Trabalhos dos alunos
Esta página destina-se a colocar e a disponibilizar os trabalhos que os alunos do Agrupamento de Escolas Virgínia Moura vão realizando em torno das suas leituras, em contexto de sala de aula, sob orientação dos docentes, bem como aqueles que são o produto de concursos/desafios promovidos pela Biblioteca Escolar Ana Saldanha, PNL (Plano Nacional de Leitura), RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) ou, por livre iniciativa dos referidos alunos.
Os alunos responderam ao repto de falar sobre a BE a Biblioteca Escolar para se juntarem à festa dos: 20 anos RBE – Testemunhos escritos na primeira pessoa.
“A Biblioteca é um lugar de conhecimento.” (Inês 5ºB)
Maio é mês da Mãe
Maio cantado em verso.
Os petizes do Pré-escolar da EB1/JI Monte-Guardizela
Seguiram um dos desafios lançados pela BE Ana Saldanha para cantarem a sua mãe!
Criaram um poema respeitando um outro dado como modelo que deveriam respeitar.
O "produto" foi este!
A mãe
Foi lendo Os Lusíadas do mui nobre e nosso Luís Vaz de Camões que nasceu este trabalho de uma aluna do 9º ano.
Nessa linha trabalharam os nossos alunos!
Eis o que suas almas poéticas, em palavras pintaram!
Luana 2E - VENCEDORA - 1º lugar do Concurso Faça lá um Poema/2016
Cátia Rafaela Faria Gonçalves
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Natal...
O mar... tem dado muito que falar ou... escrever!
CONCURSO DE QUADRAS DE OUTONO
LEITURAS MARÍTIMAS foram feitas no
Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
Eis a participação dos alunos do Pré-escolar!
Nome: Coletivo (3,4 e 5 anos)
Em Oficina de Escrita partiu-se da
Leitura e chegou-se à Escrita!
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Celebrando o Ambiente
Florbela Castro, a autora da obra Árvore Mãe, voltou ao nosso agrupamento!
Voltou para celebrar o Dia Mundial do Ambiente - 5 de junho, na EB1/JI Monte - Guardizela!
Este foi um dos presentes
dos alunos para Flor!
A Flor é um presente para
o Meio Ambiente!
ÁRVORE MÃE
Aquela que
força me dá
Recebe as
minhas dores
Vela por meu
viver
Orienta-me
no caminho!
Recebe-me
com um abraço
Envolvente e
com carinho!
Minha pedra
preciosa
Amiga ímpar
És tu…
maravilhosa!
Turma D
EB1/JI
Monte-Guardizela
Valeu a pena!
“A Biblioteca é um lugar de lazer.” (João 5º B)
“A Biblioteca é um lugar de conhecimento.” (Inês 5ºB)
“A Biblioteca é um mundo de conhecimento.” (Rodrigo
5ºC)
“A Biblioteca é um lugar de descoberta.” (Luana 8ºD)
“A Biblioteca é um lugar de imaginação.” (Ana 5ºC)
“A Biblioteca é um sítio onde podemos aprender mais
sobre o mundo que nos rodeia.” (Catarina 7ºC)
“A Biblioteca é um mundo de aprendizagem.” (Catarina
9ºD)
“A Biblioteca é um lugar de aprendizagem.” (Francisca
8ºA)
“Com a biblioteca ganhamos sabedoria.” (Maria 7ºB)
“A Biblioteca Escolar é um lugar de silêncio e conhecimento.”
(Mafalda 7ºB)
“A BE é uma descoberta” (Maria 5º C)
“A BE é uma diversão” (Ana 5º C)
“A BE é fixe.” (Filipe Ferreira – 7º E)
“A BE é uma leitura.” (Vera 5º B)
“A BE é a minha fonte de inspiração.” (Joana 5º C)
“A Biblioteca faz pensar.” (Vânia)
“Com a Biblioteca ganhamos sabedoria.” (Maria 7º B)
“A biblioteca é um lugar de conhecimento.” (Carlos 5º
B)
“A BE é um lugar de aprendizagem e de enriquecimento.”
(Gaby Oliveira 7º B)
“ A biblioteca é a minha segunda família.” (Rúben 5º C)
“A BE é um lugar onde gosto de estar.” (Ana 8º D)
BIBLIOTECA
"És o mar
De letras
Onde eu navego
Como o meu navio
Repleto de sabedoria.
Biblioteca
És um mundo
De fantasia.”
(Fátima 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“Biblioteca é uma estrela que nos guia até ao futuro.
Biblioteca é um mar feito de letras e palavras.
Biblioteca é uma fonte de sabedoria.”
(Bárbara 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“Biblioteca, és um lugar de sossego, mágico, onde tudo
é possível e onde a imaginação se liberta das nossas mentes e voa, passeia, faz
tudo o que quer.”
(Leonor 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“Para mim a
Biblioteca é um mundo de livros belos que transmitem mensagens para tornarmos o
mundo melhor. É um lugar cheio de mistérios.”
(Vasco 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar
É um mundo que transborda sabedoria,
Que nos dá a conhecer
Lugares escondidos!
A Biblioteca Escolar
É a luz
Mais radiosa
Do nosso pensamento
E todo o conhecimento que nela habita
É o nosso…
Bem mais precioso!”
(Joana Ferreira 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca - fonte do conhecimento e do saber!
A Biblioteca – mundo dos livros, de leitura e da
sabedoria!”
(Nuno 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca é a árvore da leitura, é mergulhar no
sonho.
A Biblioteca é a flor do crescimento.
A Biblioteca é o mar das letras, o mar das mil
aventuras.”
(Margarida 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca é um lugar onde a imaginação não tem
limites e é onde os sonhos voam até ao infinito!”
(Mariana Matos Machado 4º ano da EB1/JI
Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar
É uma mão nuvem fofa
Onde se guardam os sonhos,
Sorrisos e até as lágrimas!”
"A Biblioteca Escolar
É uma mão
Que dá a mão
À imaginação”
(Lia 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“Para mim a Biblioteca é uma fonte de imaginação onde
podemos embarcar para o mar das letras.
É a gruta secreta onde se podem descobrir novos seres e
mundos.”
(Maria Luís 4º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar é uma floresta de sabedoria.
A Biblioteca Escolar é um riacho azul que me dá
imaginação”
(Maria Vitória 3º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar é mágica!”
(Pedro 3º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca é uma porta de felicidade porque nos dá
sabedoria”
(Inês 3º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar é o sítio onde tem pó de magia da
leitura, imaginação, cultura e aprendizagem.”
(Marcelo Henrique 3º ano da EB1/JI Aula-Conde)
“A Biblioteca Escolar é um local agradável onde toda a
gente pode descansar cheio de imaginação!
(Matilde da Cunha Ferreira 3º ano da EB1/JI
Aula-Conde)
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Ser
mãe é…
Ser mãe é…
Ser a luz
Que guia os
meus passos.
Ser mãe é…
Ser a brisa
Que embala os
meus sonhos!
Ser mãe é…
Ser o ar
Que purifica
meus pensamentos!
Ser mãe é…
Ser o mar
Que me leva a
novas descobertas!
Ser mãe é…
Ser a nuvem
Que rega minha
alma sedenta!
Ser mãe é…
Ser a bússola
Que orienta
meu caminhar!
Ser mãe é…
Ser a mão
Que indica o
meu andar!
Ser mãe é…
Ser o livro
Que me ensina
a viajar!
Ana Carneiro
O "produto" foi este!
Ser
mãe é… (alunos)
Ser mãe
é…
Ser o
meu sol
Que me
aquece com o seu brilho!
Ser mãe
é…
Ser a
flor
Que
perfuma o meu dia!
Ser mãe
é…
Ser uma
rosa
Que se
a cheirar me faz sorrir!
Ser mãe
é…
Ser a árvore
Que me
abraça com carinho!
Ser mãe
é…
Ser o arco-íris
Que dá
cor á minha vida!
Ser mãe
é…
Ser o
sol
Que me
aquece o coração!
Ser mãe
é…
Ser a
árvore
Que alimenta
a minha natureza!
Ser mãe
é…
Ser a
princesa
Que me
leva ao castelo encantado!
Ser mãe
é…
Ser a
rosa
Que me
embala e perfuma!
Ser mãe
é…
Ser um
palácio
Que me
guarda dia e noite!
Ser mãe
é…
Ser o
desenho
Que
está encantado por mim!
Ser mãe
é…
Ser a
nuvem
Que
envolve com fofura!
Ser mãe
é…
Ser a
árvore
Que me
abraça com sombrinha!
Ser mãe
é…
Ser o
galho
Que dá
colo e abraça!
Ser mãe
é…
Ser a
folha
Que me
passeia no ar!
Ser mãe
é…
Ser o
sol
Que passeia
com os filhos!
|
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
- Lê, sente, pensa na tua mãe, compara-a às coisas mais
belas e mais importantes do mundo e escreve tu continuando o poema.
O poeta, ou a poetisa agora és tu!
- Este foi o desafio lançado aos alunos pela BE.
- Este foi o desafio lançado aos alunos pela BE.
E a obra nasceu:
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É uma abelhinha
E eu o seu mel.
A mãe
É um arco-íris
E eu as suas
cores.
A mãe
É um rio de água
limpa
E eu o seu
mergulhador.
A mãe
É um teste
E eu as suas
respostas.
A mãe
É a pele
E eu o seu perfume.
A mãe
É um tesouro
E eu sou a sua
riqueza.
EB1 de
Outeirinho-Turma 7B- 4º ano
Os alunos do 4º ano da EB1/JI Aula Conde assim cantaram a sua mãe assim:
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É uma estrela
E eu o brilho que irradia em si.
A mãe
É um sorriso
E eu a felicidade que habita nela.
A mãe
É um lápis que me explica a vida
E eu a guerreira que enfrenta os medos.
A mãe
É o meu espelho da verdade
E eu a rosa do caminho da sua vida!
A mãe
É o olhar que transborda sabedoria
E eu a raiz do meu próprio futuro.
Joana Pedrosa Ferreira
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É a lua
E eu a pequena estrela desorientada.
A mãe
É a luz que me deu vida
E eu a sua razão de viver.
A mãe
É a palavra da vida
E eu pretendo perceber o que significa.
A mãe
É a guerreira
E eu a pequena menina protegida por ela.
A mãe
É a minha heroína
E eu o seu orgulho!
Luana Peixoto
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o luar
E eu o brilho do sol
A mãe
É a raiz
E eu sou a semente
A mãe
É o Universo
E eu o Mundo
A mãe
É o passarinho
E eu o seu piar
A mãe
É o olhar meigo
E eu o seu sorriso.
Maria Luís Fernandes Gonçalves
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o sonho
E eu a imaginação.
A mãe
É a claridade da manhã
E eu as nuvens.
A mãe
É um pássaro ternurento
E eu a semente do crescimento.
A mãe
É a asa da felicidade
E eu o livro mágico.
A mãe
É o beijo que acaricia
E eu a lágrima da criatividade.
Margarida Sousa Freitas
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É uma gota
E eu a planta sedenta que a quer beber
A mãe
É a lua que ilumina a noite
E eu sou as estrelas pequeninas esvoaçando pelo céu
A mãe
É a estrada onde eu caminho
E eu com orgulho gosto de com ela aprender
A mãe
É a minha rosa
E eu sou as delicadas pétalas finíssimas
A mãe
É tudo para mim
E eu sou a menina com sorte de a ter.
Ana Maria Duarte Faria
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o sol reluzente e brilhante
E eu o luar cintilante.
A mãe
É um pássaro que voa em liberdade
E eu sou as suas asas.
A mãe
É um sonho de criança
E eu a imaginação.
A mãe
É o sorriso do mundo
E eu a sua magia.
A mãe
É uma nuvem de carinho
E eu sou o seu algodão macio.
Sara Maria Caetano Moreira
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É a luz
E eu sou o sol.
A mãe
É o tesouro
E eu sou o seu ouro.
A mãe
É a vida
E eu o mundo.
A mãe
É o pássaro
E eu o seu belo canto.
A mãe
É o livro
E eu sou as letras.
