Trabalhos dos Alunos 2017

Esta página destina-se a colocar e a disponibilizar os trabalhos que os alunos do Agrupamento de Escolas Virgínia Moura vão realizando em torno das suas leituras, em contexto de sala de aula, sob orientação dos docentes, bem como aqueles que são o produto de concursos/desafios promovidos pela Biblioteca Escolar Ana Saldanha, PNL (Plano Nacional de Leitura), RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) ou, por livre iniciativa dos referidos alunos.


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Porque a Biblioteca Escolar é de todos e para todos os graus de ensino, deve também fazer eco daquilo que de bom se faz, em todas as escolas do agrupamento. Neste caso, pretende-se divulgar aqui o trabalho realizado pela Educadora Balbina Abreu com seus alunos:


Abecedário com nossos nomes
A é a Alice Machado, gosta de dar um recado.
A é a Adriana, gosta de dormir na cama.
A é o André, gostava de beber café.
B é a Beatriz, gosta de fazer um Xis.
B é a Balbina, foi comprar gasolina.
D é o Duarte, gosta de brincar em toda a parte.
E é a Elisandra, gosta de apanhar flores na varanda.
F é a Filipa, que quer apanhar uma tulipa.
G é o Gonçalo, a brincar com um cavalo.
L é a Laurinha que quis vir para a escolinha.
L é a Letícia, gosta de brincar com a Patrícia.
L é o Lourenço, limpa a boca com o lenço.
M é a Matilde, a brincar com a Clotilde.
M é o Martim, gosta de saltar o trampolim.
Ré o Rodrigo, come assado dentro dum trigo.
S é a Sónia Isabel, gosta de desenhar no papel.
T é o Tomás, não gosta de ir atrás.
(a partir do Poemas da Mentira e da Verdade de Luísa Ducla Soares – junho 2017)


(Introdução falada: “Fizemos os convites, a festa vai começar.
Ésuper divertida, venham festejar!!!)

Hoje é dia de festa,
Há jogos divertidos.
Os heróis da fruta
Estão sempre unidos.

Na mesa há alimentos
Com superpoderes,
Mas só vão funcionar
Se tu os comeres!

A mesa está de gritos,
Vamos lá lanchar.
Cenoura aos palitos
E os olhos a brilhar!

Morango e maçã!
Banana e kiwi!
Melão e romã!
Uvas e abacaxi!

De todas as formas,
De todas as cores.
Há superpoderes
De todos os sabores!

A festa da fruta
Dura todo o dia.
As suas vitaminas
Fazem a magia.

E no final da festa,
P’ra casa vamos levar
Caixas de frutos secos,
Todos vão adorar!

Sumos e batidos
Com fruta fresquinha
Sem juntar açúcar,
Já é bem docinha.

Morango e maçã!
Banana e kiwi!
Melão e romã!
Uvas e abacaxi!

De todas as formas,
De todas as cores.
Há superpoderes
De todos os sabores!



Rimas

Baseado na exploração da obra “ Dezasseis Trincas para esvaziar o cesto da fruta”

Ø  O ananás foi para a boca do Tomás;
Ø  O abacaxi foi brincar com o kiwi;
Ø  O morango foi para a boca do Orangotango;
Ø  A romã foi brincar com a maçã;
Ø  A uva preta fez uma grande careta;
Ø  A castanha foi para a boca da aranha;
Ø  O figo foi para a boca do Rodrigo;
Ø  A laranja foi brincar com a toranja;
Ø  A banana foi para a boca da Ana;
Ø  A tangerina foi brincar com a bailarina;
Ø  A framboesa foi para a boca da princesa;
Ø  A clementina foi brincar com a tangerina;
Ø  O mamão foi brincar com o melão;
Ø  A uva branca foi para a boca da Bianca;
Ø  A avelã foi para a boca da mamã;
Ø  A papaia foi brincar com a Abelha Maia;
Ø  O limão foi passear com o João;
Ø  A maçã reineta foi para a boca da Julieta;
Ø  A maçã amarela foi passear com a caravela;
Ø  O maracujá foi comido pela mamã;
Ø  A nectarina foi para a boca da D. Joaquina;
Ø  A melancia foi para a boca da Maria;
Ø  A meloa foi passear para Lisboa;
Ø  A meloa foi passear numa canoa;
Ø  O pinhão foi parar à minha mão;
Ø  A groselha corou e ficou vermelha;
Ø  O dióspiro constipou e deu um espirro;
Ø  A amora foi para aboca da Flora;
Ø  A tangerina foi para a boca da Balbina;
Ø  O abacate foi brincar com o tomate.

Turma 3A – Pré-Escolar da EB1/JI do Monte-Guardizela
12/05/2017



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Os textos que se seguem foram escritos para participação em mais uma edição da Editorial Caminho "Uma Aventura Literária2017".




A aventura dos deuses
Num certo dia, o deus Himeneu, deus do casamento, e a deusa Maya, deusa da ilusão, estavam no seu palácio quando souberam a notícia de que a bola de cristal do palácio tinha sido roubada. Essa bola de cristal era a fonte de todo o poder dos deuses. Para a encontrar, os dois deuses tiveram que passar por várias aventuras.
Himeneu e Maya começaram por embarcar num navio que os levaria ao submundo, e, durante a viagem, passaram por vários desafios. De madrugada, no alto mar, a tripulação começou a ouvir vários cânticos de vozes muito doces. Esses cânticos vinham das sereias, que encantavam os homens com as suas vozes, para depois eles se afogarem.
Os deuses Himeneu e Maya, ao aperceberem-se da presença desses míticos seres, mandaram todos os homens ficar atentos para que, quando aparecesse uma, a matassem. A sereia rainha, Horse, mandou todas as sereias encantarem os homens, mas houve uma sereia,Feeder, que se recusou a fazê-lo porque tinha vivido um romance com um humano há anos atrás. Essa sereia, em vez de encantar os homens, decidiu ajudá-los.
Porém, no momento que se aproximou do navio, os homens quase a mataram. Para não morrer, ela cantou uma músicaem que dizia que os queria ajudar. Os humanos acreditaram nela mas Maya ficou depé atrás, pois, como deusa da ilusão, ela sabia muito bem os truques para iludir os homens. A rainha, ao saber que Feeder lhe tinha desobedecido, mandou todas as sereias assumirem forma de monstro do mar para destruir o navio. Feeder, ao pressentir a presença das suas irmãs, teve a ideia de pedir ajuda ao deus do mar, Podeidon. Os deuses Himeneu e Maya ajudaram a sereia a fazer um chamamento de ajuda. Poseidon apareceu no navio em forma de homem. Com o seu tridente, baniu todas aquelas sereias para as profundezas do mar, onde não magoariam ninguém, e Feeder passou a viver com ele.
Depois da ajuda de Poseidon, os deuses retomaram a sua viagem até ao submundo. A paragem foi em HagoCity, uma cidade num mundo paralelo ao deles. Para entrar na cidade, tiveram que passar por um brutal mágico. Os homens foram comprar mantimentos para o barco, enquanto os deuses exploravam a cidade. Enquanto isso acontecia, decidiram entrar num edifício. Era uma biblioteca muito antiga onde havia livros em imensas línguas. Os dois decidiram passar lá algum tempo a ler, mas, quando Maya pegou num certo livro, vários começaram a unir-se, formando uma hidra. Para derrotar a hidra, eles não podiam cortar as cabeças porque assim mais duas apareceriam. Para a matar, Maya pensou em iludir a hidra mas não deu muito certo.
 De repente, um homem entrou na biblioteca. Era Maui, um semideus, que tinha sempre com ele um grande anzol, que o deixava mudar de forma. Maya e Himeneu ficaram surpresos, mas logo se acalmaram, pois há séculos Maui tinha-os ajudado. Maui agarrou o seu anzol e transformou-se num falcão e depois voou diretamente até ao coração da hidra e matou-a. Os deuses agradeceram-lhe e seguiram viagem.
            Finalmente chegaram ao submundo, onde vivia Hades, deus dos mortos. Era lá que estava a bola de cristal, pois Hades queria o poder de todos os que tinham mais poder sobre ele. Hades não se quis dar por vencido e chamou Perséfone, a sua mulher, e ordenou que ela soltasse os cães. Mas, para sua surpresa, ela ajudou os deuses a recuperarem a bola de cristal e a voltarem para casa.
            Maya e Himeneu voltaram para o seu palácio e guardaram a bola de cristal num sítio muito seguro para nunca mais ser roubada.  

Francisca Machado e Leonor Ferreira  8.ºD




O baile de máscaras 
Certa noite, uma Princesa bela e formosa preparava-se para o seu baile de máscaras. Penteava cuidadosamente os seus cabelos loiros e compridos à janela do seu quarto, e pensava que estaria prestes a encontrar o seu Príncipe e casar com ele para se tornarem reis do castelo de Arandelle.
A Princesa chamava-se Leonor mas todos a tratavam por Nonó porque ela não gostava do seu nome. Nessa noite, Leonor vestiu-se com um vestido fabuloso que os pais lhe tinham oferecido antes de morrerem numa viagem de barco a caminho de Auradon, ficando órfã com apenas 14 anos.
 Agora com 18 anos estava prestes a tornar-se rainha no baile de máscaras onde dançaria com o Príncipe e casaria, dando herdeiros ao trono. Ela andava sempre com o amuleto da sorte que a mãe lhe dera quando eles partiram para Auradon.
Ela dançou com Alfredo, Príncipe do deserto de Jadar,com João, Príncipe das Montanhas do Norte, Hugo, Príncipe de Inglaterra, Dinis, Príncipe de França, e tantos outros. Mas o único que lhe interessou foi Nuno, Príncipe dos Países-Baixos. Dançaram, dançaram até às três badaladas da meia-noite e a partir daí declarou-lhe o seu amor.
No dia seguinte, os dois casaram, tiveram uma filha e mais tarde gémeos e foram felizes para sempre. Certo dia, quando a bruxa mais terrível descobriu que não tinha sido convidada para o casamento, tirou-lhe a filha que ela mais desejava.
Os pais não desistiram de recuperar a sua filha Fiona, tendo feito um pacto com a bruxa. Permitiram que se tornasse madrinha e que, quando a filha fizesse anos, passasse o dia com ela.
            Entretanto, os anos foram passando e Fiona ficou gravemente adoentada porque seus pais esqueceram-se de lhe dar o elixir de frutos vermelhos que lhe fortalecia todo o sistema imunitário. Passadas três semanas, não resistiu a um agravamento do seu estado geral e morreu com leucemia.
            Então os seus irmãos Miguel e Eduardo tiveram que a substituir nos assuntos reais, pois seus pais estavam também já muito debilitados. A escolha dos gémeos fez-se pela ordem do abecedário. Logo ficou o Eduardo que se tornara num péssimo gestor dos assuntos do reino.
  Perante o agravamento dos impostos, o povo decidiu manifestar-se, fazendo ver que assim não podia continuar a viver e, humildemente, Eduardo passou a gestão ao seu irmão gémeo. Daí em diante, todos viveram em paz.

