vida!    

Inês Machado Pinto
5ºC

 Amizade verdadeira

Amizade verdadeira
É difícil de encontrar
Mas quando se encontra
Não se consegue abandonar!
Amizade verdadeira
É algo que me faz sonhar
Algo que me faz pensar
Sem ela não consigo continuar!
Amizade verdadeira
É a luz do meu luar
É um canto do meu coração
Que me faz acreditar!

12-11-2015
Raquel Carneiro Oliveira
 5º C


O livro

O livro é...
Uma fonte de inspiração
Sempre que pego num
Alegra-me o coração.
O livro é …
Um mundo de imaginação
Sempre que o leio
Encho-me de paixão.
O livro é…
Um mundo de fantasia
Um sítio de magia
Que me enche de alegria!

Raquel Carneiro Oliveira
Nº22

5º C

Porque a poesia anda no ar, porque o pincel de pena de ouro anda a trabalhar, pintou mais um poema na página da escola de Guardizela.
A pintura é este poema de amor de uma criança do Pré-escolar dedicado à sua estimada professora!

Poema de Amor
A minha professora
É a mais linda que eu conheço.
Tem olhos cor-de-rosa
E é o meu anjo encantado.
Tem os lábios da cor de uma rosa vermelha
E brilhantes como um diamante.
As suas unhas pintadas
Parecem um coração meiguinho
E as suas mãos dão-me um abraço,
De amor apertadinho.
O seu cabelo parece o de uma princesa,
A minha princesa adorada.


CONCURSO DE QUADRAS DE OUTONO

O outono chegou, o tempo... pegou no seu pincel de pena de ouro e a Natureza embelezou! Os dias esses o outono encurtou, mas não encurtou a imaginação dos nossos pequenos Grandes escritores que com palavras ilustraram esta estação e responderam ao repto da Biblioteca Escolar Ana Saldanha, em articulação com os (as) docentes de Português. 


O outono
 É o orvalho da manhã
O coração do inverno
As árvores despidas!

É o cheiro
Das castanhas
Que se espalha
Por todo o lado!

São as folhas caídas
Coloridas e amontoadas
Levadas pelo vento
E pela tristeza!

O outono
É a solidão
A escuridão
Do mundo!

Nuno Marques 6ºA



O outono é
A chegada do conforto,
A lareira da igualdade
Onde as famílias se aquecem.

O outono é
A mesa de amor
Onde as famílias
Se alimentam.

O outono
É o véu da paz,
Onde as famílias recolhem
Inspiração para serem mais autónomas.

Rafael Palma
6ºA 

Finalmente chegou
Esta grande estação
As árvores despidas
No meio da escuridão.

O outono é algo
Que todos adoram
Com a chegada dele
Todos comemoram.

O vento do outono é feroz
Até parece um leão
Com a família reunida
É só ver televisão.

Simão Nogueira 

6º A

OUTONO
No outono,
As folhas cobrem
O meu jardim
Com o seu manto de cor.

No outono,
A lareira acesa
Liga o meu coração
Ao seu calor.

No outono,
As árvores ficam despidas
E vivem rodeadas
De solidão.

Bruna Ribeiro
6ºA,  nº3


Poema sobre o Mar
Em ti, meu querido mar,
O português partiu
Em busca de novas aventuras
E o mundo se descobriu!

Na tua imensidão
Muito se pode fazer
De economia a lazer
Sem ti não se pode viver!

Ó meu mar!
Tu és tão salgado
E, por vezes, tão violento.
Em ti a vida perdura
Tu és o bom e o mau!

Henrique Pereira

nº 5 – 8º C

Chora a Natureza

Chora a Natureza
Porquê, porquê
Mas que tristeza!
Está tão triste que nada se vê.

Era um dia especial
Algo aconteceu
Será que lhe fizeram mal?
Como saberei eu?

Já sei!
Será que se magoou?
Eu lhe perguntei:
-Porque chorou?