Vasco Filipe Martins Machado
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o farol
E eu os barcos.
A mãe
É a noite
E eu as ternurentas estrelas.
A mãe
É uma flor
E eu as suas pétalas.
A mãe
É o sol
E eu o brilhante raio.
A mãe
É o mundo de sabedoria
E eu a fantasia.
Ana Sofia Alves Sousa
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É uma estrela cadente
E eu o sol que a acompanha.
A mãe
É um lápis imaginativo
E eu um caderno sorridente.
A mãe
É um dicionário do saber
E eu uma mão curiosa.
A mãe
É um vento suave
E eu um rosto enfeitiçado.
A mãe
É um olhar terno e meigo
E eu os lábios que beijam a lua.
Leonor Costa Oliveira
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o céu azul
E eu as nuvens
A mãe
É o sol brilhante
E eu o caminho que ele ilumina
A mãe
É um baú repleto de sabedoria
E eu um dos tesouros que lá existe
A mãe
É um pincel
E eu a aguarela do quadro
A mãe
É o mar
E eu as ondas maravilhosas.
Mariana Matos Machado
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É a mão que para a guerra
E eu o beijo que acaricia o mundo.
A mãe
É a areia
E eu a onda que rebenta nela.
A mãe
É a nuvem
E eu a vitória vencida.
A mãe
É o sonho
E eu o sorriso que liberta magia.
A mãe
É o luar que se deita na noite
E eu o sol que levanta o dia!
Mariana Gonçalves Ferreira
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É uma árvore
E eu sou as folhas.
A mãe
É uma flor
E eu sou as pétalas
A mãe
É o mar
E eu sou a areia
A mãe
É o céu
E eu as nuvens
A mãe
É o sol
E eu o planeta Terra
Nuno André Pereira Machado
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o universo
E eu o mundo
A mãe
É a fonte
E eu a sua água
A mãe
É o vento
E eu a folha
A mãe
É o sol
E eu a lua
A mãe
É o mar
E eu um continente
João Pedro Silva Castro Ribeiro
A mãe
É uma árvore
E eu uma flor.
A mãe
É o céu azul e brilhante
E eu sou as nuvens brancas e fofas.
A mãe
É o sol que brilha
E eu sou os seus raios.
A mãe
É o vento que sopra com força
E eu sou uma folha suave.
A mãe
É pérola que ilumina o meu coração
E eu sou o seu espelho.
A mãe
É o farol que me guia
E eu sou a sua luz que brilha
Patrícia Lopes Martins
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23 de abril/25
de abril
23 de abril
– Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
25 de abril
– Dia da Liberdade
Para assinalar estas datas os alunos deixaram que as suas
almas poética pintassem em palavras o seu sentir, sonhar e saber!
Como flores campestres que vão salpicando e pintando LIVRES os
livres campos de cor e beleza, na primavera, assim os poemas dos alunos da EB
Virgínia Moura coloriram os expositores da BE!
Essas cores são estas:
No Livro a Liberdade
A liberdade é
um livro,
Onde imaginar
e voar,
Sou livre!
A liberdade
É uma fonte de
sabedoria,
Onde correm as
palavras,
Os pássaros
voam!
Jacinta Correia da Silva 5.ºc n.º13
No
livro a Liberdade
Quando leio um livro
Sinto liberdade
De poder dizer o que
sinto
Em poucas páginas
De poder sonhar
Sem estar a dormir
De poder imaginar
Nas aventuras que se
passam
De página para
página.
Quando leio um livro
Sinto felicidade
Sinto paixão
Isto sim, é liberdade!
Raquel
Carneiro Oliveira
Nº22
5ºC
No
livro a Liberdade
Quero ser
livre como um livro!
Quero ser
como um livro,
Quero flutuar
de mente em mente
E germinar a
semente
Do sonho e da
liberdade.
Quero ser
como um livro
Quero ser
capaz de transportar a magia
Que tenho
dentro de mim
E dá- la às
pessoas
Para que
todas elas vivam
Como um
livro,
Vivam LIVRES!
Com um livro
podemos
Sentir o
sopro
Leve e
harmonioso
Do vento a
deitar
As folhas de
mil cores ao chão
Formando um
manto de aguarelas.
Podemos
sentir o poder
De uma única
e excecional palavra,
A liberdade!
Podemos
sentir o balançar das folhas
Que se
embalam nos ramos rugosos
Das árvores
esbeltas.
O livro é a
liberdade!
Bruna Filipa Ferreira Ribeiro, 6ºA; nº3
Livre com um Livro
Nos livros
Livre me
sinto
Vivo sem
preocupação
Do que de
mim pensarão.
Deixo o
pensamento fluir
Para nesse
mundo fantástico
Me poder
divertir.
Sinto-me
livre
Sem sair
do lugar
Isso basta
Para
conseguir sonhar!
Inês
Machado Pinto
Nº11;
No
livro a Liberdade
Quero ser
livre como um livro!
Quero ser
como um livro,
Quero flutuar
de mente em mente
E germinar a
semente
Do sonho e da
liberdade.
Quero ser
como um livro
Quero ser
capaz de transportar a magia
Que tenho
dentro de mim
E dá- la às
pessoas
Para que
todas elas vivam
Como um
livro,
Vivam LIVRES!
Com um livro
podemos
Sentir o
sopro
Leve e
harmonioso
Do vento a
deitar
As folhas de
mil cores ao chão
Formando um
manto de aguarelas.
Podemos
sentir o poder
De uma única
e excecional palavra,
A liberdade!
Podemos
sentir o balançar das folhas
Que se
embalam nos ramos rugosos
Das árvores
esbeltas.
O livro é a
liberdade!
Bruna Filipa Ferreira Ribeiro, 6ºA; nº3
Livro
O livro é um mundo
Mundo onde reina a fantasia
Fantasia que nos alberga e deleita
Deleita para um reino onde habita o amor.
Amor que se sente em cada estrofe
Estrofe que nos embala a cada momento
Momento em que se sonha,
Sonha como uma criança.
Criança que pula e ri
Ri da felicidade das palavras
Palavras que encantam
Encantam como a alegria
Alegria de ler!
Carolina, 6º A , nº5
O Livro
Um
livro
É uma
fonte de deleite.
Um
livro
É um
mar imenso
Onde
mergulhamos
Em
profunda fantasia.
Dentro
do livro,
As
palavras
Saltitam
de alegria.
Dentro
delas existe magia,
Que faz
com que
As pessoas
Se
sintam em harmonia.
Um
livro
É um
sonho profundo
Onde
tudo é perfeito
Onde
tudo brilha
Como a
pedra mais preciosa.
Num
livro
Existe
realidade.
Um livro
É uma vida!
Bruna
Filipa Ferreira Ribeiro
6º A;
nº3
O LIVRO
O livro é importante
Alimenta a nossa imaginação
Melhorando a leitura
Adquirimos muita informação!
É um passatempo
Fonte de inspiração
Enriquece o nosso vocabulário
E acalma o nosso coração!
No livro há aventuras
Interessantes ou não
Ler é importante porque
Desperta a nossa imaginação!
O livro é um presente
Uma diversão
Uma alegria e muita animação!
Sofia Raquel Magalhães Pereira
6ºc nº18
O Livro
O livro
Verso ou prosa
É alegria do conhecimento
É magnífico!
Livros de poesia
De aventura
E até romance
Fantasia …
Quando uma folha se rasga
É como se a única flor de um
jardim
Morresse!
Lemos cada página
É uma nova aprendizagem.
Aprendemos a ler e escrever
Aprendemos a viver!
Para mim os livros
São até morrer!
Filipa nº9; 6ºA
O LIVRO
O livro
Alimenta a nossa
Imaginação
Muitas pessoas
São fontes de inspiração!
O dia 23
Está quase a chegar
Então vamos todos celebrar!
Ler um livro
É um grande passatempo
E como passou rápido o tempo!
Sempre levo
Um livro comigo
Agora vou
Partilhá-lo com um amigo!
Novas matérias
Vou conhecer
E de TI preciso
Para aprender!
Henrique João Guimarães
6ºC Nº10
O Livro
O livro é divertido
por isso partilha-o
com um amigo!
Novas matérias
Vamos conhecer
Precisamos para aprender.
O livro é diversão
Alimento da nossa imaginação
Desperta a curiosidade
Aquece o nosso coração!
Margarida Cunha Silva
6ºC; nº15
Páginas de um Livro
Livrinho, livrete,
livrão
Porque é que não
Me passas
Cartão?
O dia 23
Esta quase
A chegar
E preciso de ti para
estudar!
Disciplinas têm que se
farta
E preciso de ti
Para animar a malta!
Emoção, calma ou
aventura
É sempre fonte de
inspiração
É para isso que o livro
serve
Para alimentar a nossa
imaginação!
Onde há alegria
Há um livro
Ao virar da esquina
A espalhar magia
Clara Matos
6ºC; Nº7
Liberdade do Livro
Um
livro comecei a ler
Nele
falava de liberdade,
Era a
liberdade do meu coração
Que
me dizia,
Que
este livro
me pertencia
E me
adorava,
Por
nele estar a minha história!
Alexandra
Ferreira
5.ºC;
N.º1
O LIVRO
O
livro
Para
mim é uma mãe
Dá-nos
conselhos
Dá-nos
lições de vida.
O
livro
Representa
algo
Que
me fascina
Parece
um rosto de uma criança
Pode
estar feliz
Pode
estar triste.
Quando
leio
Um
livro as
Letras
escorregam-me
Nas
veias.
Quando
mergulho
Num
livro
As
palavras entram-me
No
coração
Um
livro
Nunca
acaba!
João
Silva;
Nº15, 6ºA
O LIVRO
O livro é um
bom passatempo
Com isso ocupo
o meu tempo.
Para muitos o
livro é fonte de inspiração.
Para outros
alimenta a imaginação.
Os livros
acalmam-me,
Enriquecem o
meu vocabulário,
Mas acima de
tudo, divertem-me.
E ajudam-me nos momentos mais difíceis!
Diogo Machado
6ºC
O livro
O livro
É uma pérola de fantasia
Onde tudo é mágico.
Em cada pétala
Descobre-se um mundo
Repleto de alegria,
Em que cada personagem
Aquece o meu coração
Com os seus sorrisos
E eu me deleito
Com as suas palavras!
É a árvore da vida
Que me segue
E que me protege,
É o saber de uma vida,
É a liberdade para sonhar,
Para dar largas à imaginação.
O livro
É o alento de uma criança
Que está só
Sem saber o que fazer.
O livro
É a
esperança do mundo!
Cátia Gonçalves, nº6, 6ºA
O LIVRO
O
livro é bom amigo
Tem
muito para nos ensinar
Gosto
tanto para nos ensinar
Que
muitas já sei contar.
O
livro é precioso
É
como um diamante
Porque
em todas as histórias
Há um
capítulo reluzente.
Palavras,
frases, parágrafos
São
pequenas partículas
Da
preciosidade a que chamamos livro!
Simão Nogueira, nº 22;6º A
Os Livros
É em abril,
Que se
comemora
O melhor dia
do mundo!
Falo-vos do Dia Mundial
do Livro
Meus
senhores,
São bonitos
e cheios de cores.
Dão-nos asas
à imaginação e,
Abrem-nos o
coração.
Quando leio
relaxo.
Entro na
história,
E tento
imaginar que sou eu,
No lugar da
personagem.
Beatriz
Fernandes Freitas
N.º 6
Quero
ser
um livro!
Gostava de ser um livro,
Poder desfrutar a magia das histórias
Poder sentir o carinho das pessoas que
me pegam,
Ia ser fenomenal!
Poder sentir o folhear das folhas,
O vento do respirar,
Poder sentir o olhar intenso do ler,
As coisas que lhe posso ensinar!
Ensinar a viver as histórias,
Saber expressá-las,
Tanta coisa que lhes posso mostrar,
Continuar a viver a magia
De uma página branca com letras,
Algumas com imagens,
Outras com paisagens e outras… mesmo
sós,
Sem nada para contar, sem nada para
explicar
Simplesmente à espera de um novo dia!
Cada folha tem uma história,
Essa história é o nosso passado
Todas as palavras…
Resumem-se numa só:
Liberdade!