Carla Ribeiro, 7.º A

  Um palhaço triste


No circo Palhacete, um circo bastante conhecido, havia um palhaço cujo nome era Feliciano. Esse palhaço tinha uma particularidade: estava sempre muito triste.
Certo dia, quando o Feliciano chegou ao circo, todos os seus colegas ficaram muito impressionados: o Feliciano apareceu no circo muito cabisbaixo e os colegas perceberam logo que algo de errado se passava com ele.
No dia seguinte, o mesmo voltou a suceder. Foi aí, então, que um dos seus colegas ganhou coragem e foi falar com ele:
- Então, Feliciano, o que se passa contigo? Nestes últimos dias andaste muito cabisbaixo e triste. O que se passa? Aconteceu alguma coisa?
Ao que ele respondeu:
- Não sei ao certo o que se passa. Só sei que a tristeza, esta semana, decidiu invadir o meu coração!
Nessa semana, havia um espetáculo de circo, no qual o Feliciano seria a personagem principal. Ele pensava que, com a adrenalina do espetáculo, se iria livrar da tristeza e da má disposição. Mas não foi isso que aconteceu. O Feliciano ainda se sentiu pior. Toda a gente gritava “boooo…, não prestas Feliciano”. Nesse momento parecia que o mundo estava a cair sobre os seus pés.
Ele abandonou o espetáculo e foi para o seu camarim lamentar-se:
- Eu não presto! Sou uma desgraça! Ninguém gosta de mim!!
E ficou ali a lamentar- se durante todo o dia.
Na semana seguinte, havia outro espetáculo, no circo Palhacete. O Feliciano estava grandemente angustiado e nervoso, pois tinha medo que a mesma desgraça acontecesse novamente. Mas, desta vez, foi diferente. Toda a gente começou a incentivar o Feliciano e foi aí que ganhou a coragem suficiente para que o espetáculo corresse às mil maravilhas. O Feliciano desatou a dançar e a brincar com toda a gente. As crianças estavam maravilhadas, sorriam de orelha a orelha, como se fossem flores que balançavam felizes ao som do vento.
A partir desse dia, o Feliciano começou a encarar tudo com positivismo, não desistindo com facilidade das situações que vida lhe reservava. Aprendeu a não desperdiçar as oportunidades que foram surgindo ao longo da sua caminhada. O Feliciano deu o seu exemplo a muitos outros palhaços, para que estes não desistissem dos seus sonhos e que olhassem para a vida com vontade de fazer- lhe frente pois algumas situações com as quais a vida nos presenteia são de propósito. Temos é que saber arranjar soluções para as ultrapassar e superar.
Façam como o Feliciano. Não desistam de lutar por aquilo que querem, só porque alguém vos atrapalha. Sejam felizes. Vivam a vida sem medos, pois a vida é o mundo e se não a aproveitarmos nunca seremos felizes. Vivam sem receios!
Bruna Ribeiro

Era uma vez…uma quadrilha de amigos, todos eles muito aventureiros e sempre prontos para desvendar novos mistérios e embarcar em novas aventuras. Nessa quadrilha destacava-se a Madalena, a líder do grupo. Ela era esbelta, com a sua cara sardenta, os seus cabelos ruivos, que reluziam como o ouro. Tinha olhos verdes, lembrando a maresia, e a sua pele era acetinada como uma rosa. Era muito perfeccionista e boa amiga.
                 No grupo, existia também a Bea. Era a melhor amiga da Madalena. Era magra, usava franja, tinha o cabelo castanho e os olhos como avelãs. Era muito curiosa e esperta.
                E, por fim, destacavam-se os gémeos, o Luís e o Rodrigo. O Luís era desleixado. Adorava comer, e, por isso, não estava tão em forma quanto o normal. Mas fora isso, era um rapaz brincalhão, bonito e perspicaz. Os seus cabelos castanhos e os seus olhos esverdeados tornavam- no inesquecível.
                O Rodrigo era exactamente igual ao seu irmão gémeo, tirando três aspetos: ele era mais magro, tinha uma personalidade diferente, era mais inteligente, muito calmo, muito tímido, e tinha uma característica peculiar, possuía heterocromia, isto é, possuía um olho de cada cor. Um azul cor do céu e outro castanho corde café. Mas todas essas características tornavam-nos os gémeos mais fixes de sempre!
                Certo dia, os quatro amigos reuniram-se e decidiram desvendar um mistério que há muito tempo lhes enchia a cabeça.Um mistério de que só eles percebiam e de que desconfiavam muito. Existia um salão de beleza na cidade Dó Ré Mi Fá Sol, cidade onde eles habitavam, onde costumavam ir frequentemente, pois uma das empregadas era a mãe dos gémeos. A mãe dos gémeos chamava-se Constança e era a empregada mais querida e a preferida de toda a clientela da cidade.
                 Existiam também mais duas empregadas. Uma chamava-se Marília e a outra Joana. Tinham as duas personalidades muito equivalentes. Eram as duas muito tímidas, mas muito mal- humoradas. Tinham também muita inveja da Dona Constança. Sempre que alguém a elogiava, elas diziam que eram melhores e continuavam o seu trabalho. Na verdade, elas não eram muito boas funcionárias, só trabalhavam lá porque não havia ninguém para as substituir.
 Certo dia, chovia muito, o céu estava carregado de nuvens, parecia que a tinta se tinha espalhado pelo céu e que estavam bordados mantos de água por todas as ruas, e Dona Constança chegava ao trabalho, deparando-se com a tinta, os rolos de cabelo, os vernizes, as escovas, os ganchos, as fitas e os óleos naturais espalhados pelo chão. Num ápice, chegou a sua patroa para verificar se tudo corria normalmente, ficando perplexa ao ver o que acontecera.
                Perante tal cenário, a patroa pediu justificações a Dona Constança que disse que não tinha sido ela que provocara esse desastre. Mas, a patroa não acreditou e despediu-a.
                 Então os quatro amigos viram a pobre empregada tão triste que decidiram entrar em ação. Acharam a atitude de tamanha injustiça que prometeram ajudar em tudo.
                 Passada uma semana, receberam através do correio uma carta a dizer que estavam felizes por ela ter sido despedida.
                No salão tudo ia de mal a pior. Metade dos clientes já não apareciam o que levava a patroa a ter que fechar o salão.
                 Ao saber disto, Dona Constança não pôde ficar quieta. Tinha de haver uma solução. Num instante, os amigos lembraram-se que no salão existiam câmaras. Pediram à patroa permissão para observar as imagens e, com a sua supervisão, viram que quem provocou o despedimento de Constança foram as empregadas.
                Sabendo disto, a patroa despediu-as e voltou a contratar a Dona Constança que, sem dúvida nenhuma, fazia falta àquele salão de estética.
                E, mais uma vez os quatro magníficos arrasaram nesta aventura.

Carolina, nº 6 , 7º D 



ABRIL O MÊS DO LIVRO também FEZ ACONTECER...
 aniversário da BE da EB/JI Monte - Guardizela



A Biblioteca da EB/JI Monte Guardizela completou mais um aniversário a 28 de abril.
Docentes e alunos, cientes da importância deste espaço educativo, celebraram-no com escrita de textos à BE dedicados em que espelharam o valor que a Biblioteca tem para eles.
Os Pais e Encarregados de Educação desta instituição aliaram-se a este efeméride e ofereceram livros à aniversariante
A BE tem sido a fonte de água cristalina que tem alimentado os sonhos e aumentado os saberes dos alunos.
Parabéns Biblioteca!
Parabéns para os nossos escritores!
Aqui fica o registo de alguns:


A biblioteca

A biblioteca estimula a imaginação,
Quando chegas lá sentes alegria no coração
Ao abrir um livro de encantar
Ficas logo a sonhar!

E ao esfolhear o livro todo o dia
Ficas com muita euforia,
E alguns livros dão-nos lições
Outros só amor nos corações.

Fazem-nos querer escrever,
Cada autor que podemos conhecer
Em fantásticas histórias,
Mas algumas são simplórias.

Cristiano Teixeira
4º ano, EB1/JI Monte- Guardizela



  




ABRIL O MÊS DO LIVRO FEZ ACONTECER ENCONTRO DE AUTOR(A)

A autora foi a sensível cidadã e escritora Ana Maria André com sua obra Trilogia para a Cidadania.  



Lida e trabalhada a obra na sala de aula, os alunos realizaram trabalhos como este e muitos outros!

Parabéns às professoras e aos alunos!


Bem haja! 





Resumo em poesia de “A pintadinha” de Ana Maria André

Uma linda borboletinha chamada Pintadinha
Resolveu ir para a cidade
Para ter mais felicidade!

Ao fazer longos voos
Pintadinha encantada
Ficou muito cansada.

Observava a cidade com atenção
E com muita alegria
Durante todo o dia…

Verificou que as pessoas da cidade
Que lá viviam
Só a poluíam.

A borboletinha Pintadinha
Indignada estava
Por sua cor estar estragada!

Pintadinha, tinha saudades
Da sua vida no campo
E Suas doces amizades…

Ela, voando mais alto
Já via o prado
E muitas flores, como o cravo…

Quanto mais se aproximava do campo
Seu coração enchia de alegria
E a sua cor renascia!

Trabalho elaborado pela Turma 3B- 4º ano
EB1/JI Monte - Guardizela


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Em abril nBE Ana Saldanha e por toda a EB Virgínia Moura abriu-se um “livro” da História de nosso Portugal!
Folhearam-se páginas desse livro para reavivar memórias de um período marcante da História de um país a quem Manuel António Pina chamou “País das Pessoas Tristes”. O livro, esse chama-se O TESOURO!
Tesouro é a Liberdade!
NBE Ana Saldanha os livros expostos na Zona de Exposição cantavam todos a mesma melodia, pela voz do pensar de vários autores lusos!