Rodrigo Neto
5ºC
Nº24


Estes poemas também entraram na berlinda da poesia!

No outono,
Começa o frio,
Folhas caídas no chão,
Rasgadas e calcadas
Pelos pés das pessoas, pelo vento.
Pétalas a voar
Daquela rosa,
A mais bonita do jardim.
Ficar à janela
Ver a chuva cair
Trovões a iluminar
Como posso dormir?!
Fazemos uma fogueira
Mãos a aquecer
Lindas as brincadeiras
Que podemos fazer.
Unidos por uma só coisa
Unidos para sempre!
Somos uma família
Somos uma só gente.  
                                  
Diana Pereira 6º A





LEITURAS MARÍTIMAS foram feitas no 
Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.


Fernando Pessoa, grande poeta luso, tão nosso, quando escreveu, tinha razão!
"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.”

Valeu mesmo a pena! As almas dos nossos professores e alunos são grandes e grandes foram as atividades que desenvolveram após a leitura de Mar Sonoro da grande Sophia de Mello Breyner Andresen.

MAR SONORO
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós.
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o meu secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.

Sophia de Mello Breyner Andresen

Agora, o poeta ou a poetisa és tu! Foi o desafio. E foram poetas mesmo!
Assim se cumpriu a atividade "Marear na escrita"!

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Mar onde tudo ganha vida.
Onde tudo parece perfeito.
Beleza nas tuas águas.
Profundezas obscuras e misteriosas.
Mar que dá alegrias.
Mar onde as crianças são felizes.
Nas beiras das tuas ondas.
És algo incrível e belo.
Mar para mim, mar sem fim.

Data:  21/10/2015
Nome: Rúben Miguel Dias Martins
Turma:  7A
Ano:  2º

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Pelo azul do mar viajar, viajar…
Baleias, golfinhos, corais tu vais encontrar
Mas sonoro, mar sem fundo, mar em mim.
Nadar, respirar, olhar o fundo do mar.
Correntes, ondas, sereias  te vão encantar.
Mar sonoro, mar sem fundo, mar em ti.
Mar que me levas a sonhar.
Sem ter por onde navegar.

Data:  21/10/2015
Nome: Gonçalo Miguel Perpétua Mendes
Turma:  7A
Ano:  2º

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Mar calmo e salgado.
Gosto de estar ao pé de ti.
E do teu tom azulado.
Gosto de ouvir as ondas.
A enrolar na areia.
E de imaginar.
Que há no fundo.
Uma bela sereia

Data:  21/10/2015
Nome: Rui Miguel Oliveira Martins
Turma:  7A
Ano:  2º

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Ó mar! Olha para mim!
Diz a Lua, com saudade.
Quando ela já sabe.
E o tempo anuncia.
Que a noite que ilumina.
Se irá tornar dia.
Espreita o sol, avisando…
Ó Lua! Vou andando.
Que o tempo, que devias
Às estrelas e aos dias
Ficou nas ondas revoltas
Ou nas palavras soltas.
Porque o mar… ó Lua!
É meu sim.
É sem dúvida para mim.
Mar salgado, mar sem fim.

Data: 21/10/2015
Nome: Ana Silvino Milheiro
Turma:  7A
Ano:  2º

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
És tudo para mim.
É lá que me refresco do calor.
E brinco com alegria.
Vejo ao longe o cais.
E barcos com pardais.
Ó mar, pareces um charco!
Mas, mar, tu não tens fim!
Espero que gostes de mim.
Ó mar que nos dás alimento.
Também és o meu sustento.
Mar, tão gelado és!
Às vezes nem posso molhar os pés.
Gosto de aqui brincar.
Correr e saltar.
 Até nunca mais parar.
Mar sonoro eu te adoro.

Data: 21/10/2015
Nome: Afonso Faria Moreira
Turma:  7A; Ano:  2º

Eis a participação dos alunos do Pré-escolar! 
Pequeninos, mas tão Grandes!