Vive cada história
E desfruta da sua magia!
Ana Isabel Costa Martins
6º A; Nº2
Como é ser um livro
O
livro transmite conhecimentos
Ideias e conhecimentos
Leva-nos ao mundo da fantasia
Onde tudo é diferente da realidade.
É como o vento
Leve e profundo
Como um manto cheio de pensamentos.
Ler é um passatempo que exige atenção
Compaixão e saber expressar!
É como o luar com a sua luz brilhante,
O saber explicar
Esta luz cintilante
É como uma pérola,
Rara e interessante
Porque quero continuar
A aventura de viver.
Com o livro
Tenho muito a aprender!
Ana Isabel Costa Martins 6ºA nº2
Os petizes do 1º Ciclo também fizeram chegar seus trabalhos, porque é de pequenino que se torce o pepino!
Livros
Eu gosto muito de ler
Porque me faz sonhar
Começo em minha casa
E acabo noutro lugar!
Sonho que sou um super
– herói
A castigar os ladrões.
Ou então que estou a
voar
Nas costas de dragões
…
Os livros são
importantes
E eu estou muito
vaidoso,
Porque já sei ler!...
Nuno André; turma 3E –
1º ano
Um livro é um amigo!
Um livro é um
amigo
Que trago na
sacola…
Com ele estudo
em casa
Com ele trabalho
na escola!
Um livro é
como um professor
Que me ajuda
a aprender.
É uma fonte
de informações
Que alimenta
o meu saber!
Turma:
3E-1ºano
Aluna:
Mariana
Escola:
Eb1/JI Monte- Guardizela
Como o “saber não ocupa lugar”, sabias que o rio Ganges, também conhecido como rio Benares, é um dos maiores rios do subcontinente Indiano?
O Ganges é considerado um rio sagrado pela população hindu na Índia. Os hindus acreditam que a deusa Ganga desceu do céu para habitar o rio, por isso tomam banho e bebem a água do rio, acreditando que os seus pecados serão purificados. Os hindus devotos visitam o Ganges diariamente para oferecer comida e flores à deusa.
Apesar do seu significado religioso e da sua importância para o povo da Índia, o rio Ganges é um dos mais poluídos do mundo, sobretudo pelos dejetos industriais e humanos.
E sabias que esterio é evocado por alguns dos nossos maiores escritores?
“Já a manhã clara dava nos outeiros
Por onde o Ganges murmurando soa,
Quando da celsa gávea, os marinheiros
Enxergaram terra alta pela proa.” In Os Lusíadas, Camões, Canto VI, estrofe 92, vv. 1-4.
“Camões, grande Camões, quão semelhante
Acho o teu fado ao meu, quando os cotejo
(…)
Como tu, junto ao Ganges sussurrante,
Da penúria cruel no horror me vejo;”in Sonetos, Bocage, estrofes 1- 2.
Trabalho Português: Raquel Silva, nº5, 9ºC
Orientação: prof. Conceição Pereira
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Entre 14 e 18 de março de 2016, o Plano Nacional de Leitura desafiou as escolas a fazerem a festa do livro e da leitura.
A BE Ana Saldanha na 10.ª edição da Semana
da Leitura entre outras atividades, conduziu os alunos do Pré-escolar e 1º CEB à Leitura de obras como A
Viagem da Sementinha de Maria Isabel Loureiro (para o Pré-escolar, 1º e 2º anos do 1º CEB));
Lendas do Mar de José Jorge Letria (para o 3º ano do 1º CEB;
e O Grilo Verde de António Mota (para o 4º ano do 1º CEB).
Lendas do Mar de José Jorge Letria (para o 3º ano do 1º CEB;
e O Grilo Verde de António Mota (para o 4º ano do 1º CEB).
Da Leitura à Escrita
aconteceu!
Da Leitura de Lendas do Mar... a Escrita
aconteceu transformando a prosa em poesia.
Aqui fica um pequeno registo.
A ambição das luas
Do casamento do sol
com a lua,
Nasceram várias
luazinhas.
Certo dia, já
crescidas as luas disseram:
- Mãe, velha estás a
ficar!
- Já podemos ocupar o
teu lugar!
A mãe mandou-as para os oceanos e lá se
puseram
e assim as ilhas se formaram.
Cristiano,
Pedro Rafael, Ana Beatriz, Miguel
3º
ano 3B
O dia da
sereia
Um dia, o
mar estava muito agitado
e atirou
uma sereia para cima de um rochedo.
Na praia,
apareceu um pescador muito pobre
que não
tinha barco e pescava em cima do rochedo.
Quando a
sereia o viu
ela
pediu-lhe ajuda e ele ouviu.
Ela não
conseguia voltar para o mar.
Então a
sereia fez uma promessa e começou a falar:
se ele a
devolvesse ao mar,
ela
aparecia com ouro e prata para lhe dar.
Passados
muitos anos o pescador envelheceu
e a sereia
vaidosa sempre lhe agradeceu.
Continuou
bela e metais preciosos lhe deu.
Lara
Sofia, Daniel, Diogo Filipe
3º ano 3B
Embarcando nas Palavras com... Bernardete Costa fez partir à... Escrita Criativa.
O desafio lançado foi este:
O desafio lançado foi este:
Cria um criativo conto através da observação da capa do livro . « A luz
dos animais e das coisas.» de Bernardete Costa.
Havia dois meninos que viviam no meio do deserto. Certo dia
decidiram ir brincar, mas ao sair de casa viram um mapa que parecia um mapa do
tesouro. Então decidiram seguir as pistas, mas de repente pareceu-lhes ouvir um
barulho e uns pés enormes, os meninos assustado abraçaram-se cheios de medo. O
monstro disse-lhes:
- Vocês não têm de ter medo de mim eu não vos faço
mal, eu sei que sou um monstro, mas sou amigo. A menina disse-lhes:
- Nós vamos seguir este mapa vamos ver se tem algum
tesouro, queres vir?
- Mas eu não sei se posso ir, tenho de pedir primeiro
autorização aos meus pais.
Quando o monstro foi perguntar aos pais o menino como
era muito tímido perguntou à sua irmã:
- Achas que foi boa ideia lhe teres dito para vir
connosco.
- Eu acho que sim, mas quantos mais melhor. Respondeu
ela.
O monstro voltou muito animado e disse:
- Os meus pais deixaram-me ir com vocês.
- Boa! - disseram os dois meninos em coro.
De repente
viram um baú e todos gritaram:
- O tesouro, chegamos.
- Agora, só temos é que o abrir. - disse o monstro.
Mas mal
disseram aquelas palavras o baú abriu-se e saiu de lá uma ovelha com a língua
de fora, um lindo arco-íris abriu-se no céu, também saiu de lá um violino todo
contente e com dois braços que estava a cantar:
- Sou agora um
belo sorridente violino libertado finalmente. Agora já posso brincar.
Os meninos e o monstro começaram a rir-se e assim
acabaram o seu dia a ouvir aquelas suas músicas tão divertidas e olhar paro o
arco-íris.
Diana Catarina da Silva Gonçalves
Turma 3D – 4º ano
EB1/JI de Monte-Guardizela
“A
Luz dos Animais e das Coisas”
Há
muito tempo, dois irmãos Albertina e Alfredo viviam à beira da praia.
Certo
dia, iam lá os dois a passear pela praia até que Alfredo exclamou:
-
Vamos nadar, Albertina!
-
Eu estou de acordo, vamos lá! – respondeu ela.
Entretanto
os dois mergulharam no mar limpo e azul como o céu! De repente Albertina vai à
superfície e Alfredo também, a menina disse:
-
Eu vi uma coisa a brilhar no fundo do mar, vamos lá ver?
-
Sim! – respondeu Alfredo.
Os
dois foram buscar os fatos de mergulho e mergulharam na água de novo.
Quando
chegaram à superfície viram que aquele misterioso tesouro era apenas um inútil
baú e no momento que se iam embora o baú saltou. Eles voltaram-se para trás e
com toda as suas forças conseguiram abrir o baú. De dentro do baú saiu um
violino a tocar sozinho, uma ovelha toda louca com a língua para fora e no
final lá saiu num ápice um arco-íris brilhante e colorido.
Tudo
o que saíra do baú levaram para o seu lar!
Ana
Sofia Ribeiro Alves
Escola
EB1/ JI – Monte Guardizela
4ºAno
Continuação do poema “Naquela Manhã” de
Bernardete Costa
As pessoas brilham
como o sol.
O mar faz ondas
como a brisa.
Nado como um golfinho
ele gosta de me sentir.
Quando a brisa está calma
parece que me quer abraçar.
As estrelas são belas
como peixinhos a nadar no mar.
EB1/JI Aula Conde
como o sol.
O mar faz ondas
como a brisa.
Nado como um golfinho
ele gosta de me sentir.
Quando a brisa está calma
parece que me quer abraçar.
As estrelas são belas
como peixinhos a nadar no mar.
EB1/JI Aula Conde
23/02/2016
Bruna Sofia Ferreira Fernandes
Ano:3º;Turma: 2D
Bruna Sofia Ferreira Fernandes
Ano:3º;Turma: 2D
O Plano Nacional
de Leitura, PNL, e a Fundação Centro Cultural
de Belém, CCB, convidaram
todas as escolas do país, públicas e privadas, a concorrerem ao Concurso
FAÇA LÁ UM POEMA.
O
grande objetivo era e é: incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de
poesia.
A paz
A paz é o amor …
A paz é a amizade…
A paz é o convívio,
Entre famílias e amigos!
A paz é a harmonia…
Entre todo o mundo!
A paz é o silêncio!
A paz…
É o que temos de melhor…
Na vida!
Rui Miguel
5.º
A
Nº 19
Noite
Noite, escura e sombria,
mil cores em ti adormecem
fechadas no mundo da solidão
onde uma lágrima
corre pelo rosto
meigo e só.
Noite,
onde a vida não tem fim,
onde tudo se torna
um sonho,
que ninguém pode mudar.
Noite,
onde uma folha cai
se deita no chão
e dorme
o seu sono
triste e
profundo.
Noite,
que esconde
o rosto
e o coração,
que cobre o mundo
com o olhar,
que adormece
a claridade,
que abre
braços à escuridão.
Noite,
mundo do silêncio,
da mágoa
do olhar sombrio
que esconde o dia
e por vezes o sonho!
Luana 2E - VENCEDORA - 1º lugar do Concurso Faça lá um Poema/2016
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde
Um simples olhar
EB1/JI Aula-Conde
Um simples olhar
Com um simples olhar
se cria a paz, se cria o silêncio,
com um simples olhar
se cria a vida, se cria o desafio!
Com um simples olhar
criei um laço para mim
e com esse laço
lancei uma paixão que voava
apaixonei-me pele vida
e pela paz
que ela me dava!
Um simples olhar
despertou em mim,
um leve silêncio
pulou dentro de mim!
Um simples olhar
me transmitiu
o valor da paz,
me transmitiu
a magia
do sorriso
da vida!
Joana Ferreira
4º ano; Turma:2E
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde
Espelho
Espelho,
és como o amor
que reflete o
pôr do sol
nas suas
águas cristalinas
e salgadas,
és o guardião
dos olhares
és um portal
mágico onde
através dele
posso ver mundos
desconhecidos.
Espelho,
és sensível
como a pétala de
uma flor,
és quem reflete
o céu estrelado
na noite escura
e sombria .
Espelho,
tu és para mim
o reflexo
de um cisne,
és quem
ouve segredos
jamais
desvendados.
Espelho,
é contigo
que eu gosto
de acordar.
Leonor 4º ano; Turma:2E
EB1/JI
Aula-Conde
Pintei
Pintei
o meu
medo com
uma lágrima,
o meu sonho
com um sorriso,
o meu futuro
com sentimentos,
o meu passado
com esquecimento,
o meu coração
de orgulho,
a minha vida
de uma viagem,
a escola
de aprendizagem,
o susto
de coragem,
e o mundo repleto
de felicidade.