José Jorge Letria perguntou:

A Liberdade o que é?


Lançou-se o desafio "Concurso Poético" aos alunos para que respondessem a esta pertinente questão.

Eis aqui algumas poéticas definições, dando continuidade aos tercetos de José Jorge Letria.
Definições dos alunos do 2.º Ciclo
Liberdade

Ai que prazer
Não ouvir o despertador
Tocar todos os dias
Para levantar!
Estar sempre a brincar
Sem ter que lembrar
Que temos de voltar
Outra vez a estudar!
Ler é um mar
Onde podemos navegar
As letras a conversar
Por onde podemos começar?
Livros são fontes de cultura
Onde podemos explorar tudo
Desde história
A literatura!
A leitura é um pássaro
Que sobrevoa
A imaginação
Que nos toca o coração!
A leitura é a Liberdade!

Jacinta Correia da Silva, nº13, 6ºC


Liberdade
Liberdade é…
Poder dizer o que pensamos
Sem ter ninguém a julgar-nos.
Poder dizer o que sentimos
Sem ter ninguém a maltratar-nos.
Poder dizer o que queremos
Sem ter ninguém a desrespeitar-nos,
Só por temos ideias diferentes.

Liberdade é…
Poder dar a nossa opinião
E sermos respeitados.
Ouvir a opinião dos outros
E respeitá-los.

Liberdade é…
Não ter medo.
Sermos fortes.
Viver a vida!
Raquel Carneiro Oliveira

Nº22, 6ºC

E porque somos livres sonhamos...
São estes os meus sonhos,
Que buscam realização,
Rastejando entre mundos paralelos,
O Céu e a Terra
Até ao paraíso da minha imaginação.

O meu pensamento está neles,
Voador e incansável
Tenho um mundo só meu,
Na minha mente e alma,
Sonhos mágicos, mágicos como eu.

E eu não descanso nos meus sonhos
Procuro o Mundo Maravilha
Onde vivo intensamente
Histórias mágicas e impossíveis
Que assentar na Terra não posso.

Margarida Lobo, nº 14,  6.º A 

Definições dos alunos do 1.º Ciclo

A Liberdade
É um pássaro sem medo
A cantar dentro da boca.

A Liberdade
É uma árvore
Capaz de abraçar estrelas.

(José Jorge Letria)

A Liberdade
É uma criança alegre
A brincar com uma bola.

A Liberdade
É a água cristalina
A correr livremente.

A Liberdade
É uma ave a voar
No céu azul.

A Liberdade
É suave como o vento
Dos verdes prados.

A Liberdade
É uma gaivota bonita
A voar por cima do mar azul.

19/04/2017 – Marcos Magalhães Moreira – EB1 Outeirinho – 4º ano – Turma 7-C




A Liberdade
É uma flor 
A dar o pólen com amor.

A Liberdade
É um malmequer amarelo
A gritar "Agora sou outra vez belo".

A Liberdade 
É uma abelha
A beijar uma bela flor.

A Liberdade
É uma borboleta
A voar com alegria.

A Liberdade
É o grande Sol
A nascer pela manhã.

A Liberdade
É a nuvem
A crescer.

A Liberdade
É um campo
A abraçar a Natureza.

A Liberdade
É um pensamento 
A imaginar a felicidade.

A Liberdade
É uma criança 
Cheia de alegria.

A Liberdade
É a criança
A brincar pelo recreio.

A Liberdade
É o rosto de uma criança
A sorrir.
  
 Matilde Silva Ferreira

Ano/Turma: 4º ano – 3B


A Liberdade,
É um pássaro a voar

Com as asas a rasgar o céu.


A Liberdade,

É uma andorinha a bailar

No ar.


A Liberdade

É um mar com as suas ondas

A dançar na areia.


A Liberdade,

É uma papoila a cantar

Sobre o seu lar.


A Liberdade,

É um cão a correr

Afagado pelo vento.


Miguel Carneiro
4º ano da EB1/JI Aula - Conde



A Liberdade
É viver sem ditadura
É dizer o que pensamos!

A Liberdade
É desfrutar a natureza
No nosso coração!

A Liberdade
É descrever o meu sonhar
É ser livre para voar!

A Liberdade
É espreitar o céu e o mar
É sorrir ao luar!

A Liberdade
É voar
Ao chilrear dos pássaros!


Trabalho Realizado por :  Bruna Machado Azevedo
19/04/2017



A LIBERDADE
É O MAR
SEM TER MEDO DE FAZER ONDAS!

A LIBERDADE
É UM CORAÇÃO
A AQUECER A NATUREZA!

A LIBERDADE
É PODER IMAGINAR
QUE O LUAR PODE FALAR!

A LIBERDADE
É PODER GANHAR ASAS
E VOAR PARA O INFINITO!

A LIBERDADE
É SER CRIANÇA
PARA SEMPRE!

INÊS FARIA ALVES  4º ANO  TURMA 7C



A liberdade
É um sorriso de uma criança
A cantar com muita alegria.

A liberdade
É uma abelha
A beijar as belas flores.

A liberdade
São os animais a
A cantar com a sua doce voz.

A liberdade
É alegria
A crescer pelo mundo fora na mente de cada um.

A liberdade
É dançar
Ao som dos sons da Natureza.

A liberdade
É um belo sonho
A voar pelo ar.

A liberdade
São as crianças
A brincar no prédio.

A liberdade
É um livro
A contar segredos do mar.

A liberdade
É ser o que sonhamos
Lutar pelo que queremos e sermos Nós.

Lara Sofia, 9 anos, 4º ano, Turma 3B



A Liberdade
É poder alcançar
Os nossos sonhos.

A Liberdade
São as aves
A voar de alegria.

A Liberdade
São os animais
A cantar ao sol.

A Liberdade
São as borboletas
A tocar nas nuvens.

A Liberdade
São as aves
Poderem escrever os seus livros.

A Liberdade
São os animais
Poderem saber ler e escrever.

A Liberdade
São as flores
Aprenderem a voar.

A Liberdade
São as pessoas
Beijarem docemente as flores.

A Liberdade
É a amizade a
Nos controlar.

A Liberdade
É o nosso coração
A cantar uma canção.

A Liberdade
É o amor
A sorrir para uma flor.

 João Pedro Gomes Ferreira
Ano/Turma: 4 º ano /3B




 A liberdade
São as borboletas
A voar pelo céu azul.

A liberdade
É a andorinha
A cantar para as suas crias.

A liberdade
É a doce flor
A ser beijada pelas abelhas.

A liberdade
É a árvore
A saborear a luz do dia.

A liberdade
É a nossa imaginação
A renascer com alegria.

A liberdade
É o campo
A florir com belas flores.

A liberdade
É o amor
A expandir-se pelo coração.

A liberdade
É o sentimento
A voar mais alto.

A liberdade
São as criancinhas
Sorridentes a brincar.

Cristiano Ribeiro Teixeira
Ano/Turma: 4º ano – 3B



Os petizes do Pré-escolar da Turma 3A – Pré-Escolar da EB1/JI do Monte-Guardizela cantaram assim a Liberdade:



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SEMANA DA LEITURA 2017

Para ler, saborear a continuação do poema…

Os alunos do 2º Ciclo pintaram em palavras a continuação do poema! 

Eis o resultado:

Os livros são o que são
E a ninguém hão de enganar,
Porque aquilo que anunciam
É o que neles se irá encontrar:
A aventura, a fantasia,
A magia que há no luar
Quando ilumina na página
Aquilo que ela tem para mostrar.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler  

Quando se abre a capa
Aparece uma luz a brilhar
Dos contos às fábulas
Que alegria nos vão dar.
Os livros são muito importantes
Para ler e para pensar
Não são para ficar nas estantes
Para pó apanhar.
Os livros são um mar de imaginação
Que despertam emoção
Que nos abre o coração
Para podermos sonhar.
Os livros são uma espécie de prisão
Cada página uma jaula
Vigiada por um autor
E alimentada pelo ilustrador.

 Diogo Silva Nº 6  Tª 5ºD



Os livros gostam de fadas ,
De bruxas e de duendes
E de outras personagens
Que, afinal, só tu entendes
Como se, sendo leitor,
Estendesses o tapete voador
Que transporta o que aprendes,
Entre fadas e duendes,
Para um lugar com mais cor.


José Jorge Letria
In ler doce ler

Os livros
 Os livros são caixas
Onde os mistérios
Aguardam ser desvendados,
São um pincel que pinta
O sol refletido no mar,
Cheio de magia.
Os livros são navios
Que levam a tristeza
E os pesadelos para longe,
São eles que dão vida
À biblioteca
Um lugar onde habita a cor
E é no céu da poesia que
Existem infinitos desenhos
Nos quais se vê o futuro.
Os livros são portas
Onde se vê o mundo
Cheio de amor e ternura,
São uma chave que abre
A nossa a mente para a sabedoria.

Leonor Oliveira 5D nº12


Os livros são tão livres
Como os mais livres de nós
E por isso há quem receie
Que os livros ganhem voz
E venham para o meio da rua
Com verdade nua e crua
Do que têm para dizer.
E o que têm para dizer
É, no fundo, a liberdade
Que o escritor tem ao escrever.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler

As palavras
No nosso pensamento
Saem dos livros
E vão passear
Para as ruas
Sem pensar para onde ir.
A palavra estrela
Vai para o céu
E fica lá a reluzir,
A palavra mar
Está cheia de água
E reflete a lua e o sol.
As palavras
São mais que tudo
Têm um poder
Que ninguém sabe.
Elas estão dentro de ti
Para te ajudarem
A perceber a realidade do mundo.

 Patrícia Martins, nº 19, 5º D

Os livros têm heróis
Que hão de sempre admirar
E com quem gostam de sonhar,
Desde o grande D.Quixote
Ate ao Peter Pan a voar,
Passando pela pequena Alice
E pelo principezinho a brincar.
Se os livros fossem heróis,
Teriam ainda, eu sei,
Muitas batalhas para ganhar.   (José Jorge Letria)

As pessoas
Vão sempre admirar
O super- homem a voar
E o Batman a planar
Esses são dois grandes heróis
Que nos livros toda a gente gostará
Há muitos heróis para descobrir
Por isso, leiam livros
Para poderem sorrir .