Após a leitura do poema:
Fiz um castelo de areia
Mesmo à beirinha do mar
À espera que uma sereia
Ali quisesse morar.

Ó mar,
Ó mar…
Mas foi só uma gaivota
Que ali me foi visitar.

Ó mar,
Ó mar…
Mas foi uma verde onda
Que ali me foi visitar.

E levou o meu castelo
O meu castelo de areia
Para no mar morar nele
A minha linda sereia.

Luísa Ducla Soares, in Poetas de Hoje e de Ontem

Os poetas pequeninos também marearam na escrita!
ASSIM! 

Ó mar,
Ó mar…
Mas foi só um tubarão branco
Que ali me foi encontrar.

Arranjei um equipamento
Entrei na água salgada
Para com ele brincar.
Levou-me às cavalitas
Para novos amigos conhecer
E no oceano fomos passear.

Nome: Afonso Martins Granja (5 anos)
Turma: Pré-escolar 3A



Fiz uma estrela de areia

Mesmo à beirinha do mar

À espera que um príncipe

Ali quisesse brincar.



Ó mar,

Ó mar…

Mas foi só uma sardinha

Que ali me foi encontrar.



E levou a minha estrela

Para o meio do mar.

A minha estrela de areia

Para com ela brincar.


Nome: Coletivo
(3,4 e 5 anos)


Turma: Pré-escolar 3A







Em Oficina de Escrita partiu-se da 
Leitura e chegou-se à Escrita!

Assim nasceram:

Lágrima de preta, de António Gedeãopela pena dos alunos da EB1 Outeirinho

Preta com sinais negros
Negros são seus olhos
Olhos transparentes
Transparentes de amargura
Amargura e pobreza
Pobreza e sofrimento
Sofrimento que faz chorar
Chorar e derramar
Derramar lágrimas
Lágrimas de preta…

Texto coletivo 3º ano

Recolhi a lágrima
Lágrima de tristeza e de sonhos,
Sonhos de uma vida melhor
Melhor comida,
Melhores cuidados de saúde,
Melhor casa,
Melhor escola.
Escola onde se aprenda a viver!
Viver sem guerras,
Sem maldades,
Sem injustiças,
Sem racismo.
Racismo sentimento sem sentido
Que nunca deve existir
Existir sim, a igualdade entre todos.
Todos diferentes mas todos iguais


Trabalho coletivo da turma 7B (4ºano) 


Da Leitura de O QUE SABEM OS PÁSSAROS de Alice Vieira à Escrita
Os pássaros voam e cantam
Conhecem outras culturas
Quando voltam para casa
Contam as suas aventuras!

Nas suas viagens longas
Tempo não têm p’ra descansar
Mas quando o aproveitam
Dormem até cansar!

Mas se se põem a falar
É uma grande confusão
Para os calar
Tem que vir um trovão!

 s/n

A Palavra Mágica 
(de Carlos Drummond de Andrade) ficou magicamente... com outra musicalidade! A musicalidade destas doces e silenciosas palavras:


Certa palavra dorme, dorme na sombra

De um livro raro


Como desconectá-la?


É a senha da vida


A senha do mundo


Vou procurá-la na estante


Onde outras palavras também dormem!


Finalmente encontrei-a!


Estava dentro de um livro


Cheio de pó, todo velho, muito raro!


Mas ainda há muitas mais por descobrir


E eu encontrá-las-ei,


Com paciência e alguma sapiência!






Daniel Ferreira Peixoto


do 7ºA, nº7








Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo
Vou procurá-la.

Carlos Drummond de Andrade

Agora a poetisa sou eu!

Até a encontrar,
Vou ter de sonhar,
Que em alguma parte
ela deverá estar.

A senha da vida,
é estar com quem mais amamos,
é a chave da alegria,
é a que mais precisamos.

Temos a chave,
A porta temos de encontrar,
A porta da imaginação,
Nunca se irá fechar.