Nuno
4º ano; Turma:2E
EB1/JI Aula-Conde
AMIZADE
A amizade
É muito bonita
Não se vê
Mas sente-se
A amizade
É um sentimento
Que um amigo
Sente que quer
Ser um melhor
Amigo do outro
Nem todos
Sentem isso
Só sentem
Egoísmo,
Ódio,
Raiva
E racismo
A palavra racismo
Quer dizer
Que há violência,
Maltratam
E ainda por cima…
Mata!
Ana Beatriz Pereira Machado
5.º C; nº 3
A chuva
Numa noite escura
Chovia muito
E num ramo pequeno
Estava uma sombra
sombria!
Os ramos agitavam-se
E as folhas caíam
Aquela noite não
podia…
Ser pior!
Tudo estava estragado
Aquilo era pior
Do que um tornado!
Mas por fim tudo
ficou calmo
Parecia um paraíso
Só precisava de
esforço
E de trabalho
E dum bocado de riso!
Jacinta Correia da
Silva
n-13
5-C
A
morte
Quando vemos alguém
partir
Uma ferida pequenina
Abre-se no nosso
coração…
Se calhar têm uma vida
melhor,
Sem dor, sem
sofrimento…
Mas têm saudade…
De quem deixaram para
trás.
Talvez um dia,
Os voltaremos a ver…
Talvez…
A morte não seja má.
Simplesmente,
A morte é uma viagem
sem fim!
Os meus sentimentos
Não sei o que fazer!
Às vezes sinto-me…
Tão mal, triste e desanimada,
Com aquilo que me rodeia.
Fico a pensar nas coisas más
Que as pessoas fazem
E naquilo que elas pensam.
Sei que por vezes elas
Não fazem por mal.
Incomoda-me
Ver as pessoas a morrer à fome,
Não terem algo para comer,
Haver guerras enormes e…
Várias pessoas a morrer
Outras vezes,
Ao contrário, sinto-me
feliz por ver as outras
pessoas também felizes!
Por vê-las com…
aquele sorriso enorme,
Como uma gigante
Nuvem no céu!
Inês Silva
6º C; nº 11
A Natureza
A nossa Natureza,
Anda tão triste…
Onde está aquela
beleza
Que já não existe?
Eu sei aonde ela foi
Fugiu com medo da
lixeira
Que o Homem criou!
Só lhe peço uma coisa
Não polua a Natureza,
É mesmo preciso
Para este mundo deixar
de ser…
Uma tristeza!
Rodrigo
Filipe Gonçalves Neto
5ºC
O
meu universo
Antigamente…
Pensava que eu era o centro,
O centro, do meu universo,
Mas era simplesmente um planeta
A girar sem parar…
Mas à volta de quê?
Isso todos querem saber
Pois bem, eu giro à volta do amor,
Carinho, paz e amizade…
Muitos pensam que é gozo
Mas é verdade…
Eu giro, à volta dos que amo!
Liliana Fernandes
7.º B
O Mundo
O Mundo
São países de todos os tamanhos e formas
confraternizando juntos,
São pássaros livres
Chilreando a sua melodia
Que nos aconchega
Todas as noites de inverno!
São borboletas voando
Em todas as direções.
São sonhos de algodão
Dos meninos pequeninos,
São crianças brincando
Com ursinhos de peluche!
O Mundo é grande
Até o meu sorriso desaparecer!
O Mundo é maravilhoso
E não para de girar,
Daqui a alguns anos
Vou querer visitá-lo!
Inês
Turma 2D
3º ano
Amizade
A amizade é linda!
A amizade é tudo!
A amizade é a maravilha
Que transforma o mundo!
A amizade ensina-nos a saber!
A amizade é felicidade
Que não sei dizer!
A amizade é cuidar!
A amizade é ajudar!
A amizade é precisa
Para o mundo mudar!
Rui Pedro
Coelho Lima
N.º 20
5ºA
Os amigos
Quando estás triste
Estou aqui para te consolar
As tuas lágrimas para enxugar,
Estou pronta para te ajudar.
Quando não sabes o que fazer
Conta comigo! Estou aqui,
Brinco contigo até te consolar
Quando estás bem, já cumpri a missão.
Os amigos são para isso mesmo
Ajudar-nos uns aos outros,
Sem nos magoar!
Ter amigos é o melhor que há!
Beatriz Alves 6º C
Nº5
O Racismo
O Racismo é
a escuridão de uma floresta sombria,
é o mundo apagado
sem nenhum sorriso,
é uma porta fechada
para aqueles que são gozados.
O Racismo é
uma lágrima
que cai todos os dias
em busca de alegria,
é um coração
que vai estalando
a cada dia que passa.
O racismo é
um jardim murcho
cheio de tristeza.
O racismo é
a vergonha de sair à rua,
é a culpa a atacar-nos
a cada instante.
É uma vida destruída.
6º A
Amor
O Amor é
Um rio que nos
Atravessa o corpo
Deixando-nos quentes de
Alegria.
Este sentimento é
O refletir de um luar
Que atravessa o silêncio
Até ao levantar
Do pôr do sol.
O Amor
Faz parte da
Minha vida desde
Que acordo até
Adormecer.
Parece uma arpa
Melódica e harmoniosa
Que nunca para de
Crescer dentro
De nós.
O amor
Mora no nosso
Coração em forma
De uma canção que…
Brilha e reluz
Ao som do bater de uma emoção!
Carla Ribeiro
Nº4;
6ºA
O Novo Ano de 2016 despertou e fez desabrochar a imaginação!
Assim:
Em aventuras com uma
nova amiga
O Neblina Branca estava só, sem ninguém com
quem se divertir e conversar. Com tamanha tristeza começou a chorar.
Passado algum tempo apareceu um barquinho
de papel que tinha uma coisa em comum com o Neblina Branca: uma parte da folha
envernizada.
- Olá! Como te chamas? – perguntou o outro
barco.
O Neblina Branca respondeu:
- Eu chamo-me Neblina Branca. E quem és tu?
- Eu sou a Rosa dos Mares. Há algum tempo
fui lançada numa regata, e o meu dono chamava-se Pté. E tu, como vieste aqui
ter? – questionou o outro barco.
O Neblina Branca ficou pensativo durante um
tempo, pois o dono da Rosa dos Mares tinha o mesmo nome que o dono dele. Então
disse-lhe:
- Pté?! O meu dono também tem esse nome e
eu fui lançado numa regata. Se calhar os nossos donos são a mesma pessoa,
porque têm o mesmo nome, nós fomos lançados numa regata e temos uma parte da
folha envernizada, só o Pté usa essa técnica.
- É muito provável termos sido criados pela
mesma pessoa. – afirmou a Rosa dos Mares.
À medida que conversavam estavam a ganhar
confiança um no outro. Eles estavam tão animados a conversar, que nem repararam
no mini navio com mini piratas que se estava a aproximar. Foi então que ouviram
os berros dos piratas e aperceberam-se do que se estava a passar.
Esses piratas estavam a tentar embarcar
neles, pois queriam barcos melhores, todos os barcos que eles construíam iam ao
fundo. Como a Rosa dos Mares e o Neblina Branca queriam ser livres, a Rosa dos
Mares transformou-se num dragão de papel para eles fugirem de medo e pelos
vistos essa estratégia resultou.
Quando os piratas já estavam bem longe a
Rosa dos Mares tornou-se outra vez um barquinho de papel.
- Como é que conseguiste fazer aquilo? –
perguntou pasmo o Neblina Branca.
Ela respondeu:
- Pensei num dragão e transformei-me.
- Isso é incrível!!! – exclamou o Neblina
Branca.
Entretanto veio uma onda que os afastou do
sítio onde estavam e eles acabaram por se perder um do outro. A Rosa dos Mares
foi parar a uma ilhota e o Neblina Branca estava rodeado de água. Ele navegou
durante algum tempo até que viu uma ilhota e foi para lá. Era a mesma ilhota
onde a Rosa dos Mares estava mas eles estavam em lados contrários.
Como a Rosa dos Mares não sabia onde o
colega estava, pôs-se a chamar por ele. Este ouviu e exclamou:
- Estou aqui! Vou já ter contigo!
Eles reencontraram-se. Foi então que um
pequeno portal se abriu e uma voz disse-lhes.
- Entrem neste portal e verão coisas
fantásticas!
E essa voz calou-se. Os dois barquinhos
estavam com cara de caso, mas acabaram por entrar. Quando entraram o portal
fechou-se e eles estavam num mundo completamente diferente.
Nesse mundo havia cavalos alados,
unicórnios, animais falantes, fadas, sereias, ogres, anões, gigantes, entre
outras coisas fantásticas, mas eles ainda não tinham visto nenhuma dessas
criaturas.
Foi então que encontraram um rio e
navegaram nele.
A Rosa dos Mares viu qualquer coisa na água
e disse:
- Está ali um peixe, não, é uma menina,
não, não, não, não, não, é uma sereia!!! É tão linda! Ela parece estar a
dançar.
Eles aproximaram-se e cumprimentaram-na. A
sereia ficou um pouco assustada, mas quando viu as caras simpáticas daqueles
barquinhos mudou logo de reação e apresentou-se:
- Olá! Eu chamo-me Penélope. Qual é o vosso
nome?
- Eu chamo-me Rosa dos Mares e o meu colega
chama-se Neblina Branca. – respondeu a Rosa dos Mares.
- Têm uns nomes engraçados. Já agora,
permitem-me fazer-vos algumas perguntas para ficar a conhecer-vos melhor. –
perguntou a Penélope.
- Claro! – respondeu o Neblina Branca.
- Qual é o vosso maior desejo? Qual é a cor
que mais gostam? Qual é o vosso tipo de música preferido? Qual o animal que
mais gostam? – questionou-lhes a Penélope.
A Rosa dos Mares respondeu:
- Gostava muito de ser humana. A minha cor
preferida é o verde-água. Gosto mais de músicas pop. O meu animal preferido é o
lince-ibérico.
- O meu maior desejo é ter toda a sabedoria
do mundo. Adoro o azul. Gosto mais de músicas rock. O meu animal preferido é o
colibri. – respondeu o Neblina Branca.
Quando a Penélope ia começar a falar
apareceu uma fada com o nome Íris, que tinha ouvido a conversa toda. Então
disse:
- Eu vou conceder os vossos desejos e vou
mostrar-vos todas as criaturas aqui existentes, isto é, se vocês quiserem.
- Claro que queremos! – responderam
animados e em coro os dois barquinhos.
A Íris fez magia e de repente a Rosa dos
Mares transformou-se em humana, o Neblina Branca ficou muito sábio e apareceram
todas as criaturas mágicas existentes naquelas redondezas. Então a Íris e a
Penélope perguntaram-lhes:
- Quereis viver aqui connosco?
- Sim!!! – responderam os dois amigos.
Inês
Pinto 5º C
Natal chegou!
Da imagem à escrita
Observa a imagem! Deixa-te
levar pela magia do espírito de Natal!
Deixa sair a
alma poética que há em ti!
Cria um lindo poema de Natal!
Este foi o
desafio que a Biblioteca Ana Saldanha lançou, porque as imagens falam!
E a imagem deu origem às palavras...
É
noite de Natal!
O
céu cheio de estrelas, faz a noite menos escura.
Na
floresta os pinheirinhos pintados de branco, continuam a olhar o céu,
procuram
a estrela mais brilhante.
É
nessa altura que os bonecos de neve acordam e brincam.
O
boneco de neve pai passeia com o filho e conta-lhe histórias sobre o Inverno.
Muito
juntinhos costumam dizer ao mesmo tempo
“Inverno,
gostamos muito de ti!”
Data:
14 /12/2015
Nome:
JI de Agras - Gandarela
Ano:
Pré escolar; Turma: 1A
Escola:
EB1/JI de Agras - Gandarela
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
O Natal
O
Natal é esplêndido
Há
muita neve.
Quando
o Pai Natal vier
Há
presentes para toda a gente…
Os
bonecos de neve andam contentes,
Cai
um floco de neve
Eles
bebem café quente.
As
estrelas cadentes brilham.
Se
os pinheiros têm luzes,
Brilham
como o céu.
O
Pai Natal é muito meu amigo!
O
Natal abre-me a alma
Quando
o Pai Natal vier
Vai
dar-me um grande pijama.