Paulo Rodrigo, 5ºD


Os livros são como casas,
E quem nelas tem morada
São afinal as personagens
Cuja história é contada
Pela mão que inventa e escreve
E que é a do escritor,
Mão apressada e leve,
Que faz de cada palavra
Um ato criador.
Mas criador de quê?
Dos sentidos que existem
Naquilo que o leitor lê.
José Jorge Letria
In Ler Doce Ler

Numa casa eu li,
Poemas de Jorge Letria
Também escrevi
Com muita alegria.
Desenhei uma casa,
No poema que escrevi
Imaginei o mundo
No poema que li.

Rúben Monteiro, 5º D



Os livros são esconderijos
Onde as palavras engalanadas
Se preparam para a festa
Das coisas enamoradas
Pelo mistério de quem conta
Mesmo sabendo que, ao contar,
A história nunca está pronta
Porque em cada recanto do texto
Há sempre algo que desponta, só para nos encantar.
José Jorge Letria
In ler doce ler


Os livros levam-nos
Para o mundo da imaginação
Onde tudo acontece.
Os livros ajudam-nos a aprender e a estudar
Ilustram imagens de encantar
E as histórias nunca mais podem acabar .

Soraia , 5º D


Os livros têm perfume
Que são de homem ou mulher
E nem sequer é  parecido
Com outro perfume qualquer;
É um perfume sem nome,
Não e de flor ou maresia
Mas tem o aroma secreto
Que existe na poesia. (José Jorge letria, In ler doce ler)

Os livros são um mar de letras
Um universo de poesia
Uma casa
Repleta de alegria
Ternura,
Magia.
Um velho sábio
Que o mundo criou.
Os livros
Mexem com o mundo
Tornam-no melhor
Ajudam os pobres
Acariciam os animais.
Os livros são o Mundo.

João Ribeiro, 5º D

Os livros podem ter alma
Como os bichos que os habitam
Sejam gatos, cães ou peixes,
Águias, grilos ou golfinhos,
Ou ainda as andorinhas
Que sobrevoam os caminhos
Onde vai ficando o rasto
Daquilo que tu vais lendo
Nos teus queridos livrinhos.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler

Os livros
São mágicos,
Fantásticos, encantadores
Como as belas flores.
Estão repletos de sabedoria,
Aquecem o nosso coração
São um mar de alegria.
Quando os abres
Os teus olhos brilham
Como o sol,
E de lá sai
Uma luz que te iluminará
Para o resto da vida.

Vasco Machado 5ºD





Os livros são o que são
E a ninguém hão de enganar,
Porque aquilo que anunciam
É o que neles se irá encontrar:
A aventura, a fantasia,
A magia que há no luar
Quando ilumina na página
Aquilo que ela tem para mostrar.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler


Esta página é mágica,
Tem muita sabedoria,
Mostra uma luz radiante
Que vai transmitir alegria
Para o nosso coração
Ficar contente vamos ler
Porque um dia eles serão a nossa solução
Eles ajudam-nos a estudar
Para os testes,
Levam-nos para outro lugar.
E para terminar
Vamos lá voar.

Joana Ferreira nº 10, 5º D





Os livros são o que são
E a ninguém hão de enganar,
Porque aquilo que anunciam
É o que neles se irá encontrar:
A aventura, a fantasia,
A magia que há no luar
Quando ilumina na página
Aquilo que ela tem para mostrar.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler


Se quiseres até podes pensar
Que os livros não nos podem ajudar.
Mas na verdade têm muito para dar.
Porque dentro deles poderás encontrar
As personagens a cantar
As letras a dançar
E os sinais de pontuação a conversar.
Os livros são a imensidão
Lá dentro encontrarás um regato
Com imaginação para te dar
Que nunca vai acabar.

Francisca Lima Silva, nº 8 5º D



Os livros são tão livres
Como os mais livres de nós
E por isso há quem receie
Que os livros ganhem voz
E venham para o meio da rua
Com a verdade nua e crua
Do que têm para dizer.
E o que têm para dizer
É, no fundo, a liberdade
Que o escritor tem ao escrever.

José Jorge Letria
In Ler Doce Ler

Os livros são importantes
Para nós aprendermos
Quando começamos a ler,
A nossa imaginação vai crescer
Mais rico, mais criativo, tudo vai parecer.

Rodrigo Coelho, nº 21, 5º D



No 1º Ciclo, ao sabor das doces palavras de Matilde Rosa Araújo
aconteceu a continuação da poesia:

AMOR                       
Mãe, as flores adormecem
Quando se põe o Sol!

Filha, para as adormecer
Canta o rouxinol…
Mãe, as flores acordam
Quando nasce o dia!
Filha, para as acordar
Canta a cotovia…
Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Matilde Rosa Araújo
In  O Livro da Tila



(…)

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Matilde Rosa Araújo
In  O Livro da Tila

Ave para te embalar
Nas asas da melodia!

O canto das verdes fadas
Que me inunda de alegria!

Para a alegria da Natureza
Acontecer em cada dia!

EB1 de Outeirinho


Alunos do 4ºano – 7C






Os mesmos alunos escreveram sobre a SEMANA DA LEITURA:




Poema sobre a semana da leitura




Devemos Ler


Ler e aprender


Aprender com os livros


Livros onde está o saber


Saber inventar, rir e chorar


Chorar com prazer


Prazer ao escrever


Escrever com imaginação


Imaginação poética


Poética é a nossa alma


Alma perdida


Perdida entre histórias


Histórias da Semana


Semana da Leitura…


EB1 de Outeirinho


4º ano- 7C



Na EB Virgínia Moura, a Poesia ecoou nas salas de aula e trabalhos poéticos aconteceram: os alunos leram excertos poéticos de José Jorge Letria e… continuaram dando voz à poesia que há em cada um!

Valeu a pena!

 LER
Os livros são como casas
E quem nelas tem morada
São afinal as personagens
Cuja história é contada
Pela mão que inventa e escreve
E que é a do escritor
Mão apressada e leve
Que faz cada palavra
Um ato criador
Mas criador de quê!?
Dos sentidos que existem
Naquilo que o leitor lê.(José Jorge Letria, in Ler Doce Ler)

Ler é bom para adquirir conhecimento
Para o nosso cérebro ficar com mais pensamento.
Para um livro perceber
É preciso imaginar
O que está a acontecer
E assim o entender.
Para cresceres com alegria
Lê um livro,  ficas  com mais sabedoria.
Antes de adormecer
Um pouco do livro podes ler
Para pouquinho a pouquinho
O teu vocabulário enriquecer.
Gonçalo, 5º D

O milagre dos livros
Os livros têm raízes
Como as árvores dos jardins,
Guardam as flores para ti
E os frutos para mim
E só ficam com o perfume
Que devagar nos envolve
Como uma fala cantante
Que nos preenche e comove.  (José Jorge Letria, in Ler Doce Ler)

A biblioteca
É como uma mãe,
Acolhe os seus filhos
A que chamamos
LIVROS.
Os livros
Nasceram
Para brilhar
Neste MUNDO!
São quem
Nos sustenta
Nos momentos
De mágoa,
São o sonho
Que nos liberta
Do pesadelo.
Os livros
São especiais
Podemos fazer deles
A biografia
Mais bela já escrita,
Um enredo de vitórias,
Alegrias e conquistas !!!
Mariana Gonçalves Ferreira 5ª D  


Os livros
Os livros podem ter alma
Como os bichos que os habitam
Sejam gatos, cães ou golfinhos ,
Ou ainda as andorinhas
Que sobrevoam os caminhos
Onde vai ficando o rasto
Daquilo que tu vais lendo
Nos teus queridos livrinhos.(José Jorge Letria, in Ler Doce Ler)

Os livros são passatempos
De crianças ou adultos
Ler, ler, ler …
É o futuro de todos os seres .
Os livros
São um mar de pensamentos
O céu das letras
Repleto de histórias
De encantar.
São um bom lugar
Um bom momento
Para relaxar
Eu adoro ler
Por isso, eu consigo aprender.
Ana Luísa Pereira, 5º D

Os alunos do 1º Ciclo leram Matilde Rosa Araújo e deram continuidade ao poema


 AMOR                      
Mãe, as flores adormecem
Quando se põe o Sol!

Filha, para as adormecer
Canta o rouxinol…

Mãe, as flores acordam
Quando nasce o dia!

Filha, para as acordar
Canta a cotovia…

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Matilde Rosa Araújo
In  O Livro da Tila

Continuação do poema Amor     

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Ave para te embalar
Nas asas da melodia!

O canto das verdes fadas
Que me inunda de alegria!

Para a alegria da Natureza
Acontecer em cada dia!

Alunos da EB1 de Outeirinho

AMOR                       
Mãe, as flores adormecem
Quando se põe o Sol!

Filha, para as adormecer
Canta o rouxinol…

Mãe, as flores acordam
Quando nasce o dia!

Filha, para as acordar
Canta a cotovia…

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Matilde Rosa Araújo
In  O Livro da Tila

Continuação do poema Amor     

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

A ave da poesia
Para viveres em harmonia!

Harmonia tão necessária
Para toda a Natureza!

Natureza que é nosso lar
Que é imperioso respeitar!

Então as belas melodias
Sempre iremos escutar!

Alunos da EB1 de Outeirinho



 AMOR                       
Mãe, as flores adormecem
Quando se põe o Sol!

Filha, para as adormecer
Canta o rouxinol…

Mãe, as flores acordam
Quando nasce o dia!

Filha, para as acordar
Canta a cotovia…

Mãe, gostava tanto de ser flor!
Filha, eu então seria uma ave…

Matilde Rosa Araújo
In  O Livro da Tila

Do título da obra de Matilde Rosa Araújo “As Fadas Verdes” nasceu este singelo poema:

As fadas da Natureza
São as árvores encantadoras
São fadas verdes
Nossas protetoras!

As fadas da Natureza
Verdes cor de esperança
Lar das doces aves
Diversão da criança!

As fadas da Natureza
De imensa importância
São as árvores mágicas
Carregadas de beleza!

Alunos da EB1JI de Vermis 

Com a obra de João Pedro Mésseder À noite as estrelas caem do céu, os alunos foram convidados a continuar os poemas "haicais" - género de texto poético criado no Japão.