A palavra eu já encontrei,
vive num mundo de fantasia,
A palavra já sei,
A palavra é "Alegria".
                                                                                                             Inês Ribeiro Salgado
 nº 12
7ºA





No Mês Internacional das Bibliotecas Escolares - outubro - promoveu-se a atividade "Embarcando nas Palavras com...Florbela Castro" 
Em contexto de sala de aula e na Biblioteca Escolar, embarcámos na obra de Florbela "Árvore Mãe" e da leitura nasceu a escrita, em acrósticos:


Amor eterno
Regaste em mim
Varreste a tristeza
Olhaste para mim
Rindo
Ergueste-me no ar!


Maravilhosa mãe
Adoro-te, és muito
Especial!

Ana Rita Oliveira

5º C

Arvore dos sonhos ela é
Relembrando os bons momentos
Vista por toda a gente
O tesouro de Maria Lua
Rebentam as folhas dos seus ramos
E crescem em direção ao sol
Maria Estrela conforta a mãe
A árvore tinha sido cortada
Es a minha árvore, mãe!

Raquel Carneiro Oliveira
5º C



Arvore mãe,
Ri para a tua felicidade
Vais ultrapassar os teus medos,
O teu amor vai crescer
Ri árvore mãe,
És a melhor árvore do mundo!

Majestosa mãe
Arvore amiga
Es a minha linda e corajosa heroína!

Alexandra Maria Martins Ferreira 
Turma 5.ºC 




A MINHA ÁRVORE É …
RAINHA DA FELICIDADE
VAGUEIA PELO AMOR
O MAL TORNA AMOR
REINA NA NATUREZA
É A FAMILIA DO AMOR
MÃE, PORQUE TU ÉS A MINHA ÁRVORE
A FAMILIA ÉS TU
EMBALAS–ME NOS TEUS BRAÇOS !

LUCAS DANIEL NETO FERNANDES
5ºC



Amiga para toda a vida
Respeito ao próximo
Verde sua vida
O mar da felicidade
Rio de ternura
E companheira da eternidade!
Minha alegria é imensa
Ao ter uma mãe assim
Ela tem muita importância para mim!!!

Inês Machado Pinto
5.ºC

A árvore dá-nos um ar perfumado!
Rio com águas limpas, é maravilhoso!  
Verdes são as árvores, como são lindas suas flores.
O seu cheiro é verdejante!
Rastejam os animais para cima das árvores.
É lindo vê-los!
Maravilhosa árvore
Animas a natureza!
És verdejante!

Ana Francisca Rodrigues
5º C

Árvores
Ricas em oxigénio
Vendo o vento fazê-las bailar
Os pássaros a dar a música
Ramos mostrando maravilhas
Esquilos a observar
Mãe árvore orgulhosa
A filha contente por ajudar
Estes seres são fantásticos.

Margarida Lobo
Turma 5ºA


MATEMÁTICA A RIMAR

Matemática é o luar

Dos números

E as frações gostam de apreciar

O sol a brilhar!!

São as discussões de grupo

Que os problemas nos dão

As brincadeiras com o cubo,

E às horas dou a mão!

É pegar na balança e pesar maçãs

Pegar no metro e o caderno medir

É dirigir um grupo de reduções

É pôr uma reta numérica sorrir!

É contar as estrelas

E num instante a conta perder!

É desenhar círculos e quadrados

Para as figuras geométricas obter!

É montar num algoritmo

E com os números dividir

E para o sinal de mais e de menos

Não ficarem tristes

Também vou somar e subtrair!

Gosto muito de matemática

Nela posso correr e saltar

Até as circunferências me encontrarem

E juntas podermos sonhar!



 Sara Maria Caetano Moreira



4º ano

EB1/JI Aula – Conde

Turma 2E
MATEMÁTICA

Um pensamento
Calmo e profundo,
O grande sorriso
Do mundo!
Números bailarinos
Contas mágicas
Figuras geométricas
E cadernos quadriculados!
No cubo vou descansar
Para depois
Os problemas resolver
Até a cabeça ficar a doer!
Para relaxar
Na esfera vou rebolar!
E agora para finalizar
A grande matemática
Vou abraçar!
Vou pegar na fita métrica
Para medir
Vou pegar na matemática
Para sorrir!
Na matemática
Vou correr e saltar
Vou agarrar…
Nos números
Para somar!
Matemática a rainha
Dos números
És arco-íris
Dos nossos sonhos!