Data:
09/12/2015
Nome:
Bianka Luciana Pereira Salgado
Ano:
2.º; Turma: 5C
Escola:
EB1/JI do Alto
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Natal
presente
Natal
feliz
Natal
que eu quero
Natal
eu desejo
Um
presente sincero
Feio
ou bonito o presente
EU quero aproveitar
Como
seria bom lembrar
O
Natal de antigamente
Em
que os mais belos presentes
Não
eram de comprar
Olho
pele janela, a neve cai
Que
árvores tão belas, cobertas de flocos de neve,
Tão
belo o brilho das luzes e do luar
E um
lindo boneco de neve
A
sorrir-me e a cumprimentar
Para
este Natal, deixo a minha lista
Alegremente
vou dizer
Eu
sou um bom rapaz
E
hei-de merecer
Neste
Natal quero um belo sorriso
Dos
mais sinceros e perfeitos
Dois
abraços demorados e entrelaçados
Mais
um punhado de carinho
Que
nunca possa acabar
São
estes os meus sonhos de menino
Que
eu quero realizar
Assim
eu serei feliz
Mesmo
se o mundo não me quiser deixar
Serei
em tudo o presente
De um
passado do que aprendi
A não
deixar o futuro me acabar
E ser
como o Natal
Em
que o verbo mais belo é amar...
Data:
14/12/2015
Nome:
Tiago Rafael Ferreira de Oliveira Torres
Ano: 4º ; Turma: 7B
Escola:
EB1 de Outeirinho
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Natal
As
árvores cobertas de neve
As
crianças a saltar
As
estrelas brilham no céu.
O
Natal está a chegar!
Os
bonecos de neve a sorrir
As
estradas a esvaziar
A
comida a fazer,
Com a
família vamos festejar!
O Pai
Natal a chegar
As
crianças a esperar…
Com as
prendas que vão receber
Entusiasmadas
vão ficar.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
O
Natal é…
O momento de amizade!
E
também de alegria
Mas
na verdade
É a
noite de magia…
No
Natal, há amor a bailar
Em
todo o país,
Ele
está a chegar
Para
nos deixar felizes!
Com
isto tudo
Posso
dizer,
Que
sou um sortudo
Por
tanto receber!
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Natal branco
Lá fora
neva
Está um
frio de rachar
A noite
espera
Um
minuto de encantar.
Tudo
brilha sem parar
Só
não me posso queixar
Porque
cá dentro esta quentinho
E lá
fora vai nevar.
Filipa
Carina Barros Fernandes
5º
C
Nº 7
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
A
Noite de Natal
Naquela
noite bela
Havia
muita magia
Eu
estava à janela
Com
muita alegria.
As estrelas brilham
O
boneco de neve preparado
E os
meus pais confiam
Que
não estava acordado.
Rúben André Andrade da Cunha nº25; 5ºC
Nossas
almas tocou e eis que do coração de nossos alunos a poesia assim o cantou!
Natal
Haverá melhor época,
Haverá mais alegria
Haverá mais sentimento
Haverá fantasia!
O Natal, melhor época do ano,
Neste dia não são
Só os presentes
São as caras sorridentes!
A família, o melhor da nossa vida,
O melhor do Natal,
Pois convivemos e sorrimos,
Com ela feliz nos sentimos.
Os sinos, o Pai Natal,
Eu os tenho todos os anos
Para sorrir e cantar
Quando ele chegar!
Para terminar
Eu vou falar-vos
Do que me diz o coração
Quando sinto esta emoção!
Para mim
O Natal é o amor,
A alegria, a harmonia,
E o convívio da família!
Não há nada melhor
Do que ter a casa cheia,
E a barriga a rebentar,
Com os docinhos e bolinhos.
Mas claro, não pode faltar
O bacalhau, pois é tradição,
As luzinhas e o pinheiro
Para encher meu coração.
Pois é este o Natal,
A época de grande emoção!
E as suas músicas para agradar,
Todos, nesta época cantarão!
Feliz
Natal
Beatriz Alves Fernandes
7ºD
Nº5
Natal
As
árvores cobertas de neve
As
crianças a saltar
As
estrelas brilham no céu.
O
Natal está a chegar!
Os
bonecos de neve a sorrir
As
estradas a esvaziar
A
comida a fazer,
Com a
família vamos festejar!
O Pai
Natal a chegar
As
crianças a esperar…
Com as
prendas que vão receber
Entusiasmadas
vão ficar.
João
Ferreira 7D Nº17
O Natal
O
Natal é…
Um
tempo de harmonia
Um
sítio de alegria
Que
nos enche de magia.
No
Natal há paz a voar
Nos
brancos lençóis
Que
nos fazem sonhar.
Em
tempos de Natal
Ficamos
a imaginar
Um
canto do outro mundo
Que
não tem como brilhar.
Raquel
Carneiro Oliveira
Nº22
5ºC
Nossas almas lusas parecem ter o fado de sempre o cantar!
Nossos alunos cantaram-no assim:
Nossos alunos cantaram-no assim:
Um
mar de histórias
Um
mar de memórias
Um
mar de beleza
Um
mar sem certeza
Do
amanhã
As
ondas batem nas rochas
Destruindo-as
lentamente
Tal
como as memórias
Que
destruíram corações
E
paixões
Se no
mar falamos
Em
terror falamos.
Em
tristeza falamos
Num
mar de emoções.
O mar
uma fonte de alimento
O mar
uma maneira de viver
O mar
uma maneira de aprender
O mar
uma maneira de morrer.
Em
amor falamos
Sofia
Abreu Dias nº18 8ºE
O mar
O
mar,
A
nossa fonte de vida
Casa
de muitos animais
As
ondas nunca param de bailar
Cobrem
as areias das praias
Com
água transparente
E a
espuma
E
com um cheirinho a sal.
A
água azulada que á
Noite
reluz com o luar
Faz
uma festa com o vento
E grandes
ondas começa a formar.
16 de novembro de 2015
Mundos desvendados dentro dos mundos dos alunos
O mar
Mundos desvendados dentro dos mundos dos alunos
DIA NACIONAL DO MAR
Mar
Tu que és
A descoberta,
Tu que és
O portal mágico
Para muitos sonhos!
És o paraíso musical,
O habitat
De alguns alimentos,
És o sorriso imaginário
Que reluz
Dentro de mim,
Mas por vezes
Podes ser medo
Que alberga
Os tesouros
Que encontras.
És a coragem,
És quem me dá
A esperança
Para continuar
O meu caminho!
És a estrada
Que conduz os barcos
Ao seu destino
Olho para ti
E tu dás-me
O teu verde,
O teu azul,
A tua alva espuma!
Olho para ti
E sinto a tua brisa
Sinto a tua maresia!
Mar,
São poucas as palavras
Do mundo
Para te descrever!
Joana Ferreira
4º ano
Turma 2E
O mar é
A coragem
Que tenho dentro de mim!
É uma estrada
Que me guia
Até ao futuro!
É uma aventura
Por desvendar!
O mar é
A brisa da vida!
O espelho da Lua
E do Sol!
O mar é
O marulhar
Das ondas
Que me fazem…
Adormecer
Num sono profundo
E encantador!
Bárbara Mendes
4º ano
Turma 2E
O
mar canta
Para
mim
Às
vezes é azul
Outras
vezes verde
Com
alva espuma
E
gaivotas
Que
planam no céu azulado.
O
mar é o espelho
Da
Lua e do Sol!
O
seu marulhar embala-me
Quando
estou triste!
A
sua maresia
Põe-me
alegre e feliz
Para
brincar!
O
mar
Traz
medo e coragem
O
mar…
É
uma grande estrada…
Sem
fim!
O
mar
É
um sonho
Com
grandes aventuras!
Maria
de Fátima Peixoto Machado
4º
ano; Turma 2E
Mar
Em
ti, meu querido mar,
O
português partiu
Em
busca de novas aventuras
E
o mundo se descobriu!
Na
tua imensidão
Muito
se pode fazer
De
economia a lazer
Sem
ti não se pode viver!
Ó
meu mar!
Tu
és tão salgado
E,
por vezes, tão violento.
Em
ti a vida perdura
Tu
és o bom e o mau!
Henrique
Pereira
O Mar
Da
janela do meu quarto
O
mar gosto de contemplar
Ver
o seu brilho azul
Que
parece nunca mais acabar!
Vou
para a cama
Vou
me deitar
Mas
não deixo de pensar
No
azul do mar!
É
de manhã
Vejo
o Sol raiar
Sinto-me
triste
Por
não poder nadar!
Vou
para a escola
E
continuo a observar
Os
peixes em liberdade
Que
adoram dançar!
Quem
me dera lá estar
Apanhar
conchas
Pelos
corais nadar
Sem
me cansar!
Quem
me dera lá estar
No
meu mar!
Liliana Fernandes
Nº19
7ºD
O mar
O
mar é…
Algo
que me faz sonhar!
Algo
que me acaricia
Nas
praias de encantar!
O
mar é…
Uma
fonte de inspiração!
Algo
que me alegra
Todos
os dias o coração!
Raquel
Oliveira
Nº
22
Turma
- 5º C
O MAR É SALGADO,
É LINDO DE ENCANTAR…
NAS SUAS ONDAS VOU MERGULHAR!
O MAR É ESPERTO…
NO MAR VOU SURFAR,
COM UMA PRANCHA.
COM BARBATANAS
E UMA BOTIJA DE AR,
O FUNDO DO MAR
EU VOU ENCONTRAR!
TEM MUITAS CONCHINHAS
E OUTRAS COISAS MAIS…
QUERO IR PARA O MAR
E NELE MERGULHAR.
COM O MEU FATO DE BANHO
NADAR, NADAR…SEM AFOGAR,
TENHO DE USAR BRAÇADEIRAS
PORQUE EU QUERO BOIAR!
NO MAR EU VI
UM BARCO A AFUNDAR,
VIERAM AS ONDAS
PARA O AJUDAR.
O MAR ESTÁ BRAVO
COM O VENTO A SOPRAR,
AS PESSOAS FOGEM
PARA NÃO AFOGAR!
O MAR É AMIGO…
QUANDO EU FUI AO MAR,
VI UMA SENHORA
QUE SE ESTAVA A BANHAR,
PARA SE REFRESCAR.
UM CASTELO EU FIZ
À BEIRA DO MAR,
COM AS MÃOS DO TIO NUNO,
MAS PARA FICAR FELIZ,
ANTES EU PUS
O PROTETOR SOLAR.
O MAR É AMIGO…
TEM LÁ DENTRO PEIXES…
TEM O PEIXE GATO,
O PEIXE ESPADA,
O PEIXE TROVÃO,
GOLFINHOS E POLVOS
E O TUBARÃO.
TAMBÉM HÁ SARDINHAS,
BACALHAU E DOURADAS,
MUITOS POLVOS E RAIAS.
ROBALOS, BALEIAS,
CAVALOS MARINHOS, CARANGUEJOS,
TARTARUGAS E SEREIAS,
E ESTRELAS GRANDES E PEQUENINAS,
AREIA E BEIJOS.
COLETIVO, TURMA 3A, EB1/JI MONTE GUARDIZELA
Dia Nacional do Mar
(ACRÓSTICO)
De umas ondas gigantes
Imensos sonhos se soltam
Abraçam-se com desilusões
Nele navegam barcos, navios…
Ainda com muitas esperanças
Com muito trabalho pela frente
Indo buscar as forças
Onde parece não as haver
Não é fácil a vida do mar!
Algumas pessoas até morrem!
Lindo e rico é o fundo do mar
Dentro dele há peixes, algas, corais,
estrelas-do-mar…
Onde tanta riqueza podemos encontrar?
Mar bem precioso
Anda mansinho ou revoltado
Razões tem ele em dormir ou estar
acordado!
Trabalho coletivo
Turma 7B- 4ºano
PARA MIM O
MAR É:
O MAR é uma riqueza.
Quando olho para o mar sinto amor e lembro-me dos melhores
momentos da minha vida.
Ana Filipa
Para mim o mar é especial e
divertido.
Quando olho para o mar lembro-me
da alegria, do amor e das aflições que os pescadores sentem.