Os alunos dos 3º e 4º anos da Escola de Gandarela escreveram assim:


Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
Estou triste pelo que fiz!

Flor entre as folhas
Do livro
Não tive intenção.

Flor entre as folhas
Do livro
Porque te fiz isto.

Flor entre as folhas
Do livro
Peçodesculpa.

Lara Manuela Alves Ferreira

Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
Quem és tu?

Flor entre as folhas
Do livro
És a fonte de vida, de cor!

Flor entre as folhas
Do livro
Levas-me até ao sonho!

Diana Isabel Alves Moreira


Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as flores
Do livro
Que estás aqui a fazer?

Flor entre as flores
Do livro
Leva-me a sonhar

Flor entre as flores
Do livro
Encantas-me tal como o mar

Diogo José Sousa Fernandes

Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as flores
Do livro
Pedaço da natureza

Flor entre as flores
Do livro
És o meu tesouro escondido

Flor entre as flores
Do livro
Grito de amor


Rodrigo Faria Pereira

Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as flores
Do livro
Tu iluminas o meu sorriso.

Flor entre as flores
Do livro
Tu és o meu olhar.

Flor entre as flores
Do livro
Tu fazes-me sonhar!

Eduardo Daniel Faria Ferreira


Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro.
De ti eu me esqueci!

Flor entre as folhas
Do livro.
És a luz do meu caminho!

Flor entre as folhas
Do livro.
És meu sonhar!

Mariana Filipa Alves Peixoto


Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro.
És a minha cor!

Flor entre as folhas
Do livro.
És a minha luz!


Flor entre as folhas
Do livro.
És o meu guia!

Maria Leonor Ferreira Lopes


Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
Iluminas meu pensar!

Flor entre as folhas
Do livro
Fazes-me sonhar

Flor entre as folhas
Do livro
Feliz é meu viver.

Ana Rita Dias da Silva



Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
Há quantos anos te escondi?

Flor entre as folhas
Do livro
Há quanto tempo te encontrei?

Flor entre as folhas
Do livro
Desculpa por me esquecer de ti!

Jorge Miguel Pacheco Ribeiro      



Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
És fonte de inspiração

Flor entre as folhas
Do livro
Iluminas meu coração!

Flor entre as folhas
Do livro
Meu grito de amor!

Filipe José Abreu Freitas



Flor entre as folhas
do livro -
ou asas de borboleta?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
Alegria do meu coração

Flor entre as folhas
Do livro
Maravilha da Natureza!

Flor entre as flores
Do livro
Vem voar comigo!


Afonso Alves Salgado


Os petizes do 2º ano da EB1/JI Monte - Guardizela fizeram-no assim:


Flor entre as folhas
Do livro –
Ou asa de borboleta?

Flor entre as folhas
Do livro.
De que longínqua montanha vieste?

 Flor entre as folhas
 Do livro.
 Há quantos anos te escondi?

João Pedro Mésseder

Flor entre as folhas
Do livro
A quem pertences tu?

Flor entre as folhas
Do livro
Quem por ti já passou?

Flor entre as folhas
Do livro
Que prenúncio trarás?

Rui Lucas – turma 3E- 2º ano

Depois de uma noite de chuva
O ar lavado de azul –
Primeiras flores da nespereira.

Gotas de sol
Nos plátanos –
Asas de luz verde.

 Pássaros na nespereira.
 Demora o mundo
 A acordar.

 Primeiros latidos do cão.
 Silêncio
Na nespereira.
João Pedro Mésseder

Frutos corados reluzentes
Calma e frescura
Manhãs tranquilas de junho…

O choro da criança
A pressa para chegar
À sombra da nespereira, chega o luar!

Rui Lucas- turma 3E- 2º ano

No âmbito da primeira edição do Húmus, Festival Literário de Guimarães, surgiu o Concurso #RBCool promovido pela Câmara Municipal de Guimarães dirigido a todas as escolas do concelho vimaranense.

O Concurso #RBCool e da árvore da vida de Raul Brandão cujos filhos foram os seus livros nasceram frutos! Os frutos brandonianos deram outros frutos: os textos dos nossos alunos!

1867-1930
Aqui estão alguns para os saborearmos!


A aventura de Raul Brandão
 Era uma vez um menino chamado Raul Brandão, que vivia no Algarve. Ele era feliz e amável, gostava de aventuras, mas também muito sensível, porque quando olhava para o mar calmo é belo, ficava triste sem saber o que pensar. Ele sabia que lá morriam muitos pescadores e queria perceber a razão.
 Os anos foram passando muito devagar e Raul foi crescendo, tornando-se num belo jovem. Como gostava de aventuras decidiu ir para os escuteiros. Um dia, foi acampar numa praia, conheceu novos amigos, mas também encontrou uma linda menina, ela chamava-se Laura, ele apaixonou -se. Laura e Raul ficaram amigos. Numa das atividades tinham que ir para o mar mergulhar, Raul tinha medo de morrer, mas  Laura disse-lhe que o mar estava calmo e não era perigoso. Então encheu-se de coragem e lá foi fazer atividade programada. Apesar de se ter divertido muito, continuava com a mesma dúvida.
Ao longo do dia, Raul percebeu que Laura tinha medo das alturas, porque uma das atividades era ir a um ponto muito alto, Raul encorajou-a, apertou-lhe a mão e levou-a consigo.
Durante o verão ele e Laura foram todos os dias à praia. Houve dias em que o mar estava calmo, outros em que estava forte! Nesse verão, Raul Brandão percebeu que quando o mar estava furioso os pescadores corriam mais risco de vida. Assim compreendeu que devemos respeitar o mar e não o devemos enfrentar.
 Naquela praia onde passaram momentos felizes Raul pediu em casamento Laura e claro, esta aceitou.
 Meses depois casaram e compraram uma casa junto ao mar. Este jovem casal tinha um desejo que era ter filhos, mas como infelizmente não conseguiram Raul decidiu ser escritor. Entre todos os livros que escreveu um foi dedicado às  crianças, que têm medo do mar.
 O sucesso de Raul Brandão sem dúvida enorme, mas infelizmente Raul morreu anos depois. Laura sentiu-se muito triste pela perda do seu querido e amado Raul. Para que a sua memória perpetuasse, Laura, sua esposa decidiu homenageá-lo abrindo uma biblioteca com o seu nome, esta tornou-se um grande e que é visitada e lembrada por muitos alunos.
 Águia Solitária                             

A MINHA AVENTURA COM RAUL BRANDÃO
Numa noite, como as outras, acabei de ler o conto “Portugal Pequenino” e pensando bem, adorei! Estou aqui a pensar como seria encontrar-me com as personagens desta história encantadora! Logo depois de dizer aquelas palavras, aconteceu algo muito estranho! Comecei a ver tudo muito escuro e depois…, puf, estava dentro daquela aventura que imaginara. Lá ao longe, eu avistava um Homem. Com medo, aproximei-me dele. Ouvindo os meus passos, levantou-se lentamente para ver quem andava por ali. Eu, quando vi a cara dele, lembrei-me do Raul Brandão.
Comecei por perguntar-lhe o seu nome:
- Desculpe, como se chama?
Ele respondeu muito confiante:
- Sou o Raul Brandão. Já me deves conhecer de assuntos da escola.
- Sim, sim conheço. – Respondi eu.
Fiz-lhe várias perguntas, como por exemplo: como se sentia quando começava a escrever, etc. A pergunta que eu mais gostei de fazer foi, em que é que ele se baseou para fazer toda a obra “Portugal Pequenino”.
Ele respondeu:
- Eu inspirei-me nas crianças que nunca pude ter e tive a colaboração da minha esposa para escrever esta obra.
- Cedo comecei a escrever, mas foi quando pus fim à minha carreira de militar que comecei a interessar-me pela História de Portugal.
Conversamos muito, e até fizemos um poema, adorei estar com ele – foi um grande amigo. Quando acabei de falar com ele, comecei por procurar as grandes personagens. Andei, andei mas não as encontrei mas, felizmente, o Raul Brandão veio atrás de mim. Desesperada, perguntei-lhe onde estavam elas. Ele afirmou que eu ainda ia ter de andar mais um bocado e foi aí que ele desapareceu. Umas horas depois, encontrei as personagens que tanto queria ver. Disse uma coisa muito importante ao Russo que foi o seguinte:
- Não gostei quando destruíste o ninho das andorinhas. Sabias que elas voltam sempre para o mesmo ninho?
As andorinhas concordaram comigo.
Quando a Pisca estava quase a seguir o caminho para o céu, eu, Valéria fazia a mesma coisa que fez o Russo, mas como eu não penso só em mim, fazia isso a qualquer pessoa. Também falei com as encantadoras personagens, mas, entretanto, chegou a hora de me despedir. Então, Raul Brandão apareceu novamente porque soube que ia embora. Despedi-me de todos e repetiu-se o mesmo, quando cheguei àquele mundo maravilhoso! Estava de volta à minha cama para dormir porque no outro dia tinha de ir para a escola.
Foi uma aventura fantástica!
Valéria Silva – 1.º Ciclo 

Um dia na ilha com Raul Brandão
Certo dia, estava eu e os meus pais à espera do barco para embarcarmos rumo aos Açores, até que me apareceu Raul Brandão e me perguntou:
- Minha pequenina, vais para os Açores?
- Queres vir comigo? – Questionou Brandinho.
-Sim. – Respondi-lhe.
Embarcámos e ele voltou a meter conversa comigo, perguntando:
- Como te chamas?
- Nesita. – Disse-lhe eu.
Passado algum tempo eu sentia muita agitação, parecia que estava tudo a bater contra nós. Eram as fortes ondas do mar a bater no barco e que faziam com que este baloiçasse imenso. Confesso que estava muito assustada.
Passado várias horas, chegamos ao nosso destino, saímos do barco e fomos visitar a ilha. Era tudo lindo e Raul perguntou-me o que achava do que estava a ver.
- Nunca vi coisa tão bela. – Declarei com grande espanto.
- Anda, vou mostrar- te as furnas. – Afirmou Brandinho.
Raul mostrou-me as furnas e posso dizer que é impressionante, coloca-se a comida dentro da terra e tapa-se a comida e depois deixa-se cozinhar durante algum tempo.
Os Açores têm uma ilha chamada Corvo que é parecida com um sapato. Que engraçado que é! Lá não há muita gente a habitá-la.
- Vim um pouco atrasado, mas queres que te conte a minha vida? – perguntou Raul Brandão.
- Não Brandinho, eu sei. – Afirmei eu.
- Então conta lá!
- Tratam-te por Brandinho. Nasceste na Foz do Douro em 1867, a cidade mais importante para ti era o Porto porque passaste lá a infância a adolescência. Pertenceste a um grupo Ne-fe-li-ba-tas. Antes de seres escritor foste para uma escola militar... – Respondi eu.
- Chega! Já sei que tu sabes muita coisa sobre mim. Parabéns Nesita!
Gostei muito de estar com o Raul na ilha, ele é o melhor!