Joana 
4º ano
EB1/JI Aula – Conde
Turma 2E

MATEMÁTICA
Matemática,
Alegre e organizada,
Um mundo de números
Uma floresta encantada!

Resolver problemas
É o nosso dever,
Ver e rever
Até a cabeça doer!

Um rei dos números
Vou imaginar
E todos os meus sonhos
Os números vão pintar!

Se eu fosse um número
Iria levar
Os meus companheiros
A sonhar!

Maria Luís
EB1/JI Aula – Conde
4º ano
Turma 2E

Matemática
Nas aulas de matemática
Com os números vou brincar,
Vou fazer contas
E os sólidos vou pesar.
Gosto de quadrados contar
Na esfera rebolar
No retângulo brincar,
Até me cansar.
Na minha escola
Peguei no metro e medi
Toda a minha sala
E por dentro a colori.
Na matemática
Coisas posso construir,
Para nelas brincar
E muito me divertir.
Gosto de frações
E os números somar.
Os problemas resolver
Soluções encontrar!
Com a matemática
Eu vou brincar
E com os sólidos
Me vou entusiasmar!

Ana Sofia Alves Sousa
EB1/JI Aula – Conde
4º ano

Turma 2E

MATEMÁTICA
Com a matemática
Problemas vou fazer
Resolver contas e contas,
Para melhor aluna ser.

Rebolar num cilindro,
Sentar-me num cubo e imaginar
Que o céu tem números
Onde quero chegar.

Com a matemática
Posso sonhar
Agarrar os números
E com eles somar.

Com um compasso
Círculos vou fazer
Para andar às voltas
Até adormecer.

Medir um jardim,
Onde posso brincar,
Contas resolver
De subtrair e somar.

Numa árvore de livros
Aprender a sonhar,
Contar as estrelas
Para me embalar.
                              
Luana Batista Peixoto
4º ano
EB1/JI Aula-Conde

Trabalhos dos alunos 

Ano letivo 2015/2016 

A fuga da ervilha 



Era uma vez uma ervilha que estava na panela, a ser cozinhada. Quando se apercebeu que ia ser comida, preparou logo um plano de fuga. Saltou da panela fora e rebolou para a porta. Foi então que viveu uma grande aventura!

Sem querer, foi ter ao galinheiro. As galinhas e os galos também a queriam comer, e mais uma vez teve de fugir. Rebolou, rebolou, rebolou e foi ter à casota de um cão que também a achou apetitosa, e foi atrás dela. A ervilha pensou que nunca mais ia chegar ao reino dos alimentos, onde viviam felizes. Mesmo assim, não desistiu de procurar, esse famoso reino. Rebolou, rebolou, rebolou e viu um gato. Este como os outros, tentou petiscar, mas em vão porque mais uma vez, a nossa amiga ervilha, conseguiu escapar. Depois de todo este rebuliço bateu contra uma porta grande e dourada, que dizia – “Bem vinda ao reino dos alimentos”

Ela nem queria acreditar e bateu à porta sem pensar duas vezes.

“Toc, toc, toc” e a grande porta dourada abriu-se. Foi então que a nossa pequena amiga, viu com os seus próprios olhos aquele mundo que toda a gente falava e onde tinha a certeza que ia ser muito feliz!!!

Aqui acabou a fuga da ervilha!!!