Ana Luísa
QUANDO OLHO PARA O MAR
Penso que o mar é um infinito
André
QUANDO EU OLHO PARA O MAR: Estou
a pensar nos pescadores, A pensar naquilo que eles estão a sofrer no mar.
Beatriz
O MAR PARA MIM É UM AMIGO EM QUE EU DESABAFO SÓ DE OLHAR PARA ELE
MESMO.
Carolina
Para mim o mar é precioso.
Quando olho para ele lembro-me o
que fiz de errado.
Henrique
O mar para mim é precioso.
Quando olho para o mar sinto que
estou dentro dele.
João Pedro
Quando eu olho para o mar,
lembro-me dos bons bocados que passei na minha vida e dos bons bocados que irei
passar no meu futuro.
Lara Cartucho
Para mim o mar é um sonho que
preenche o infinito.
Lara Santos
Quando eu olho para o mar sinto
amor e lembro-me que estou nas nuvens.
Lígia Maria
Para mim o mar é lindo.
Miguel
Para mim o mar é uma grande riqueza e uma grande beleza.
Quando olho para o mar sinto-me confortável.
Nelson
Quando olho para o mar penso no que os pescadores passam.
Raquel
Quando olho para o mar sinto que ele está a soltar palavras e o
amor que tem dentro dele.
Sara Ferreira
Para mim o mar é lindo. O mar faz-me lembrar o
amor, a paz e muito carinho pela vida.
Tiago André
Quando eu olho para o mar
sinto-me sem raiva, alegre e penso que não há injustiças dentro de cada um de nós.
Penso também dos risos que passei com os meus amigos de coisas tão boas que
nunca mais voltam
Tiago
Torres
7B
4ºano- EB1 do Outeirinho
Abriu-se a porta do novo senhor do tempo: novembro.
O dia 11 deste senhor trouxe o S. Martinho que chamou o Sol que tudo dourou, iluminou e… brilhou! Fez brilhar os petizes do Pré-escolar!
Hoje
é o dia de S. Martinho,
Vamos
todos celebrar!
Queremos
uma fogueira
Para
as castanhas assar.
Nós ouvimos com atenção
As castanhas a estalar.
Tenham cuidado, amigos,
Para
ninguém se queimar.
As
castanhas bem quentinhas,
Que
boas que são!
Eu
tenho muito cuidado,
Para
não queimar a mão.
As
castanhas bem quentinhas
Na mão a
saltitar;
Com o
olfato do meu nariz,
Eu vou-as
cheirar.
As
castanhas cheirosinhas
São
muito boas, tu vais ver!
Com
a minha boca grande,
Estou
cá para as comer.
A lenda de
S. Martinho
À família
vou contar,
E levar no
meu recipiente
As
castanhas que sobrar.
Ó
S. Martinho, obrigada(o)
Pelo
sol tão quentinho,
Por
dares da capa ao pobrezinho.
Trabalho
coletivo da Turma 3A
Quem lê sabe mais!
Ler faz Crescer!
A leitura alimenta e ilumina a imaginação!
Da Leitura Nasce a Escrita!
A pena de ouro
Era uma vez uma família muito pobre. Em sua casa morava um pai, uma mãe e uma filha, essa chamava-se Maria.
Certo dia, a Maria lembrou-se de dar uma volta pelo bosque. Andou, andou e finalmente chegou ao seu destino.
As árvores tinham crescido muito desde a última vez que Maria tinha lá ido! As pedras estavam cobertas de musgo!
- Isto está tão diferente! - Exclamou a Maria.
Caminhou durante muito tempo, e eis que viu uma coisa que nunca tinha visto na vida! Ela viu um pavão com penas douradas. Esse pavão não era um pavão qualquer, as suas penas eram de ouro.
Maria ouviu um barulho muito forte, vindo de muito alto. Logo reparou que era um enorme pedregulho caindo de uma montanha e que ia na direção do pavão.
Ela correu com toda a sua velocidade e afastou o pavão dali. Depois do salvamento olhou para o pavão e perguntou-lhe:
- Está tudo bem?
- Sim, graças a ti! E já agora, quem tu és e como te chamas? - Perguntou-lhe o pavão.
A Maria respondeu:
- Eu sou a Maria e venho de uma família muito pobre.
- Já que me salvaste, vou retribuir-te o favor! Sabes o que é ouro? Disseste-me que eras pobre, não disseste?- perguntou o pavão.
- Não sei o que é ouro, e sim, sou pobre. - Respondeu a Maria.
- As minhas penas são de ouro! O ouro é uma espécie de metal muito valioso! E por tu me teres salvado vou dar-te uma das minhas penas.
- Não sei o que te dizer! Muito obrigada! - Exclamou a Maria.
- Não tens que agradecer! Tu salvaste-me, eu é que tenho que te agradecer! Agora vai para casa, porque os teus pais devem estar preocupados! - Exclamou o pavão.
- Adeus pavão! Gostei muito de te conhecer! - Despediu-se a Maria.
- Adeus Maria! Também gostei de te conhecer! Vou ter saudades tuas! - Despediu-se o pavão.
Lá foi a Maria. Quando chegou a casa disse:
- Eu conheci um pavão que me deu esta pena de ouro, porque eu salvei-o. Agora já não somos pobres!
- Como tu és corajosa minha filha! És o nosso orgulho, mas sabes uma coisa? Tu és muito mais valiosa do que essa pena de ouro! Depois de nos contares melhor essa história de um pavão ter-te dado essa pena, vamos vendê-la à ourivesaria. - Declarou a mãe da Maria.
Depois daquilo, aquela família não teve mais problemas financeiros e foram felizes para toda a vida!
Inês Machado Pinto
5ºC
Amizade verdadeira
Amizade
verdadeira
É
difícil de encontrar
Mas
quando se encontra
Não
se consegue abandonar!
Amizade
verdadeira
É
algo que me faz sonhar
Algo
que me faz pensar
Sem ela não consigo continuar!
Amizade
verdadeira
É a
luz do meu luar
É um
canto do meu coração
Que
me faz acreditar!
12-11-2015
Raquel
Carneiro Oliveira
Porque
a
poesia
anda no ar,
porque o
pincel de pena de ouro
anda a trabalhar, pintou mais um poema na página da escola de
Guardizela.
A
pintura é este poema de amor de uma criança do Pré-escolar dedicado à sua estimada
professora!
Poema
de Amor
A
minha professora
É
a mais linda que eu conheço.
Tem
olhos cor-de-rosa
E
é o meu anjo encantado.
Tem
os lábios da cor de uma rosa vermelha
E
brilhantes como um diamante.
As
suas unhas pintadas
Parecem
um coração meiguinho
E
as suas mãos dão-me um abraço,
De
amor apertadinho.
O
seu cabelo parece o de uma princesa,
A
minha princesa adorada.
O outono chegou, o
tempo... pegou no seu pincel de pena de ouro e a Natureza embelezou! Os dias esses
o outono encurtou, mas não encurtou a imaginação dos nossos pequenos Grandes escritores que com palavras ilustraram
esta estação e responderam ao repto da Biblioteca Escolar Ana Saldanha, em
articulação com os (as) docentes de Português.
O
outono
É o orvalho da manhã
O
coração do inverno
As
árvores despidas!
É
o cheiro
Das
castanhas
Que
se espalha
Por
todo o lado!
São
as folhas caídas
Coloridas
e amontoadas
Levadas
pelo vento
E
pela tristeza!
O
outono
É
a solidão
A
escuridão
Do
mundo!
Nuno
Marques 6ºA
O
outono é
A
chegada do conforto,
A
lareira da igualdade
Onde
as famílias se aquecem.
O
outono é
A
mesa de amor
Onde
as famílias
Se
alimentam.
O
outono
É
o véu da paz,
Onde
as famílias recolhem
Inspiração
para serem mais autónomas.
Rafael
Palma
6ºA
Finalmente chegou
Esta grande estação
As árvores despidas
No meio da escuridão.
O outono é algo
Que todos adoram
Com a chegada dele
Todos comemoram.
O vento do outono é feroz
Até parece um leão
Com a família reunida
É só ver televisão.
Simão Nogueira
6º A
OUTONO
No
outono,
As
folhas cobrem
O meu
jardim
No
outono,
A
lareira acesa
Liga o
meu coração
Ao seu
calor.
No
outono,
As
árvores ficam despidas
E vivem
rodeadas
De
solidão.
Bruna Ribeiro
6ºA, nº3
Poema
sobre o Mar
Em
ti, meu querido mar,
O
português partiu
Em
busca de novas aventuras
E
o mundo se descobriu!
Na
tua imensidão
Muito
se pode fazer
De
economia a lazer
Sem
ti não se pode viver!
Ó
meu mar!
Tu
és tão salgado
E,
por vezes, tão violento.
Em
ti a vida perdura
Tu
és o bom e o mau!
Henrique
Pereira
Chora
a Natureza
Chora a Natureza
Porquê, porquê
Mas que tristeza!
Está tão triste que nada se vê.
Era um dia especial
Algo aconteceu
Será que lhe fizeram mal?
Como saberei eu?
Já sei!
Será que se magoou?
Eu lhe perguntei:
-Porque chorou?
Rodrigo Neto
5ºC
Estes poemas também entraram na berlinda da poesia!
No outono,
Começa o frio,
Folhas caídas no chão,
Rasgadas e calcadas
Pelos pés das pessoas, pelo vento.
Pétalas a voar
Daquela rosa,
A mais bonita do jardim.
Ficar à janela
Ver a chuva cair
Trovões a iluminar
Como posso dormir?!
Fazemos uma fogueira
Mãos a aquecer
Lindas as brincadeiras
Que podemos fazer.
Unidos por uma só coisa
Unidos para sempre!
Somos uma família
Somos uma só gente.
Diana Pereira 6º A
Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
Fernando Pessoa, grande poeta luso, tão nosso, quando escreveu, tinha razão!
"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.”
Valeu mesmo a pena! As almas dos nossos professores e alunos são grandes e grandes foram as atividades que desenvolveram após a leitura de Mar Sonoro da grande Sophia de Mello Breyner Andresen.
MAR SONORO
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós.
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o meu secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Agora, o poeta ou a poetisa és tu! Foi o desafio. E foram poetas mesmo!
Assim se cumpriu a atividade "Marear na escrita"!
Agora, o poeta ou a poetisa és tu! Foi o desafio. E foram poetas mesmo!
Assim se cumpriu a atividade "Marear na escrita"!
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Mar onde tudo ganha vida.
Onde tudo parece perfeito.
Beleza nas tuas águas.
Profundezas obscuras e misteriosas.
Mar que dá alegrias.
Mar onde as crianças são felizes.
Nas beiras das tuas ondas.
És algo incrível e belo.
Mar para mim, mar sem fim.
Data: 21/10/2015
Nome: Rúben Miguel Dias Martins
Turma: 7A
Ano: 2º
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Pelo azul do mar viajar, viajar…
Baleias, golfinhos, corais tu vais encontrar
Mas sonoro, mar sem fundo, mar em mim.
Nadar, respirar, olhar o fundo do mar.
Correntes, ondas, sereias te vão encantar.
Mar sonoro, mar sem fundo, mar em ti.
Mar que me levas a sonhar.
Sem ter por onde navegar.
Data: 21/10/2015
Nome: Gonçalo Miguel Perpétua Mendes
Turma: 7A
Ano: 2º
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Mar calmo e salgado.
Gosto de estar ao pé de ti.
E do teu tom azulado.
Gosto de ouvir as ondas.
A enrolar na areia.
E de imaginar.
Que há no fundo.
Uma bela sereia
Data: 21/10/2015
Nome: Rui Miguel Oliveira Martins
Turma: 7A
Ano: 2º
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
Ó mar! Olha para mim!
Diz a Lua, com saudade.
Quando ela já sabe.
E o tempo anuncia.
Que a noite que ilumina.
Se irá tornar dia.
Espreita o sol, avisando…
Ó Lua! Vou andando.
Que o tempo, que devias
Às estrelas e aos dias
Ficou nas ondas revoltas
Ou nas palavras soltas.
Porque o mar… ó Lua!
É meu sim.