Nesita Guimarães, 2º Ciclo

Um dia com Raul Brandão
Eu tinha ido a casa de Raul Brandão, em Nespereira, quando, de repente, ouvi um barulho. Fui ver o que era e, afinal, era Raul Brandão. Ele perguntou-me se eu queria ir ver algumas ilhas como a ilha das Flores…
Então, eu disse que sim.
Viajamos para a ilha das Flores no barco S.Miguel. Durante a viagem, eu e Raul Brandão, vimos coisas interessantes e fizemos alguns poemas. Quando chegámos à ilha das Flores reparamos que a ilha estava coberta de flores, imensas flores, hortênsias de cor azul, que dividem os campos ao longo das estradas, nas margens das ribeiras, lagoas e montanhas. O ponto mais alto da ilha das Flores Morro Alto. Quando anoitece a paisagem é linda porque há muitas cores.
Passados dois dias, eu e Raul Brandão fomos à ilha de Miguel. Aqui observamos paisagens maravilhosas, miradouros com belas vistas, fumarolas…isto porque quem visita a ilha tem a oportunidade de ver ao vivo o que a natureza possui e faz.
De seguida, partimos para a ilha do Corvo. Raul Brandão explicou-me que a ilha era formada por uma única montanha vulcânica extinta e que na ilha se podiam observar várias lagoas, turfeiras e pequenas “ilhotas”, duas compridas e cinco redondas. O ponto mais alto da ilha é o Estreitinho no rebordo sul do Caldeirão, com 720 metros de altura acima do nível médio do mar. Além desta elevação, destacam-se ainda: o Morro dos Homens, a Lomba Redonda, a Coroa do Pico, o Morro da Fonte, o Espigãozinho e o Serrão Alto. As terras imediatamente em redor da única povoação da ilha (as Quintas e Fojo) são as únicas em que é possível praticar a agricultura e manter algumas árvores de fruto. As melhores pastagens para o gado ficam mais para o norte, nas chamadas Terras Altas.
Quando voltamos a Nespereira, eu e Raul Brandão, despedimo-nos com um abraço.

Lara Beatriz/2ºciclo

 Ilha das Flores
Numa tarde onde o sol resplandecia entre as nuvens numa ilha dos Açores chamada ilha das Flores, eu observava a venustidade das cores.
Todas as flores eram diferentes, nunca tinha visto nada igual, mas apesar de serem distintas formavam um aroma excepcional que se alastrava com a brisa que ia aumentando. Este perfume chamava a atenção das borboletas que esvoaçavam pelos vales. Com todo este encanto acabei por ficar deslumbrada com a harmonia existente naquele local.
Decidi caminhar um pouco quando avistei um senhor num rochedo. Estava a admirar a paisagem calmamente. Então decidi ir ao seu encontro e disse-lhe:
- Bom dia! Sou a Mariana. Como se chama?
O senhor respondeu:
- Bom dia. Chamo-me Raul Brandão. Desloquei-me a este lugar magnífico para relaxar.
E eu perguntei:
- Então é o famoso escritor?
Raul Brandão, humildemente, retorquiu:
- Sim, sou eu. Já leste algum dos meus livros?
E eu afirmei:
- Bem… já os li e gostei muito!
Continuei a minha aventura com o senhor, contemplando a água que passava entre as rochas escarpadas vestidas pelo musgo verde que lá habitava. Juntos descobrimos este lugar onde a natureza cresce livremente. Assim construímos uma grande amizade.

Pedro Seromenho/2ºciclo


Um dia com Raul Brandão 

Certo dia, os meus pais decidiram fazer uma viagem.

Eu e o meu irmão ficamos eufóricos, pois íamos conhecer os Açores, mais propriamente a ilha das Flores.

No dia da viagem acordamos todos entusiasmados e fomos para o aeroporto. Nem queria acreditar quando vi o escritor Raul Brandão. Então, toda envergonhada, fui pedir-lhe um autógrafo.

Foi tal o meu espanto quando soube que ele também iria no mesmo avião que nós, e que eu iria ao seu lado no avião.

Então, aproveitei para conhecer o melhor e fazer-lhe algumas perguntas pois tinha curiosidade de saber como escrever um livro.

Quando chegamos ao nosso destino, os meus pais convidaram o escritor para almoçar e jantar connosco.

Ele aceitou, apesar de ter alguns compromissos.

Ele, simpático, levou-nos a conhecer um pouco da ilha, que é de uma beleza natural lindíssima.

Alugamos um carro e fomos conhecer as sete lagoas. Foi demais!

No caminho perguntei:

- Conhece Guimarães?

- Claro, foi onde nasceu Portugal e é onde eu resido. – disse ele.

- A sério?! – Exclamei eu. (Eu já suspeitava, pois li a sua biografia e o livro “ As Ilhas Desconhecidas”).

- Tive uma ideia! – Acrescentou o escritor.

- A sério? Qual?! – Perguntei eu espantada.

- Podias escrever um livro, onde relatas as tuas aventuras de hoje. Seria estupendo, e eu ajudava-te! – Sugeriu o escritor todo entusiasmado.

- Óptima ideia, adoro escrever. Até já sei o título.

- Ai sim? Qual é? – Disse o escritor.

- As aventuras com Raul Brandão. – Propus eu, toda orgulhosa.

Então começamo-nos a rir e continuamos a nossa aventura.

Jéssica 2º Ciclo


Ainda e sempre Raul Brandão!
Sempre porque foi revisitado através da leitura de suas obras, pelos nossos leitores!
Raul Brandão deixou sementes!

Raul Brandão germinou e… aconteceu o brotar de muitos e bons textos dos alunos do Agrupamento de Escolas Virgínia Moura!
Parabéns a todos os (as) alunos(as) e docentes que permitiram o florir de talentos! 

Vencedor do Concurso Concelhio #RBCool (1º Ciclo)

RUSSO DE BOM PELO
 Depois de Russo acordar e de verificar que tudo não tinha passado de um sonho, ficou a pensar em toda a história e o que ela significava. – A natureza, o respeito por ela, a importância dos animais, das pessoas e das plantas. Levantou-se e foi procurar a Pisca para lhe contar:
- Pisca? Onde estás?
- Estou aqui debaixo da árvore, a ouvir o chilrear dos passarinhos, olha que bonito!
- Tens razão Pisca! A natureza é maravilhosa, fizemos tantas asneiras, estragamos a fruta do Senhor Abade, destruímos ninhos de andorinhas, coitadinhas!
- Tenho uma ideia Russo:
- Vamos construir ninhos, vamos pedir sementes ao Senhor Abade para dar de comer aos passarinhos, assim eles não estragam a fruta do pomar, podemos comer as maçãs maduras e saborosas e viver em harmonia com a natureza.
E assim o fizeram, de maus meninos e mal educados passaram a ser bons e bem educados. Toda a gente passou a gostar deles e sempre que era preciso alguma coisa que estivesse relacionada com a preservação da natureza, iam chamar o Russo e a Pisca. Todos os dias os dois amigos percorriam a aldeia para verem se estava tudo bem com a natureza. Certo dia ao fazer o de sempre, depararam-se com um problema: quando chegaram ao parque as crianças estavam em alvoroço. O Russo olhou para a Pisca admirado e disse:
- Mas o que se está a passar aqui? As crianças deviam estar tranquilas a brincar e estão tão agitadas?
- Tens razão - disse a Pisca - temos que ver o que se passa.
E foram perguntar às crianças o que se estava a passar ali. Então uma das crianças disse:
- Não sabemos o que se passou, mas o parque está cheio de dejetos de cão e por isso já nos sujamos e não conseguimos brincar assim. Russo teve uma ideia:
- Vamos fazer um aviso “ Recolha os dejetos do seu animal”.
- Boa ideia Russo!
E assim o fizeram. Meteram mãos ao trabalho e colocaram avisos pelo parque. Quando nos dias seguintes, voltaram a passar pelo parque para ver se estava tudo bem, viram que estavam todas as crianças a brincar felizes. A Pisca voltou-se para o Russo e disse:
- Desde que passamos a ajudar os outros reparaste que somos mais felizes e que toda a gente gosta de nós?
- Tens razão Pisca, é melhor fazermos o bem do que o mal.
Afoneto – 1º Ciclo


Raul Brandão
Numa bela manhã de inverno, caminhei na esperança de falar com Raul Brandão. Por sua vez, este também o fazia, naquele momento. Foi então que nos encontramos. Eu fiquei muito entusiasmada e dirigi-me a ele. Perguntei-lhe algumas coisas sobre a sua biografia, tais como: a idade, onde estudou e com quem viveu. O famoso escritor respondeu às minhas questões.
Entretanto, lembrei-me do esplêndido conto “Portugal Pequenino” de Raul Brandão. Perguntei-lhe qual era o seu interesse na escrita e porque escreveu “ Portugal Pequenino ”. O autor disse-me que a escrita é muito importante e escreveu “Portugal Pequenino” porque não tinha filhos e dedicou o livro aos filhos dos outros.
Nesse momento, imaginei que ia entrar na encantadora história. Pensei que estava com a Pisca e o Russo de Má Pêlo a fazer muitas traquinices. Russo vivia numa casa de granito, onde eu e a Pisca éramos empregadas. Perto daquela zona havia uma velha e um gato. Um dia, Russo decidiu tirar o ninho das andorinhas. A velha não gostou e transformou-o num saltão. Eu e a Pisca ficamos tristes! No dia seguinte, o Russo tirou o degrau da casa da velha. Ela afirmou que as andorinhas escolheriam em que bicho é que ele se tornaria, ao longo da sua vida! Eu e a Pisca pedimos à velha para ir com o Russo. A mulher aceitou!
 Nós, os três transformamo-nos em andorinhas e vivemos aventuras inesquecíveis! A Pisca, o Russo e eu estávamos felizes, até que a certa altura a Pisca morreu! Foi uma tristeza! Russo e eu acordamos na manhã seguinte e sentimo-nos humanos!
Esta história é uma lição de vida para todos, pois ensina-nos a ter sentimentos verdadeiros uns para com os outros.
Ariana Silva – 1º Ciclo