EB1\JI DE AULA-CONDE, 21 DE OUTUBRO DE 2014

CARLA BEATRIZ ALMEIDA CORDOSO

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A Fuga da Ervilha

Um dia uma ervilha tinha fugido de um menino que gostava de comer ervilhas. Ela fugiu para o frigorífico para encontrar as suas amigas, elas não estavam lá. Um dia a ervilha estava a ficar congelada e resolveu sair do frigorífico, ela queria ir para o mundo das ervilhas.
         Ela foi para um aeroporto para subir para o avião, foi para trás tomou lanço e entrou no avião.
        Viajou, viajou quatro noites, ela estava muito cansada. Quando chegou ao mundo sentiu-se mais feliz, porque sabia que ia encontrar as suas amigas, ela era a irmã mais velha. Andou e andou só que num momento sentiu energia, porque lhe cheirava a comida e ainda por cima era a comida preferida da ervilha. Lá no país das ervilhas havia uma festa. Ela encontrou a sua irmã e disse:
         -Olá irmã, como estás tão magrinha?
         -Estou sim, eu só vim ontem! -disse a irmã do meio.
         -A irmã mais nova? -perguntou a irmã mais velha.
         -Está à beira do cozinheiro a provar a comida! -exclamou a irmã do meio.
         -Olá, irmã mais velha o que fazes aqui? -perguntou a irmã mais nova.
         -Eu fugi do menino que mora naquela casa em que tu também estiveste, lembras-te? -perguntou a irmã mais velha.
         -Lembro-me perfeitamente, ele era horrível, e no estômago dele devem estar milhões de ervilhas.
         As ervilhas adoravam aquele mundo e nunca mais saíram de lá, porque os outros países eram aborrecidos, faladores e tinham muita confusão.
         Nunca mais se lembraram daquele rapazinho, porque para as ervilhas o que interessava é que elas vivessem felizes e saudáveis!!!

Alexandra
4º ano
EB1/JI Aula-Conde    
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A FUGA DA ERVILHA

Certo dia, uma ervilha verde e redondinha acordou e deu um salto com o tamanho do susto que apanhou.
Estava dentro de um prato, acompanhada com arroz, puré e um grande pedaço de carne.
Com ar assustado, dirigiu-se a um grão de arroz e perguntou:
- Onde é que estamos?
- Estamos no restaurante “Comilão e Comilonas”, e vamos ser servidos a um cliente! – respondeu o grão de arroz.
A ervilha estremeceu e só de pensar que, dali a instantes estaria a ser mastigada e engolida por alguém, quase desmaiou. Tinha de arranjar uma forma de sair dali.
Mas a sorte da ervilha parecia ter acabado pois, logo de seguida, alguém pegou no prato e transportou-o para uma mesa onde estava sentado um senhor muito gordo. Parecia que o seu destino estava traçado quando, de repente, a mesa tombou com o peso do cliente ao tentar levantar-se da cadeira. O prato caiu ao chão e a comida ficou toda espalhada.
Era a sua oportunidade. Ao ver-se no chão, começou a rolar e saltou porta fora, tendo caído na valeta. Suspirou de alívio e agradeceu a Deus por não ter sido comida.

Paulo César
4º ano
EB1/JI Aula-Conde
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                             A fuga da ervilha

  Era uma vez uma ervilha, que não queria ser comida, no entanto, sentiu que ela e as suas amigas iam ser compradas por uma pessoa, quando perguntou:
  - O que está a acontecer, porque estamos a ser levadas?
Respondeu uma das suas amigas:
  - Estamos a ser compradas por alguém. Vamos ser alimento para pessoas.
A ervilha comentou:
  -Estamos o quê? Eu não quero ser alimento de ninguém, antes disso fujo.
Uma das suas amigas disse:
  -Não pode ser assim. Nós nascemos e fomos criadas para ser alimento para pessoas.
  A ervilha começou a pensar na sua fuga. Imaginou então: -Quando a pessoa abrir o saco eu vou-me lançar e vou rebolar pela sua cozinha fora e assim, não serei alimento para ninguém.
  No entanto, quando se abriu a lata, ela não consegui fugir, e foi cozinhada e ficou muito apetitosa.
  A pessoa que a cozinhou, quando estava a comer disse.
  -Hmm, que saborosa!
                                                                  