É sem dúvida para mim.
Mar salgado, mar sem fim.
Data: 21/10/2015
Nome: Ana Silvino Milheiro
Turma: 7A
Ano: 2º
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
És tudo para mim.
É lá que me refresco do calor.
E brinco com alegria.
Vejo ao longe o cais.
E barcos com pardais.
Ó mar, pareces um charco!
Mas, mar, tu não tens fim!
Espero que gostes de mim.
Ó mar que nos dás alimento.
Também és o meu sustento.
Mar, tão gelado és!
Às vezes nem posso molhar os pés.
Gosto de aqui brincar.
Correr e saltar.
Até nunca mais parar.
Mar sonoro eu te adoro.
Data: 21/10/2015
Nome: Afonso Faria Moreira
Turma: 7A; Ano: 2º
Eis a participação dos alunos do Pré-escolar!
Pequeninos, mas tão Grandes!
Após a leitura do poema:
Fiz um castelo de areia
Mesmo à beirinha do mar
À espera que uma sereia
Ali quisesse morar.
Ó mar,
Ó mar…
Mas foi só uma gaivota
Que ali me foi visitar.
Ó mar,
Ó mar…
Mas foi uma verde onda
Que ali me foi visitar.
E levou o meu castelo
O meu castelo de areia
Para no mar morar nele
A minha linda sereia.
Luísa Ducla Soares, in Poetas de
Hoje e de Ontem
Os poetas pequeninos também marearam na escrita!
ASSIM!
Ó mar,
Ó mar…
Mas foi só um tubarão branco
Que ali me foi encontrar.
Arranjei um equipamento
Entrei na água salgada
Para com ele brincar.
Levou-me às cavalitas
Para novos amigos conhecer
E no oceano fomos passear.
Nome: Afonso Martins Granja (5 anos)
Turma: Pré-escolar 3A
Fiz uma estrela de areia
Mesmo à beirinha do mar
À espera que um príncipe
Ali quisesse brincar.
Ó mar,
Ó mar…
Mas foi só uma
sardinha
Que ali me foi
encontrar.
E levou a minha
estrela
Para o meio do
mar.
A minha estrela
de areia
Para com ela
brincar.
Nome: Coletivo (3,4 e 5 anos)
Turma: Pré-escolar 3A
Leitura e chegou-se à Escrita!
Assim nasceram:
Lágrima de preta, de António Gedeão, pela pena dos alunos da EB1 Outeirinho
Preta com
sinais negros
Negros são
seus olhos
Olhos
transparentes
Transparentes
de amargura
Amargura e
pobreza
Pobreza e
sofrimento
Sofrimento
que faz chorar
Chorar e
derramar
Derramar
lágrimas
Lágrimas de
preta…
Texto
coletivo 3º ano
Recolhi a lágrima
Lágrima de tristeza e de sonhos,
Sonhos de uma vida melhor
Melhor comida,
Melhores cuidados de saúde,
Melhor casa,
Melhor escola.
Escola onde se aprenda a viver!
Viver sem guerras,
Sem maldades,
Sem injustiças,
Sem racismo.
Racismo sentimento sem sentido
Que nunca deve existir
Existir sim, a igualdade entre todos.
Todos diferentes mas todos iguais
Trabalho coletivo da turma 7B (4ºano)
Da Leitura de O QUE
SABEM OS PÁSSAROS de Alice Vieira à Escrita
Os pássaros voam e
cantam
Conhecem outras culturas
Quando voltam para casa
Contam as suas aventuras!
Nas suas viagens longas
Tempo não têm p’ra
descansar
Mas quando o aproveitam
Dormem até cansar!
Mas se se põem a falar
É uma grande confusão
Para os calar
s/n
A Palavra Mágica
(de Carlos
Drummond de Andrade) ficou magicamente... com outra musicalidade! A musicalidade destas doces e silenciosas palavras:
De um
livro raro
Como
desconectá-la?
É a
senha da vida
A senha
do mundo
Vou procurá-la
na estante
Onde outras
palavras também dormem!
Finalmente
encontrei-a!
Estava
dentro de um livro
Cheio
de pó, todo velho, muito raro!
Mas
ainda há muitas mais por descobrir
E eu
encontrá-las-ei,
Com
paciência e alguma sapiência!
Daniel Ferreira Peixoto
do 7ºA, nº7
Certa palavra dorme
na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo
Vou procurá-la.
Carlos Drummond de Andrade
Agora a poetisa sou eu!
Até a encontrar,
Vou ter de sonhar,
Que em alguma parte
ela deverá estar.
A senha da vida,
é estar com quem mais amamos,
é a chave da alegria,
é a que mais precisamos.
Temos a chave,
A porta temos de encontrar,
A porta da imaginação,
Nunca se irá fechar.
A palavra eu já encontrei,
vive num mundo de fantasia,
A palavra já sei,
A palavra é "Alegria".
Inês Ribeiro Salgado
nº 12
7ºA
Em contexto de sala de aula e na Biblioteca Escolar, embarcámos na obra de Florbela "Árvore Mãe" e da leitura nasceu a escrita, em acrósticos:
Amor eterno
Regaste em mim
Varreste a tristeza
Olhaste para mim
Rindo
Ergueste-me no ar!
Maravilhosa mãe
Adoro-te, és muito
Especial!
Ana Rita
Oliveira
5º C
Arvore dos sonhos ela é
Relembrando os bons momentos
Vista por toda a gente
O tesouro de Maria Lua
Rebentam as folhas dos seus ramos
E crescem em direção ao sol
Maria Estrela conforta a mãe
A árvore tinha sido cortada
Es a minha árvore, mãe!
Raquel Carneiro Oliveira
Arvore
mãe,
Ri
para a tua felicidade
Vais
ultrapassar os teus medos,
O teu
amor vai crescer
Ri
árvore mãe,
És a
melhor árvore do mundo!
Majestosa
mãe
Arvore
amiga
Es a
minha linda e corajosa heroína!
Alexandra
Maria Martins Ferreira
Turma
5.ºC
A MINHA ÁRVORE É …
RAINHA DA FELICIDADE
VAGUEIA PELO AMOR
O MAL TORNA AMOR
REINA NA NATUREZA
É A FAMILIA DO AMOR
MÃE, PORQUE TU ÉS A
MINHA ÁRVORE
A FAMILIA ÉS TU
EMBALAS–ME NOS TEUS
BRAÇOS !
LUCAS DANIEL NETO
FERNANDES
5ºC
Amiga para
toda a vida
Respeito ao
próximo
Verde sua
vida
O mar da
felicidade
Rio de
ternura
E companheira
da eternidade!
Minha
alegria é imensa
Ao ter uma
mãe assim
Ela tem
muita importância para mim!!!
Inês
Machado Pinto
5.ºC
A árvore dá-nos um ar perfumado!
Rio com águas limpas, é maravilhoso!
Verdes são as árvores, como são lindas suas flores.
O seu cheiro é verdejante!
Rastejam os animais para cima das árvores.
É lindo vê-los!
Maravilhosa árvore
Animas a natureza!
És verdejante!
Ana Francisca Rodrigues
5º C
Árvores
Ricas em oxigénio
Vendo o vento fazê-las
bailar
Os pássaros a dar a música
Ramos mostrando
maravilhas
Esquilos a observar
Mãe árvore orgulhosa
A filha contente por
ajudar
Estes seres são
fantásticos.
Margarida
Lobo
Turma 5ºA
MATEMÁTICA A RIMAR
Matemática é o luar
Dos números
E as frações gostam de apreciar
O sol a brilhar!!
São as discussões de grupo
Que os problemas nos dão
As brincadeiras com o cubo,
E às horas dou a mão!
É pegar na balança e pesar maçãs
Pegar no metro e o caderno medir
É dirigir um grupo de reduções
É pôr uma reta numérica sorrir!
É contar as estrelas
E num instante a conta perder!
É desenhar círculos e quadrados
Para as figuras geométricas obter!
É montar num algoritmo
E com os números dividir
E para o sinal de mais e de menos
Não ficarem tristes
Também vou somar e subtrair!
Gosto muito de matemática
Nela posso correr e saltar
Até as circunferências me encontrarem
E juntas podermos sonhar!
4º ano
EB1/JI Aula – Conde
Turma 2E
Um pensamento
Calmo e profundo,O grande sorriso
Do mundo!
Números bailarinos
Contas mágicas
Figuras geométricas
E cadernos quadriculados!
No cubo vou descansar
Para depois
Os problemas resolver
Até a cabeça ficar a doer!
Para relaxar
Na esfera vou rebolar!
E agora para finalizar
A grande matemática
Vou abraçar!
Vou pegar na fita métrica
Para medir
Vou pegar na matemática
Para sorrir!
Na matemática
Vou correr e saltar
Vou agarrar…
Nos números
Para somar!
Matemática a rainha
Dos números
És arco-íris
Dos nossos sonhos!
Joana
4º ano
EB1/JI Aula – Conde
Turma 2E
MATEMÁTICA
Matemática,
Alegre e organizada,
Um mundo de números
Uma floresta encantada!
Resolver problemas
É o nosso dever,
Ver e rever
Até a cabeça doer!
Um rei dos números
Vou imaginar
E todos os meus sonhos
Os números vão pintar!
Se eu fosse um número
Iria levar
Os meus companheiros
A sonhar!
Maria Luís
EB1/JI Aula – Conde
4º ano
Turma 2E
Matemática
Nas aulas de matemática
Com os números vou
brincar,
Vou fazer contas
E os sólidos vou pesar.
Gosto de quadrados contar
Na esfera rebolar
No retângulo brincar,
Até me cansar.
Na minha escola
Peguei no metro e medi
Toda a minha sala
E por dentro a colori.
Na matemática
Coisas posso construir,
Para nelas brincar
E muito me divertir.
Gosto de frações
E os números somar.
Os problemas resolver
Soluções encontrar!
Com a matemática
Eu vou brincar
E com os sólidos
Me vou entusiasmar!
Ana
Sofia Alves Sousa
EB1/JI Aula – Conde
4º ano
Turma 2E
MATEMÁTICA
Com a matemática
Problemas vou fazer
Resolver contas e contas,
Para melhor aluna ser.
Rebolar num cilindro,
Sentar-me num cubo e
imaginar
Que o céu tem números
Onde quero chegar.
Com a matemática
Posso sonhar
Agarrar os números
E com eles somar.
Com um compasso
Círculos vou fazer
Para andar às voltas
Até adormecer.
Medir um jardim,
Onde posso brincar,
Contas resolver
De subtrair e somar.
Numa árvore de livros
Aprender a sonhar,
Contar as estrelas
Para me embalar.
Luana Batista Peixoto
4º ano
EB1/JI
Aula-Conde
Ano letivo 2015/2016
A
fuga da ervilha
Era
uma vez uma ervilha que estava na panela, a ser cozinhada. Quando se apercebeu
que ia ser comida, preparou logo um plano de fuga. Saltou da panela fora e
rebolou para a porta. Foi então que viveu uma grande aventura!
Sem
querer, foi ter ao galinheiro. As galinhas e os galos também a queriam comer, e
mais uma vez teve de fugir. Rebolou, rebolou, rebolou e foi ter à casota de um
cão que também a achou apetitosa, e foi atrás dela. A ervilha pensou que nunca
mais ia chegar ao reino dos alimentos, onde viviam felizes. Mesmo assim, não
desistiu de procurar, esse famoso reino. Rebolou, rebolou, rebolou e viu um
gato. Este como os outros, tentou petiscar, mas em vão porque mais uma vez, a
nossa amiga ervilha, conseguiu escapar. Depois de todo este rebuliço bateu
contra uma porta grande e dourada, que dizia – “Bem vinda ao reino dos
alimentos”
Ela
nem queria acreditar e bateu à porta sem pensar duas vezes.
“Toc,
toc, toc” e a grande porta dourada abriu-se. Foi então que a nossa pequena
amiga, viu com os seus próprios olhos aquele mundo que toda a gente falava e
onde tinha a certeza que ia ser muito feliz!!!
Aqui acabou a fuga da ervilha!!!