A aventura de Raul Brandão
 Era uma vez um menino chamado Raul Brandão, que vivia no Algarve. Ele era feliz e amável, gostava de aventuras, mas também muito sensível, porque quando olhava para o mar calmo é belo, ficava triste sem saber o que pensar. Ele sabia que lá morriam muitos pescadores e queria perceber a razão.
 Os anos foram passando muito devagar e Raul foi crescendo, tornando-se num belo jovem. Como gostava de aventuras decidiu ir para os escuteiros. Um dia, foi acampar numa praia, conheceu novos amigos, mas também encontrou uma linda menina, ela chamava-se Laura, ele apaixonou -se. Laura e Raul ficaram amigos. Numa das atividades tinham que ir para o mar mergulhar, Raul tinha medo de morrer, mas  Laura disse-lhe que o mar estava calmo e não era perigoso. Então encheu-se de coragem e lá foi fazer atividade programada. Apesar de se ter divertido muito, continuava com a mesma dúvida.
Ao longo do dia, Raul percebeu que Laura tinha medo das alturas, porque uma das atividades era ir a um ponto muito alto, Raul encorajou-a, apertou-lhe a mão e levou-a consigo.
Durante o verão ele e Laura foram todos os dias à praia. Houve dias em que o mar estava calmo, outros em que estava forte! Nesse verão, Raul Brandão percebeu que quando o mar estava furioso os pescadores corriam mais risco de vida. Assim compreendeu que devemos respeitar o mar e não o devemos enfrentar.
 Naquela praia onde passaram momentos felizes Raul pediu em casamento Laura e claro, esta aceitou.
 Meses depois casaram e compraram uma casa junto ao mar. Este jovem casal tinha um desejo que era ter filhos, mas como infelizmente não conseguiram Raul decidiu ser escritor. Entre todos os livros que escreveu um foi dedicado às  crianças, que têm medo do mar.
 O sucesso de Raul Brandão sem dúvida enorme, mas infelizmente Raul morreu anos depois. Laura sentiu-se muito triste pela perda do seu querido e amado Raul. Para que a sua memória perpetuasse, Laura, sua esposa decidiu homenageá-lo abrindo uma biblioteca com o seu nome, esta tornou-se um grande e que é visitada e lembrada por muitos alunos.

Águia Solitária              
1º ciclo

Pisca, Russo e Raul Brandão
Num dia solarengo a Pisca foi a casa do Russo de má pelo para brincar com ele.
Quando lá chegou, Pisca bateu à porta mas ninguém abriu.
Pisca espreitou debaixo do tapete de boas vindas e lá estava uma chave para abrir a porta.
Ela rapidamente abriu a porta mas entrou devagar.
Lá dentro, não estava ninguém. Mas quando olhou para cima da mesa da sala e viu escrito: “ Filho, o pai e a mãe foram dar um passeio”.
Pisca saiu de casa de Russo de má pelo e pensou nos lugares onde ele gostava de ir, no parque. Quando chegou ao parque também não estava lá ninguém.
Então, lembrou-se que ele gostava muito de ir à praia e rapidamente se dirigiu para lá.
Quando chegou à praia viu o Russo! E ao seu lado estava Raúl Brandão!
Pisca disse, surpreendida:
-Estava tão preocupada contigo Russo!
Raúl Brandão respondeu-lhe calmamente:
-Não te preocupes! Ele esteve sempre comigo! Viemos dar um passeio pela praia. Vem passear connosco!


Floribela, 1ºciclo


Um dia com Raul Brandão
Eu tinha ido a casa de Raul Brandão, em Nespereira, quando de repente ouvi um barulho. Fui ver o que era e, afinal, era Raul Brandão. Ele perguntou-me se eu queria ir ver algumas ilhas como a ilha das Flores…
Então, eu disse que sim.
Viajamos para a ilha das Flores no barco de S. Miguel. Durante a viagem eu e Raul Brandão vimos coisas interessantes, fizemos alguns poemas. Quando chegamos à ilha das Flores, reparamos que a ilha estava coberta de flores, imensas flores, hortências de cor azul que dividiam os campos ao longo das estradas, nas margens das ribeiras, lagoas e montanhas. O ponto mais alto da ilha das Flores é o Morro Alto. Quando anoitece a paisagem é linda, porque há muitas cores.
Passados dois dias, eu e Raul Brandão fomos à ilha S. Miguel. Lá observamos paisagens maravilhosas, miradouros, fumarolas… isto porque quem visita a ilha tem oportunidade de ver ao vivo o que a natureza possui e faz.
De seguida, partimos para a ilha do Corvo. Raul Brandão explicou-me que a ilha era formada por uma única montanha vulcânica extinta, que na ilha se podia observar várias lagoas, turfeiras e pequenas “ilhotas”, duas compridas e cinco redondas. O ponto mais alto da ilha é o Estreitinho no rebordo sul do Caldeirão, com 720 metros de altura acima do nível médio do mar. Além desta elevação, destacam-se ainda: o Morro dos Homens, a Lomba redonda, a do Pico, o Morro da Fonte, o Espigãozinho e o Serrão Alto. As terras em redor da única povoação da ilha (AS Quintas e Fojo) são as únicas em que é possível praticar a agricultura e manter algumas árvores de fruto. As melhores pastagens para o gado ficam mais para norte, nas chamadas Terras Altas.
Quando voltamos a Nespereira, eu e Raul Brandão despedimo-nos com um abraço.

Lara Beatriz
2º ciclo


Um dia na ilha com Raul Brandão
Estávamos a chegar à ilha de S. Miguel dos Açores em plena tempestade, o barco era embalado pelas ondas do mar, fortes e geladas.
Algumas horas depois, chegamos, finalmente, à ilha e seguimos para a casa de Raul Brandão. A casa era simplesmente magnífica. As paredes de pedra polida, o chão de soalho envernizado, os móveis de madeira e ferro pintado de dourado. Então Raul disse:
- Queres vir dar uma volta por esta ilha?
- Claro que sim. Nunca recusaria um pedido desses! – disse eu.
Passamos por belos monumentos, montanhas que não pareciam ter fim, árvores e plantas de vários tipos e formas, terras com extensas plantações, lagos azuis que mais pareciam pérolas refletidas no azul do céu.
Então questionei:
- Como é que é possível uma só ilha poder ser tão linda?
- Isso, eu não posso explicar. Nem tudo tem explicação…. – disse ele com muita convicção.
- Nisso tens tu razão. – disse eu.
O tempo ia passando, a noite estava a aproximar-se e Raul Brandão disse para nos deslocarmos à bela casa.
Já na sua propriedade, dirigimo-nos para a mesa de jantar e comemos o prato tradicional da bela ilha de S. Miguel, nomeadamente Cozido das furnas.
E então acabou o nosso dia na ilha de S. Miguel dos Açores com o fantástico Raul Germano Brandão.

John Benz
5º D


Um dia na ilha com Raul Brandão
 Certo dia tive curiosidade de ir conhecer o arquipélago dos Açores e decidi começar pela ilha das Flores.
No dia em que cheguei à ilha das Flores, o sol escondia-se entre as nuvens que mais pareciam algodão doce, a brisa bailava com as flores e as ervas dos campos.
Andei, andei e cheguei a um ponto que tive de me sentar num banco de jardim, de tão cansada que estava.
Ao meu lado encontrava-se uma pessoa que a sua cara não me era estranha, tinha a certeza que era um escritor, porque estava sempre a escrever:
-Desculpe, mas você é escritor? – Interpelei.
-Sim, sou o escritor Raul Brandão! – Replicou o escritor.
-Posso-lhe fazer algumas perguntas sobre a vida de um escritor, que gostaria muito de saber?
-Sim, claro que pode. Estou ao seu dispor.
-É difícil a vida de um escritor?
-Para seres escritora tens de ter uma imaginação pura e fértil, também tens de ser muito concentrada.
-Em que ano nasceu, em que dia?
-O meu nome completo é Raul Germano Brandão, nasci a 12 de março de 1867 na Foz do Douro, Porto. Já fui jornalista e militar e agora sou escritor.
Divagamos unidos, rasgávamos flores nas mãos, as dálias pediam a paz, as margaridas pediam a felicidade enfim, todas queriam o bem!
A ilha das Flores era deslumbrante! Havia flores de todas as cores parecendo um arco-íris.