                                                                                FIM
EB1/J I Aula-Conde, 17 de Outubro de 2014
Lara Filipa Cunha da Silva

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A fuga da ervilha

Era uma vez uma ervilha que estava sozinha num prato. De repente um menino mexeu o prato e ela voou. Enquanto voava dizia para si :
- A minha fuga foi esplêndida, pois, quero ir para a casa das minhas irmãs!
A ervilha então começou a cair e caiu num trampolim que a fez voar tanto aterrando mesmo na casa das suas irmãs.
 - Olá irmãs. – disse ela.
- Olá irmã.- responderam elas.
A irmã explicou tudo o que viveu, sentiu e chorou.
Então ela afirmou:
- Esta foi a minha vida naquele prato.
Então as irmãs tristes explicaram-lhe que podia viver com elas, mas só se rebolasse rápido. Ela concordou e de repente uma gaivota, que era a mensageira delas, avisou-as que o gato que assombrava a casa tinha voltado. As irmãs e a ervilha foram para o buraco para se protegerem do gato.
Daqui para a frente, todos os dias foram assim.

 Hugo Alexandre Peixoto Costa

 E B 1/J I de Aula-Conde, 15 de outubro de 2014
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A fuga da ervilha

Era uma vez uma ervilha muito pequenina, ela não sabia quase nada sobre o mundo que a rodeava.
Certo dia, viu outra ervilha chorar, essa, era muito mais velha, e então a pequena ervilha perguntou-lhe:
- Olá como te chamas? E porque choras?
- Eu chamo-me Eva, e estou a chorar porque ao almoço vão comer-me! - respondeu a ervilha, muito triste.
- Mas isso, não é bom? – perguntou a pequena ervilha. – E já agora, chamo-me Iva.
A Eva respondeu:
- Não, não é bom! Mas há uma saída! No ponto mais alto da cidade existe uma pequena porta, só os mais corajosos, os menos preguiçosos e os mais espertos conseguem passar pela porta que te falo!
- Mas porque não vais para lá? Tu não és preguiçosa e és inteligente! – disse a Iva.
- Minha cara, eu posso não ser preguiçosa nem totó, mas falta-me a coragem. Mas e tu, és corajosa, és esperta e não és preguiçosa. Tu sim conseguirias passá-la.
- Pensando bem, não é mal pensado. Está bem, começo agora mesmo a pesquisa! Vou pegar num mapa e ver o ponto mais alto da cidade.
Quando acabou a sua tarefa, Iva foi rolando pela cidade. Ela rebolou durante muito tempo e chocou com uma torre. Foi saltitando torre acima e procurou uma porta. Ela não via nenhuma porta, mas não desistiu. Procurou, procurou e eis que viu um pequeno buraco, espreitando conseguiu ver através dele o céu azul, com nuvens brancas. Foi então que entrou e caiu em cima de uma nuvem, e viu uma infinidade de ervilhas. Uma ervilha chegou à beira dela e perguntou:
- Como te chamas? Porque vieste aqui ter? E quem te incentivou?
- Eu chamo-me Iva, e vim cá ter para não ser comida pelos humanos. Foi uma amiga minha que me incentivou, ela chama-se Eva, que a esta hora deve estar a ser comida.
- Compreendo, todas nós passamos por uma fase idêntica. Mas porque não vens para o pé de nós divertir-te? Afinal, estás livre da boca de qualquer humano que seja, não é verdade? – perguntou a ervilha.
- Sim, vamos lá!!! Só queria perguntar-te como te chamas? – questionou a Iva.
- Eu também me chamo Eva, como a tua amiga!
- Agora vamo-nos divertir!!!!!
Uns dias mais tarde, a Iva apercebeu-se que devia fazer novos amigos, e também já estava farta de tanta diversão. O que ela queria mesmo era viver aventuras. Foi então ter com a Eva e disse-lhe:
- Adorei ter-te conhecido, mas, acho que está na hora de me despedir de todas. Até um dia mais tarde, pode ser que volte de visita!
Foi rebolando pelas nuvens e foi então, que viu um enorme pé de feijão! Desceu por ele, e quando chegou ao chão, viu o João com uma grande quantidade de ervilhas na mão.
Foi rebolando até ao João, e ele pegou nela suavemente, para não machucá-la. O rapaz ouviu a mãe perguntar-lhe:
- João, onde estão as ervilhas?!
O rapaz pegou nas ervilhas, escondeu-as à beira do pé de feijão, e respondeu:
- Eu não sei das ervilhas! Onde estarão?
Todos se começaram a rir!
A Iva viveu grandes aventuras com as suas novas amigas!