EB1\JI DE AULA-CONDE, 21 DE
OUTUBRO DE 2014
CARLA BEATRIZ ALMEIDA CORDOSO
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A Fuga da Ervilha
Um dia uma ervilha tinha fugido de um
menino que gostava de comer ervilhas. Ela fugiu para o frigorífico para
encontrar as suas amigas, elas não estavam lá. Um dia a ervilha estava a ficar
congelada e resolveu sair do frigorífico, ela queria ir para o mundo das
ervilhas.
Ela foi para um
aeroporto para subir para o avião, foi para trás tomou lanço e entrou no avião.
Viajou, viajou quatro noites, ela
estava muito cansada. Quando chegou ao mundo sentiu-se mais feliz, porque sabia
que ia encontrar as suas amigas, ela era a irmã mais velha. Andou e andou só
que num momento sentiu energia, porque lhe cheirava a comida e ainda por cima
era a comida preferida da ervilha. Lá no país das ervilhas havia uma festa. Ela
encontrou a sua irmã e disse:
-Olá irmã, como
estás tão magrinha?
-Estou sim, eu
só vim ontem! -disse a irmã do meio.
-A irmã mais
nova? -perguntou a irmã mais velha.
-Está à beira
do cozinheiro a provar a comida! -exclamou a irmã do meio.
-Olá, irmã mais
velha o que fazes aqui? -perguntou a irmã mais nova.
-Eu fugi do
menino que mora naquela casa em que tu também estiveste, lembras-te? -perguntou
a irmã mais velha.
-Lembro-me
perfeitamente, ele era horrível, e no estômago dele devem estar milhões de
ervilhas.
As ervilhas adoravam
aquele mundo e nunca mais saíram de lá, porque os outros países eram
aborrecidos, faladores e tinham muita confusão.
Nunca mais se
lembraram daquele rapazinho, porque para as ervilhas o que interessava é que
elas vivessem felizes e saudáveis!!!
Alexandra
4º ano
EB1/JI
Aula-Conde
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A FUGA DA
ERVILHA
Certo
dia, uma ervilha verde e redondinha acordou e deu um salto com o tamanho do
susto que apanhou.
Estava
dentro de um prato, acompanhada com arroz, puré e um grande pedaço de carne.
Com
ar assustado, dirigiu-se a um grão de arroz e perguntou:
- Onde
é que estamos?
-
Estamos no restaurante “Comilão e Comilonas”, e vamos ser servidos a um
cliente! – respondeu o grão de arroz.
A
ervilha estremeceu e só de pensar que, dali a instantes estaria a ser mastigada
e engolida por alguém, quase desmaiou. Tinha de arranjar uma forma de sair
dali.
Mas a
sorte da ervilha parecia ter acabado pois, logo de seguida, alguém pegou no
prato e transportou-o para uma mesa onde estava sentado um senhor muito gordo.
Parecia que o seu destino estava traçado quando, de repente, a mesa tombou com
o peso do cliente ao tentar levantar-se da cadeira. O prato caiu ao chão e a
comida ficou toda espalhada.
Era a
sua oportunidade. Ao ver-se no chão, começou a rolar e saltou porta fora, tendo
caído na valeta. Suspirou de alívio e agradeceu a Deus por não ter sido comida.
Paulo
César
4º
ano
EB1/JI
Aula-Conde
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A fuga da ervilha
Era uma vez uma ervilha, que não queria ser comida, no
entanto, sentiu que ela e as suas amigas iam ser compradas por uma pessoa,
quando perguntou:
- O que está a acontecer, porque estamos a
ser levadas?
Respondeu uma das suas
amigas:
- Estamos a ser compradas por alguém. Vamos
ser alimento para pessoas.
A ervilha comentou:
-Estamos o quê? Eu não quero ser alimento de
ninguém, antes disso fujo.
Uma das suas amigas disse:
-Não pode ser assim. Nós nascemos e fomos
criadas para ser alimento para pessoas.
A ervilha começou a pensar na sua fuga.
Imaginou então: -Quando a pessoa abrir o saco eu vou-me lançar e vou rebolar
pela sua cozinha fora e assim, não serei alimento para ninguém.
No entanto, quando se abriu a lata, ela não
consegui fugir, e foi cozinhada e ficou muito apetitosa.
A pessoa que a cozinhou, quando estava a
comer disse.
-Hmm, que saborosa!
FIM
EB1/J I
Aula-Conde, 17 de Outubro de 2014
Lara Filipa
Cunha da Silva
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A fuga da
ervilha
Era uma vez uma ervilha que estava
sozinha num prato. De repente um menino mexeu o prato e ela voou. Enquanto
voava dizia para si :
- A minha fuga foi esplêndida, pois,
quero ir para a casa das minhas irmãs!
A ervilha então começou a cair e caiu
num trampolim que a fez voar tanto aterrando mesmo na casa das suas irmãs.
-
Olá irmãs. – disse ela.
- Olá irmã.- responderam elas.
A irmã explicou tudo o que viveu, sentiu
e chorou.
Então ela afirmou:
- Esta foi a minha vida naquele prato.
Então as irmãs tristes explicaram-lhe
que podia viver com elas, mas só se rebolasse rápido. Ela concordou e de
repente uma gaivota, que era a mensageira delas, avisou-as que o gato que
assombrava a casa tinha voltado. As irmãs e a ervilha foram para o buraco para
se protegerem do gato.
Daqui para a
frente, todos os dias foram assim.
Hugo Alexandre Peixoto Costa
E B 1/J I de
Aula-Conde, 15 de outubro de 2014
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A
fuga da ervilha
Era uma vez uma ervilha muito pequenina,
ela não sabia quase nada sobre o mundo que a rodeava.
Certo dia, viu outra ervilha chorar, essa,
era muito mais velha, e então a pequena ervilha perguntou-lhe:
- Olá como te chamas? E porque choras?
- Eu chamo-me Eva, e estou a chorar porque
ao almoço vão comer-me! - respondeu a ervilha, muito triste.
- Mas isso, não é bom? – perguntou a
pequena ervilha. – E já agora, chamo-me Iva.
A Eva respondeu:
- Não, não é bom! Mas há uma saída! No
ponto mais alto da cidade existe uma pequena porta, só os mais corajosos, os
menos preguiçosos e os mais espertos conseguem passar pela porta que te falo!
- Mas porque não vais para lá? Tu não és
preguiçosa e és inteligente! – disse a Iva.
- Minha cara, eu posso não ser preguiçosa
nem totó, mas falta-me a coragem. Mas e tu, és corajosa, és esperta e não és
preguiçosa. Tu sim conseguirias passá-la.
- Pensando bem, não é mal pensado. Está
bem, começo agora mesmo a pesquisa! Vou pegar num mapa e ver o ponto mais alto
da cidade.
Quando acabou a sua tarefa, Iva foi rolando
pela cidade. Ela rebolou durante muito tempo e chocou com uma torre. Foi
saltitando torre acima e procurou uma porta. Ela não via nenhuma porta, mas não
desistiu. Procurou, procurou e eis que viu um pequeno buraco, espreitando
conseguiu ver através dele o céu azul, com nuvens brancas. Foi então que entrou
e caiu em cima de uma nuvem, e viu uma infinidade de ervilhas. Uma ervilha
chegou à beira dela e perguntou:
- Como te chamas? Porque vieste aqui ter? E
quem te incentivou?
- Eu chamo-me Iva, e vim cá ter para não
ser comida pelos humanos. Foi uma amiga minha que me incentivou, ela chama-se
Eva, que a esta hora deve estar a ser comida.
- Compreendo, todas nós passamos por uma
fase idêntica. Mas porque não vens para o pé de nós divertir-te? Afinal, estás
livre da boca de qualquer humano que seja, não é verdade? – perguntou a
ervilha.
- Sim, vamos lá!!! Só queria perguntar-te
como te chamas? – questionou a Iva.
- Eu também me chamo Eva, como a tua amiga!
- Agora vamo-nos divertir!!!!!
Uns dias mais tarde, a Iva apercebeu-se que
devia fazer novos amigos, e também já estava farta de tanta diversão. O que ela
queria mesmo era viver aventuras. Foi então ter com a Eva e disse-lhe:
- Adorei ter-te conhecido, mas, acho que
está na hora de me despedir de todas. Até um dia mais tarde, pode ser que volte
de visita!
Foi rebolando pelas nuvens e foi então, que
viu um enorme pé de feijão! Desceu por ele, e quando chegou ao chão, viu o João
com uma grande quantidade de ervilhas na mão.
Foi rebolando até ao João, e ele pegou nela
suavemente, para não machucá-la. O rapaz ouviu a mãe perguntar-lhe:
- João, onde estão as ervilhas?!
O rapaz pegou nas ervilhas, escondeu-as à
beira do pé de feijão, e respondeu:
- Eu não sei das ervilhas! Onde estarão?
Todos se começaram a rir!
A Iva viveu grandes aventuras com as suas
novas amigas!
EB1/JI
Aula Conde
Inês
Machado Pinto
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A fuga da ervilha
Numa bela tarde de outono, um pequeno menino,
pediu à avó para lhe abrir uma lata de ervilhas. Por azar, a lata de ervilhas
estava estragada. Só tinha uma ervilha: a mais redonda e esverdeada que outra
ervilha qualquer. Ao ver aquela delícia, o menino perguntou:
-
Posso comer esta ervilha?
-
Claro que sim! Exclamou a senhora.
Quando
o menino ia pegar na ervilha, pronto a comê-la esta saltou da lata para a mesa.
O menino afirmou:
-Que
ervilha atrevida!
E
a ervilha voltou a saltar para as escadas e dessas, saltou para o quarto do
menino. Aflito, foi atrás da ervilha que voou da janela.
-Mas
que azar, que hei-de eu fazer? Já sei, vou de avião. – Disse o menino.
Finalmente,
a ervilha chegou ao mundo das ervilhas. O menino foi de avião e saltou para uma
nuvem, esfregou os olhos e viu o mundo das ervilhas douradas, prateadas,
verde-escuro e claro. A pequena ervilha foi ter com ele e perguntou:
-Que
fazes tu aqui?
Ele
respondeu:
-Vim
atrás de ti. Porque é que não te posso comer?
-Porque
tenho medo dos teus dentes afiados e do aparelho metálico. – Respondeu a
ervilha.
-Não
te preocupes pois se eu te comer vais para a beira das tuas velhas amigas. –
Disse ele.
-Ai
sim? Nesse caso vou eu, a Nês e a Ri. – Afirmou ela.
-Oh
pequenina!- exclamou o rapaz admirado.
Saltaram
para a boca do menino e, num abrir e fechar de olhos, lá estavam ela a flutuar
nos pequenos e delicados órgãos do menino.
Lá
ficaram muito tempo até à hora de seres expulsas do estômago. O menino que era
esperto expulsou-as para um balde e enterrou-as. De um dia para o outro, as
ervilhas cresceram até que aconteceu mais ou menos a mesma situação. O menino
voltou a comê-las, mas nunca mais foram expulsas, pois ajudavam muito o sistema
digestivo. Lá ficaram para sempre, cada uma com a sua função.
Assim…
-Acorda,
acorda Pedro vais chegar atrasado à Palestra da Alimentação! Despacha-te! Dizia
a mãe.
-Adormeci?-
perguntou o Pedro.
-
Sim!-respondeu a dona Maria.
Levantou-se,
vestiu-se e tomou o pequeno-almoço.
Quando
chegou à Palestrada Alimentação, toda a gente questionou as doutoras da
Palestra, até que a doutora Filipa questionou:
-Alguém
me sabe dizer algum alimento essencial à nossa alimentação?
-Eu
sei, eu sei!-dizia o Pedro.
-Qual?-perguntou
a doutora.
-A
ervilha. -afirmou o Pedro.
-Sim,
a ervilha é um alimento muito importante mas acima de tudo a água, pois é o
essencial, na vida na terra! – Exclamou a doutora.
Assim,
Pedro descobriu que a sua aventura com ervilhas, não tinha passado de um
sonho!!!
EB1/JI
DE Aula-Conde, 21 de outubro 2014
Vitória
Ferreira Torres
Trabalhos dos alunos ano letivo 2014/2015




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