Núria Silva
5ºD 2º ciclo  

Carta de amor de um palhaço apaixonado

De: O palhaço apaixonado
Para: O grande amor da minha vida

Minha bela amada,

Neste momento sinto-me um cobarde por não conseguir falar cara a cara contigo, por não conseguir dizer que te amo em voz alta. Tudo porque tenho vergonha de ser, ainda mais, o alvo de chacota do circo. Em todas as minhas atuações, procurava animar as pessoas, quando, na realidade, quem precisava de ser animado era eu, e deves estar a perguntar-te: porque é que alguém tão triste decidiu ser palhaço? Na realidade, eu usava os meus espetáculos para poder expressar e dar a conhecer às pessoas uma realidade diferente da minha.
Conheces o Pita? O “filósofo” cá do circo? Bem, ele era o único que sabia o que eu estava a passar, ele até me aconselhou a declarar-me e a morrer por ti, mas será recompensador morrermos por alguém que só se ri das nossas lágrimas e dos nossos sentimentos?
Desde há muito tempo que temos vivido num tempo em que só ligamos às aparências, mas um palhaço também não tem o direito de amar e ser amado? Até te conhecer, via um mundo cheio de fantasias, mas agora que percebi aquilo que sentes, vejo-o cheio de desastres e derrotas. Sempre sonhei encontrar a mulher da minha vida e, quando te vi entrar no circo, pensei que eras tu. Foi então que te vi com um olhar apaixonado e de mãos dadas com o Lídio, aí, o meu coração despedaçou-se em mil pedaços e entrei numa grande depressão. Nessa altura, o Pita foi o único que com os seus conselhos me tentou ajudar, no entanto de dia para dia parece que eu só piorava e de mim só nascia uma vontade enorme de vingança.
Lembraste de quando o trampolim do Lídio se furou no meio daquele mortal? Bem, fui eu que, encabeçado pelo ciúme, troquei o forro por outro mais gasto. Ou daquela vez que “despropositadamente” as cordas se desprenderam na acrobacia do mês passado? Fui eu que, momentos antes, as desprendi. Fiz tudo isto porque pensava que se o Lídio morresse, tu confortar-te-ias nos meus ombros e acabaríamos por ficar juntos. O Pita tentou impedir-me mais do que uma vez, mas nada do que ele dizia fez com que os meus ciúmes diminuíssem e, então, eu continuei a sabotar o teu amor. Até que “acordei” e percebi que, mesmo que ele morresse, tudo o que havia entre nós se limitaria à amizade.  
Relendo esta carta, começo a sentir-me para além de cobarde, um assassino e uma pessoa que nunca seria merecedora do teu amor. Logo tu, linda por dentro e por fora, com os teus belos cabelos loiros, os teus lindos olhos azuis, o teu cativante sorriso, a tua bondade e capacidade de ultrapassar quaisquer problemas. A verdade é que dificilmente irias olhar para um palhaço solitário e triste como eu, que nunca te faria rir como o Lídio te faz.
A vida tem destas coisas, nem sempre o amor é correspondido e, se calhar, o meu maior erro não foi tentar matar o Lídio, mas sim não declarar aquilo que sinto, conto-te isto para que percebas o tamanho do meu amor.
Realmente o Pita tinha razão, eu merecia morrer não só por ti, mas também por mim. Estou cansado de sofrer e ser vítima da minha própria vida. Certamente, quando leres esta carta, já estarei morto, mas lembra-te que fi-lo por ti e espero que sejas feliz como eu nunca fui.

Beijinhos. Amo-te!

3º CICLO 
                                                                                           Camélia Moreira
 11 de fevereiro de 2017

Minha amada Camélia,

Não sabes o quanto me magoaste, minha Camélia, não sei durante quanto tempo foi, mas sei o quanto eu sofri - e olha que foi bastante!
Há seculos que ando a desejar que sejas minha, mas tu não queres! Eu sei que é loucura, imagino-me como se estivesse num conto de fadas, a sonhar que nós os dois estamos a dançar e que nunca mais paramos...
 Desde o primeiro dia que te vi, o primeiro minuto que passaste perto, o primeiro segundo que cheirei o teu perfume de flor, que estás no meu pensamento.
E tu não sabes o quanto eu tento aproximar-me de ti, mas tu ris-te da minha cara, desprezas-me, maltratas o meu coração e, cada vez que tu te ris de mim, é como se o meu coração se partisse em mil pedaços. Eu sei que nunca reparaste nisso, mas isso é porque nunca me quiseste, o que eu percebo -  quem é que quer um palhaço como namorado?
Todos os dias, depois do espetáculo, olho-me ao espelho e imagino-te no meu colo, só que, na realidade, estás nos braços de outro homem! Não sabes o quanto isso me custa, porque estando eu loucamente apaixonado por ti, que não me queres, faz-me pensar que sou adolescente outra vez, constantemente atrás de alguém que não me ama.
Mas como sabes, o amor é como uma página em branco, onde não se sabe o que se vai escrever. No amor nunca se sabe o que pode acontecer, em certos casos pode dar certo, noutros errados; no nosso caso deu errado, o que era de esperar, porque tu tinhas outro e gostavas mesmo dele, como eu gosto de ti. Tanto que nem me vias! Mas não podem dizer que eu não tentei, porque isso seria mentira. Desde todo o ar perdido nos animais de balão, aos doces caseiros, às cartas de amor, às piadas e, sobretudo, à admiração que tenho por ti.
Não sei se merecia tremendo sofrimento para gostares de mim. Com todos estes desgostos, eu entrei em desespero, já não sabia o que fazer, ia perdendo a cabeça, até que decidi recorrer aos conselhos de alguém da minha confiança, que é melhor não saberes quem é, mas é alguém bastante próximo de ti, uma pessoa que sempre me ajudou nos momentos mais difíceis. Fui ter com ele e contei-lhe tudo, mesmo tudo, desde o início. Confessei-lhe o quanto te amava, o quanto eu sofri por ti, todos os sacrifícios feitos em vão, todos os presentes, tais como os balões em forma de cachorrinhos e de corações, a tanta poesia que eu dediquei horas e horas nas cartas que te escrevi… como foi grande o esforço, só para tu me amares!
No entanto, tu não vias ou não querias ver, por isso ele disse-me, passo a passo, o que eu devia fazer para tu me amares, o primeiro passo para te conquistar era dar o maior e melhor espetáculo de circo nunca antes visto, o segundo passo era pôr-te a ti e ao teu amado a fazer a maior e mais perigosa acrobacia de sempre, a terceira era ele cortar a corda e, em último, era eu morrer para salvar o teu amor e ser o teu herói, tal como acontece nos filmes.
Porém, como garantia prometeu-me que tu e eu iriamos ser felizes juntos noutra vida. Pode ser a coisa mais louca que alguém faz por outrem, mas também a mais querida e corajosa.
E espero que este ato de grande coragem que me custou a vida, me leve ao teu amor.
Não sei se mais alguém teria coragem de fazer aquilo, eu fiz por ti, tenho noção que o que fiz, foi uma grande loucura, mas vê só o quanto te amo.
Pensei que para estares a ler esta carta eu já teria morrido, ou pelo menos era o que eu pensava, até tu teres ouvido o meu plano.
Tentaste dissuadir-me logo da ideia, dizendo que me amavas, que estavas loucamente apaixonada por mim, que não conseguias viver sem mim, que eu era a tua luz e, claro, conseguiste fazer-me desistir da ideia, apesar de tudo o que me disseste ser mentira.
            No final de contas, acabaste por ficar com ele! Ao que parece amava-lo bastante e, tanto achaste que eu tinha sérios problemas por pensar sacrificar a minha vida por ti, que acabaste por ir embora do circo, mas não faz mal.
A partir de hoje acabaram-se as loucuras, porque esta é a minha última carta para ti, é a minha despedida, não sei se iremos ficar juntos noutra vida, provavelmente isso nunca irá acontecer, mas se acontecer lembra-te sempre destas minhas últimas palavras para ti, eu estarei sempre à tua espera.
Despeço-me assim,
O teu admirador palhaço

3º ciclo
Violeta Moreira
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No dia 17 de outubro de 2016, à tarde, na BE Ana Saldanha o aluno Ricardo Faustino do 7.º A, escreveu:  

Um dia, eu estava na biblioteca e a professora bibliotecária disse para parar de jogar, eu fiquei irritado, mas ouvi o seu conselho. A Sr.ª professora deu-me a brilhante ideia de escrever no computador, o resumo do livro que estou a ler.
O livro que estou a ler chama-se «O Diário de Um Vampiro Banana 2». O livro que estou a ler é muito divertido, mas eu não sei se estou a gostar ou não. O livro fala sobre um vampiro que tem que estar constantemente a mudar de escola. Ele mudava de escola, para ninguém notar que ele não ficava mais velho. O Nigel na escola onde estava tinha uma namorada e ela quase todos os dias falava em transformação. Um dia, chegou um aluno novo à escola, o Jason. No sábado o Nigel levou a Chloé (a namorada) para sair, e ela pediu e insistiu para ele lhe beber o sangue, então ele lá lhe fez o que ela lhe tinha pedido. No dia seguinte o Nigel recebeu uma carta da Chloé, a dizer que ficou em casa pois perdeu muito sangue e também referiu na carta que era melhor acabar.
Esta foi a minha história na biblioteca com a Sr.ª professora.

  

O João
Gosta de ser trapalhão
A Ana (Cunha) estava a estudar,
Mas fartou-se e começou a  jogar.

A Lara conversava com a Clara
Enquanto o Gonçalo
Andava de skate
Com o Paulo.

O Afonso
Como, não estava a gostar da aula,
Saltou para uma jaula.

A Clara
Comprou uma banana
E lançou a casca à Ana.

Margarida Nº16 7ºC
Beatriz Freitas Nº5 7ºC


DLeitura... a escrita nasceu!

O duende Dudu, professor de felicidade

Martinho era um menino
Muito, muito resmungão
Fazia sempre o seu caminho
De olhos pregados no chão!

Numa manhã brilhante
Martinho, cedo acordou
Quando o pijama tirou
Dudu, surgiu num instante

Do bolso, Dudu caiu
Ele queria ensinar
Aquele lindo menino
A aprender a observar

Então, Martinho olhou
E depressa descobriu
A bela princesa encontrou
E de felicidade se cobriu!

Trabalho coletivo
Turma 1B



Martinho rapaz resmungão
Tinha muito mau humor
Só olhava para o chão
Só via cocó de cão!

Numa manhã de claridade
Voz pequena Martinho escutou
Era o professor de felicidade
Que para ele falou!

A Martinho Dudu ensinou
A olhar em seu redor
Assim o menino constatou
Que seu mundo era o melhor!

No bolso do casaco viajou
O Dudu até à escola
Matemática, História, Geografia…
De tudo ele gostou!

Quando novo dia sorriu
Martinho Dudu procurou
Mas aquilo que ele viu
Foi o recado que Dudu deixou!

Texto coletivo
Turma 7 A




  
Martinho sempre acordava
Muito mal humorado
De nada ele gostava
Era mesma mal educado!

Mas um dia aconteceu
Uma verdadeira magia
Um duende apareceu
Para lhe ensinar a alegria!

Dudu o ajudou
A os olhos do chão tirar
O menino se encantou
Ao a princesa observar!

Dudu cá não ficou
Continuou a viajar!
Ao Martinho ele deixou
Palavras de admirar!

Texto coletivo
Turma 7 C






Martinho era um petiz
Que era um grande resmungão
Nunca estava feliz
Pois só olhava para o chão!

Numa manhã luminosa
Um duende do pijama caiu
E uma voz melodiosa 
O pequeno Martinho ouviu! 

Com o duende, Martinho
A beleza descobriu 
Quando curou o pezinho,
O querido Dudu partiu!

Texto coletivo
Turma 6B











 




Trabalhos dos alunos 
Ano letivo 2016/2017 





  

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