             
EB1/JI Aula Conde
Inês Machado Pinto
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                A fuga da ervilha

Numa bela tarde de outono, um pequeno menino, pediu à avó para lhe abrir uma lata de ervilhas. Por azar, a lata de ervilhas estava estragada. Só tinha uma ervilha: a mais redonda e esverdeada que outra ervilha qualquer. Ao ver aquela delícia, o menino perguntou:
- Posso comer esta ervilha?
- Claro que sim! Exclamou a senhora.
Quando o menino ia pegar na ervilha, pronto a comê-la esta saltou da lata para a mesa. O menino afirmou:
-Que ervilha atrevida!
E a ervilha voltou a saltar para as escadas e dessas, saltou para o quarto do menino. Aflito, foi atrás da ervilha que voou da janela.
-Mas que azar, que hei-de eu fazer? Já sei, vou de avião. – Disse o menino.
Finalmente, a ervilha chegou ao mundo das ervilhas. O menino foi de avião e saltou para uma nuvem, esfregou os olhos e viu o mundo das ervilhas douradas, prateadas, verde-escuro e claro. A pequena ervilha foi ter com ele e perguntou:
-Que fazes tu aqui?
Ele respondeu:
-Vim atrás de ti. Porque é que não te posso comer?
-Porque tenho medo dos teus dentes afiados e do aparelho metálico. – Respondeu a ervilha.
-Não te preocupes pois se eu te comer vais para a beira das tuas velhas amigas. – Disse ele.
-Ai sim? Nesse caso vou eu, a Nês e a Ri. – Afirmou ela.
-Oh pequenina!- exclamou o rapaz admirado.
Saltaram para a boca do menino e, num abrir e fechar de olhos, lá estavam ela a flutuar nos pequenos e delicados órgãos do menino.
Lá ficaram muito tempo até à hora de seres expulsas do estômago. O menino que era esperto expulsou-as para um balde e enterrou-as. De um dia para o outro, as ervilhas cresceram até que aconteceu mais ou menos a mesma situação. O menino voltou a comê-las, mas nunca mais foram expulsas, pois ajudavam muito o sistema digestivo. Lá ficaram para sempre, cada uma com a sua função.
Assim…
-Acorda, acorda Pedro vais chegar atrasado à Palestra da Alimentação! Despacha-te! Dizia a mãe.
-Adormeci?- perguntou o Pedro.
- Sim!-respondeu a dona Maria.
Levantou-se, vestiu-se e tomou o pequeno-almoço.
Quando chegou à Palestrada Alimentação, toda a gente questionou as doutoras da Palestra, até que a doutora Filipa questionou:
-Alguém me sabe dizer algum alimento essencial à nossa alimentação?
-Eu sei, eu sei!-dizia o Pedro.
-Qual?-perguntou a doutora.
-A ervilha. -afirmou o Pedro.
-Sim, a ervilha é um alimento muito importante mas acima de tudo a água, pois é o essencial, na vida na terra! – Exclamou a doutora.
Assim, Pedro descobriu que a sua aventura com ervilhas, não tinha passado de um sonho!!!

EB1/JI DE Aula-Conde, 21 de outubro 2014
Vitória Ferreira Torres

                        Trabalhos dos alunos ano letivo 2014/2015 

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